Cláudia Jimenez é destaque no 'Gente Inocente' deste sábado no canal Viva



"Vamos receber a deusa do humor", comenta Márcio Garcia ao descrever Cláudia Jimenez, a convidada da edição deste sábado, 9 de abril, do "Gente Inocente". A atriz já começa sua participação no programa, gravado em 2000, toda emocionada. O elenco infantil da atração encarna personagens marcantes de sua carreira como Cacilda, da "Escolinha do Professor Raimundo"; Edileuza, de"Sai de Baixo"; e Bina, da novela"Torre de Babel" (1998). 

Natália Soutto abre a entrevista."Por que as comediantes quase não se vestem de homem?"."Ah, roupa de homem não tem graça, né? Já ouviu dizer 'quero ter uma filha para poder colocar lacinho, isso e aquilo'?", explica Cláudia. Na sequência, Peter Brandão quer saber se a entrevistada é"muito gulosa". Ela volta ao tempo e lembra uma história engraçada de quando era criança."Gosto muito de doce, mas sou diabética. Quando eu era mais nova, minha mãe tinha que esconder as latas de leite condensado na máquina de lavar! Mas eu achava... Até que um dia ela deixou na casa da vizinha e fui lá, inventei que minha mãe precisava das latas para fazer comida para a visita". 

O papo continua e, na vez de Amanda Ribeiro, a menina questiona se Cláudia ia para escola"comer merenda, fazer palhaçada ou estudar"."Tudo isso, menos estudar", diverte-se. A atriz completa: "Eu era muito carente, queria ser amada. Era sempre simpaticona, muito brincalhona. Tinha aluno que me pagava um chocolate para eu não faltar aula de religião. Já nasci palhaça". 

Ao longo da entrevista, Cláudia também recorda trabalhos emblemáticos de sua trajetória profissional e fala da importância dos humorísticos"Escolinha do Professor Raimundo" e"Sai de Baixo". Do primeiro, ela comenta:"Sinto muita saudade. Só não sinto mais, porque cada trabalho que eu faço tem refletido tudo o que aprendi lá. Foi uma escola para mim! E hoje, cada vez que atuo, mando uma piada, sinto a presença de todas as pessoas que contracenaram comigo lá, no meu trabalho". O"Sai de Baixo" vira tema da entrevista quando Henrique Ramiro questiona se Cláudia ficou triste quando saiu da atração."Fiquei, era um trabalho que tinha tudo para dar certo. Um sucesso estrondoso. A Edileuza estourou, foi um personagem muito importante na minha vida, que gostei muito de fazer. Contracenar com aquela galera era muito bom. E, mais ainda, com o público presente".

Nenhum comentário:

Comentários Ofensivos ou Irrelevantes e os que conter publicidades serão todos excluídos.

Tecnologia do Blogger.