Com o fim da marca GVT, Vivo prevê investir R$ 600 milhões em TI até 2018



A GVT está oficialmente morta e a marca Vivo passa a ser utilizada em todo o Brasil para identificar todos os serviços oferecidos pela empresa: telefonia e internet móveis, banda larga e telefonia fixa, TV paga e serviços digitais. A marca passa a usar a assinatura “Viva Tudo”, representando a ampliação de possibilidades que as conexões e a vida digital oferecem. Para integrar as operações, a Vivo reformulou a área de TI em busca da consolidação dos sistemas das duas operadoras. Até 2018, a meta é reduzir em 40% o número de aplicações. 

O investimento previsto é de R$ 600 milhões em três anos, com 350 profissionais de tecnologia e outros 250 funcionários de diferentes áreas de negócio da companhia. O objetivo final dessa mudança tecnológica é tornar a operadora nuam telco Digital. Estamos investindo para tornar a empresa uma telco digital fim-a-fim e melhorar ainda mais a experiência dos nossos clientes”, afirma o CEO e Presidente da Telefônica Vivo, Amos Genish.

Na parte de produtos, a novidade é o portfólio 3P (banda larga, telefonia fixa e TV paga) nacional integrado. Também vão vir as ofertas 4P (que incluem celular), além de serviços digitais. O anúncio é considerado  um marco para a empresa porque evidencia a acelerada evolução na integração das duas empresas, iniciada há dez meses, em junho de 2015. No comunicado ao mercado, a Vivo informa que empregou recursos da ordem de R$ 25 milhões para mudança de uniformes, frota, material de vendas, equipamentos, fachadas além de operações pontuais de TI e engenharia.

“Trabalhamos muito para que a união das empresas realmente trouxesse valor para clientes, colaboradores, acionistas e para o País, que vai receber mais investimentos, já que nos tornamos uma empresa mais forte e capitalizada”, disse Genish. A rede de fibra óptica da GVT, presente em 159 cidades, será usada para aumentar a capacidade da rede móvel da Vivo. 

Até agora, segundo o comunicado oficial da Vivo, mais de 24% das torres de transmissão móveis foram conectadas por fibra ótica, o que reflete na qualidade do serviço prestado. O plano é ampliar este percentual para 30% até o final de 2016. Além disso, 67 rotas de backbone, redes de longa distância que interligam diferentes estados, já foram compartilhadas. Mais de 3.300 links alugados foram migrados para a rede própria, garantindo maior controle e confiabilidade da rede. 

Ao todo, a rede de fibra óptica da Vivo está presente em 186 cidades, com 16,7 milhões de lares conectados que podem contratar serviços de ultrabanda larga e de TV paga por meio de fibra. No Estado de São Paulo, a rede fixa predominantemente de cobre será parcialmente substituída por fibra ótica que permite oferecer ultravelocidades de banda larga de até 100Mbps. O objetivo é conectar, em 2016, 2,7 milhões de domicílios a este novo modelo de rede. 

Outro movimento-chave da Vivo, reforça o comunicado ao mercado, enviado nesta quinta-feira, 14/04, é o Plano de Qualidade, lançado em julho do ano passado, com a ambição de criar um processo de transformação e melhoria contínua na empresa.

O plano tem como objetivo entender as necessidades dos clientes em cada um dos processos do ciclo de vida do cliente, identificar indicadores, definir metas e estabelecer um compromisso com toda a organização. Com o plano, são acompanhadas as etapas de vendas, ativação, funcionamento, faturamento, atendimento, suporte técnico e cancelamento. Para cada uma, são priorizadas as principais necessidades dos clientes a serem atendidas. Atualmente, estão em andamento 118 ações focadas na melhoria da experiência do cliente, sendo que mais de 30 já estão implementadas.

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