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Acionistas aprovam a fusão com a AT&T e a Time Warner


Uma nova etapa da fusão é concluída. (Imgem/Divulgação)
Em uma assembleia nesta quarta, 15, em Nova York, os acionistas da Time Warner votaram a favor do acordo de fusão com a AT&T, com 78% dos votos de detentores de ações ordinárias em circulação a favor. Com a aprovação dos acionistas, a companhia espera agora a análise regulatória da transação, afirmando esperar que seja concluída antes do final do ano. Em comunicado, o chairman e CEO da Time Warner, Jeff Bewkes, disse estar satisfeito com a aprovação da fusão com a operadora.

Apesar de o presidente Donald Trump ter se pronunciado contra a consolidação dos dois grupos ainda durante o período de eleições, a tendência é que a transação acabe sendo aprovada. O próprio Trump já mostrou não ver problemas em grandes concentrações de mercado. Além disso, o CEO da AT&T, Randall Stephenson, deu recentes declarações à imprensa norte-americana mostrando otimismo com a conclusão da aquisição da Time Warner até o final de 2017. Ele alegou à emissora CNBC que o Departamento de Justiça dos EUA está revisando a operação, e que "as coisas vão no ritmo esperado". O negócio ainda passa pelo escrutínio das autoridades dos EUA.

A transação foi anunciada em 2016, quando a AT&T propôs pagar US$ 85,5 bilhões pela Time Warner. Além do grande impacto nos EUA, onde será criada a maior empresa do setor de telecomunicações, o Brasil também será afetado.

Aqui, a AT&T é dona da Sky, e a Time Warner, de uma série de canais da TV paga. A Anatel estuda se a fusão poderia acontecer, mas já demonstra que pedirá adequação dos ativos da empresa, uma vez que a Lei do SeAC veta a propriedade cruzada entre empresas de telecomunicações e de mídia.


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