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Animal Planet estreia a nova série "Indonésia Selvagem"


"Indonésia Selvagem" é a nova série do canal. (Imagem/Divulgação)
A Indonésia é uma das mais belas demonstrações da força implacável que emana do centro da Terra. As mais de 17 mil ilhas do arquipélago foram esculpidas por atividade vulcânica intensa e pelo choque das placas tectônicas – da fúria e do magma surgiram paraísos tropicais que vão de ilhotas até as gigantescas Java, Sumatra e Bornéu.

A partir desta segunda-feira, 24 de julho, às 21h30, o Animal Planet visita porções inexploradas do arquipélago para registrar as espécies únicas que ali vivem, com a estreia da série INDONÉSIA SELVAGEM (Wildest Islands of Indonesia). Em cinco episódios de uma hora, a produção vai às profundezas dos mares e a recônditos selvagens, revelando as majestosas fauna e flora que concentram 15% das espécies de todo o planeta.

Localizada na borda do Círculo de Fogo do Pacífico, dividindo os oceanos Pacífico e Índico, a Indonésia possui área aproximada de dois milhões de quilômetros quadrados. Esse território é constituído pela vastidão dos mares e por selvas intocadas – habitats únicos, onde a natureza seguiu  seu curso evolutivo sem a  interferência humana, abrigando assim animais raros e exóticos.

As ilhas mais jovens foram formadas por atividade vulcânica há cerca de três milhões de anos. Ainda hoje, entretanto, a força da natureza se manifesta nas florestas, tempestades tropicais, abalos sísmicos e erupções; são mais de 130 vulcões ativos no arquipélago, que ocasionam erupções e abalos quase que diariamente.

No primeiro episódio, INDONÉSIA SELVAGEM mostra como esse histórico geológico resultou na existência de animais gigantescos que vivem isolados pelos mares. Entre as espécies que aparecem na estreia estão os orangotangos, elefantes, o tubarão-baleia e o macaco-narigudo.

Nas ilhas limítrofes ao ocidente da Indonésia, a abundância de alimentos e a ausência de predadores fez os artrópodes terrestres assumirem formas exóticas: gigantes, os caranguejos-dos-coqueiros  chegam a medir um metro, ultrapassaram a faixa de areia e, ao longo de milhares de anos, passaram a viver longe do mar e a subir em árvores na busca por alimento.

Em Sumatra, os elefantes desafiam a lógica: os primeiros deles chegaram à ilha andando, quando Sumatra ainda era conectada ao continente asiático, há milhares de anos. Com o aumento do nível do mar, os elefantes ficaram ilhados, disputando território com a serpente mais venenosa do Terra, a cobra-real.

Na copa das árvores, outro gigante faz abrigo. O orangotango é o maior arborícola  e chega a viver 45 anos, alimentando-se de frutas e sem precisar descer ao solo. As câmeras flagram os cuidados da mãe com seu filhote: o pequeno orangotango se agarra à fêmea enquanto ela o ensina truques para viver no topo das árvores – retirar água do tronco das árvores é uma das estratégias.

Ainda no primeiro episódio, a maior cobra do mundo parte para sua caçada anual: a píton-reticulada chega a medir dez metros e abate uma presa com cerca de trinta quilos. Na profundeza do mar de águas tropicais, ao norte de Papua, uma baía concentra profusão de vida selvagem em arrecifes que servem de abrigo ao maior peixe do mundo, o tubarão-baleia.

Depois, dois besouros-rinoceronte batalham pelo domínio do território e suas fêmeas. Em Bornéu, o macaco-narigudo ostenta seu próprio símbolo de dominância: quanto maior o nariz, maior o poder.

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