Discovery divulga promo do especial "SHERPAS: A VIDA NO EVEREST"



Os sherpas são coadjuvantes em todas as proezas de alpinistas e turistas que desafiam o Everest. Nativos de vilarejos da região, eles guiam os montanhistas, carregam equipamentos pesados, montam acampamentos e fazem operações logísticas por trilhas perigosas, no meio da noite, para garantir a segurança de clientes de operadoras que exploram a região.

No domingo, 24 de abril, às 23h10, o Discovery apresenta SHERPAS: A VIDA NO EVEREST (Sherpa), especial inédito que documenta a relação do povo sherpa com a montanha e com o trabalho de seus jovens, diante de uma das piores avalanches registradas no Everest, em 18 de abril de 2014, na região de Khumbu Icefall. A produção, com uma hora e meia de duração, capta os acontecimentos que se iniciam 12 dias antes da tragédia que vitimou 16 sherpas, até a semana seguinte ao desastre.

A catástrofe foi decisiva nas discussões sobre a indústria do alpinismo no Everest, cuja base depende dos nativos nepaleses. Ficaram evidentes as condições de trabalho dos sherpas e iniciou-se um movimento por melhorias.
No dia do desastre, a produção filmava o que seria originalmente um documentário sobre a temporada de escalada. O foco era a já existente tensão entre montanhistas e sherpas. Diante da tragédia, porém, a narrativa mudou de rumo.

Os registros incluem os primeiros chamados de socorro e as reações das famílias de alguns dos trabalhadores que estavam na montanha. As tradições, crenças religiosas, os rituais, a vida e o luto dos nativos saem da sombra do “sonho ocidental” que as expedições representam e assumem o foco da história.

A partir dos depoimentos de familiares do lendário Phurba Tashi, um dos sherpas que testemunharam o desastre, SHERPAS: A VIDA NO EVEREST compõe um retrato intimista da cultura desse povo. Na tradição sherpa, aqueles que vivem do Everest desafiam poderes místicos em uma atividade passível de punição pelas forças da natureza.

Morador do vilarejo de Khumjung, Phurba chegou ao topo do Everest em 1999, na primeira das 21 vezes em que completou a façanha junto a clientes das empresas operadoras de expedições. Ele representa a atualidade de um mercado que se intensificou nos anos 1990. Desde então, para muitos ocidentais, a atividade dos sherpas passou a definir sua etnia e se transformou em sina para os jovens que buscam alguma prosperidade financeira.

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