Desafio no mar de Noronha complica os planos de filmagem no Câmera Selvagem deste sábado


Câmera Selvagem. (divulgação)
O renomado cinegrafista de natureza Cristian Dimitrius traz uma novidade para o quinto episódio da série Câmera Selvagem, que vai ao ar no sábado, 13 de agosto, no  canal NAT GEO. Ao lado dos parceiros Bulba e Daniel, ele mergulha no mar de Fernando de Noronha para realizar uma gravação em time-lapse, uma técnica de filmagem em que se capta a imagem de uma paisagem, ação ou objeto com um intervalo maior entre os quadros. Essa técnica, quando a imagem é reproduzida, sugere que o movimento está acelerado.

Cristian já realizou muitas filmagens assim em sua carreira, porém esta é a primeira vez em que utiliza esta técnica debaixo d’água. Em busca do melhor cenário para valorizar o efeito desejado, Cristian viaja até Fernando de Noronha, mas é preciso mais do que isso para conseguir colocar seu plano em prática. Para isso, o trio terá que desenvolver uma traquitana toda especial em busca dessa missão.

"Levar uma engenhoca capaz de movimentar a câmera lateralmente, enquanto registra uma foto a cada 10 segundos, foi um grande desafio. As adversidades marinhas como correntes, ondas, visibilidade, detritos, salinidade e pressão deixaram tudo mais difícil. Foi a primeira vez que alguém tentou uma imagem como essa em nossas águas e toda vez que se busca algo inédito, ainda mais debaixo d’água, temos que estar preparados para lidar com o inesperado”, comenta Cristian Dimitrius.

A série Câmera Selvagem é uma coprodução entre FOX Networks Group Brasil, Mistika, do produtor Marcelo Siqueira, e Cristian Dimitrius Produções, e, semanalmente, mostra uma equipe de multitalentos que viaja pelo Brasil em busca das melhores imagens da vida selvagem, unindo biologia e tecnologia para alcançar seus objetivos. O programa é exibido aos sábados, às 21h00, no canal NAT GEO, e inova tanto pela ideia quanto pelos equipamentos que foram usados na captação para os oito episódios de 30 minutos. 

Dirigida por Eduardo Rajabally, a série foi filmada com câmeras de cinema, a Arri Alexa Mini e a Arri Amira, com pós produção de imagem da Misitka, que também é a finalizadora da série. Esses elementos garantem uma estética cinematográfica para toda a obra. Ao todo, foram mais de 100 diárias de filmagens e passagens por sete estados: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Rondônia, Piauí e Pernambuco.

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