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A relação de Hamilton de Holanda com o bandolim, em série exclusiva do Curta!


As Canções da Minha Vida traz Hamilton de holanda. (Imagem/Divulgação)
No episódio desta semana da série exclusiva do Curta!, “As Canções da Minha Vida”, na Segunda da Música, 20, às 23h30, o instrumentista Hamilton de Holanda comenta sua relação que tem com o bandolim, instrumento que toca desde os cinco anos. Hamilton também revela sua admiração pelo “Carinhoso”, de Pixinguinha, uma das primeiras que aprendeu a tocar e que marcou uma cena curiosa que vive com o pai.

- Uma vez eu toquei em Brasília e o teatro estava cheio. Acho que era Dia dos Pais ou aniversário do meu pai. E ele estava na plateia. Eu estava com microfone sem fio, então eu desci do palco e fiquei tocando na frente dele. Foi uma comoção. Todo mundo chorou. Aí meu pai veio no meu ouvido e falou: “o microfone está baixo”. Você vê como é o pai da gente. Não estava nem aí que eu estava fazendo uma homenagem. Ele queria saber se estava dando tudo certo – contou o músico em declaração ao diretor de “As Canções da Minha Vida”, Bruno Levinson.  

No episódio, além de "Carinhoso" do mestre Pixinguinha, Hamilton de Holanda faz interpretações de "Encontros e Despedidas" que ficou conhecida na voz de Milton Nascimento, "Adios Nonino", de Astor Piazzolla, e a composição própria "Capricho de Santa Cecília". 

Com 13 episódios, a série “As Canções da Minha Vida” traça um panorama sobre as canções que marcaram e influenciaram o repertório de importantes nomes da música brasileira. Produzida pela Raccord Produções, com direção e roteiro de Bruno Levinson, a série  é financiada pelo Fundo Setorial do Audiovisual.

A matriz africana e seus desdobramentos na arte contemporânea brasileira são tema do episódio inédito da série “Estados da Arte”, que vai ao ar na Terça das Artes, 21, às 23h30. A produção traz Aderbal Ashogun, o artista-sacerdote que promove e defende a cultura afro-brasileira e a narrativa pictórica e poética do tráfico negreiro pelo olhar de Arjan Martins. Além de Aderbal e Atjan, também participam do episódio Tiago Sant´Ana, que apresenta o sincretismo no Recôncavo Baiano; Ronald Duarte, que propõe o encontro da arte com o ritual; Paulo Nazareth, artista-andarilho em busca da afirmação de uma identidade negra e latino-americana; e Michelle Mattiuzzi, que expõe e problematiza seu corpo negro feminino.  

Na Quarta de Cinema, 22, a faixa “A Vida é Curta!”, faz uma homenagem ao cineasta pernambucano Pedro Severien e exibe três curtas do realizador. Para começar, “Lojas de Répteis”, produção com os personagens Aluísio, que ama a loja e seus animais, e Cristina, que não vê a hora de vender o lugar. Na sequência, é a vez de “Carnaval Inesquecível”, curta-metragem que apresenta versões distorcidas de figuras típicas do carnaval, como bonecos gigantes monstruosos, frentistas que abastecem os próprios corpos com gasolina, cachoeiras de urina e foliões embriagados, entre outros personagens. Encerrando a faixa, “São” apresenta um homem que se torna agressivo com a namorada depois de ler uma carta de seu pai, que acaba de morrer.

Na Quinta do Pensamento, 23, às 21h30, a caleidoscópica produção cultural de um dos principais coletivos de arte do Rio de Janeiro dos anos 1970, o Nuvem Cigana, é destaque no Curta!. Com direção de Claudio Lobato, ex-integrante do grupo, e Paola Vieira, o documentário “As Incríveis Artimanhas da Nuvem Cigana” resgata a história do grupo formado por poetas, arquitetos, artistas visuais, músicos e jornalistas, que incluía, além de Lobato, nomes como Chacal, Dionísio de Oliveira, Cafi e Lúcia Lobo. “As Incríveis Artimanhas da Nuvem Cigana” é uma coprodução Diversão e Arte/Synapse, financiada pelo Fundo Setorial do Audiovisual (PRODAV 01/2013).

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