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Multishow estreia “A Vila”, novo humorístico com Paulo Gustavo e grande elenco


Novo humorístico "A Vila" com Paulo Gustavo e grande elenco. (Imagem/Divulgação)
Após a falência do circo em que trabalhava, o palhaço Rique (Paulo Gustavo), acompanhado de sua melhor amiga Violeta (Katiuscia Canoro), também órfã do picadeiro, se mudam para uma pacata vila. Rique estaciona seu trailer, sua atual residência, para procurar emprego e se depara com os mais diversos tipos de moradores no local, onde se mete em inúmeras confusões. Esta é a trama de “A Vila”, novo programa do Multishow com estreia marcada para o dia 07 de agosto, às 22h30. No elenco também estão Monique Alfradique, Gil Coelho, Lucas Salles, Teuda Bara, Ataíde Arcoverde, Zezeh Barbosa, Aldo Perrota e Alex Pinheiro. São 25 episódios com produção de A Fábrica, redação final de Andrea Batitucci, Leandro Muniz e Leandro Soares e direção de João Fonseca e Pedro Antônio Paes.

“O Multishow busca desenvolver projetos de humor que sejam voltados para divertir o público do Canal. Na Vila, as histórias são leves, as personagens cativantes e as tramas são construídas com este intuito. É sempre muito importante aliar esta premissa a um grande valor artístico e de produção. A equipe do projeto conta com profissionais muito qualificados em todas as áreas. Alguns são colaboradores de outros projetos de sucesso do Multishow como João Fonseca, Pedro Antônio, Leandro Soares e Zé Carratu. A busca por estas premissas estará sempre presente na escalação do elenco. Este projeto foi desenvolvido junto com o Paulo, que é um grande talento e tem um timing de humor muito preciso, próprio.  As escolhas para formar o elenco foram muito cuidadosas e conseguimos reunir um grupo de qualidade, que mostrou entrosamento, o que é fundamental para este jogo de cena, que conta com improviso e plateia. O aplauso, o riso, são um ótimo termômetro para o elenco, direção e roteiristas”, explica Christian Machado, Diretor de Conteúdo do Multishow.

O ex-palhaço Rique é um cara de bom coração e muito atrapalhado. Está sempre procurando emprego e vive de pequenos bicos na vila. Paulo Gustavo conta como surgiu a ideia do projeto, as inspirações e referências usadas e comenta o entrosamento com o elenco: “Sempre tive vontade de fazer um palhaço, era um desejo antigo, me identifico muito com eles, até porque me considero um por natureza. O Rique sou eu de peruca, suspensório e meias coloridas. Não estou tentando me reinventar com esse personagem, esta não é a minha pretensão neste projeto. E sim fazer o público de casa rir, é um programa de humor leve, colorido, de energia, para relaxar e assistir com a família. Nos inspiramos em sitcons nacionais e outras referências internacionais, como Chaves, Buster Keaton e Chaplin, fizemos uma grande mistura e levamos algo diferente para o palco. A cada episódio vamos falar sobre vários assuntos, é um programa lúdico, eu vou fazer mágicas inclusive. Fizemos boas escolhas no elenco e tivermos muita sorte no entrosamento, já nos sentimos como uma família”.

Violeta é a melhor amiga de Rique. Parceiros de circo e na vida, estão sempre arrumando inúmeras confusões com o pessoal da vila. “Busquei inspirações na minha criança interior. A Violeta quer sempre se dar bem, mas ela possui um forte lado infantil, tudo é uma grande brincadeira para ela. Estou amando trabalhar com o Paulo, ele é muito generoso, um ótimo companheiro de cena e uma pessoa incrível. Como somos uma dupla, ele me dá muito espaço para improviso, trocamos muitas piadas”, declara Katiuscia Canoro sobre as características de sua personagem e como é trabalhar pela primeira vez ao lado de Paulo Gustavo.

A personagem de Monique Alfradique, a independente Isabela, vive um triângulo amoroso com o romântico Joca (Lucas Salles) e galanteador Bené (Gil Coelho). “Ela é uma menina enérgica, corajosa e esperta. Mesmo jogando charme para seus dois pretendentes, ela prefere ficar solteira e focar nos seus esportes radicais”, conta Monique. Lucas Salles defende seu personagem e expõe sua visão sobre a importância do programa: “Existem muitos Jocas na vida real. São jovens, que mesmo apaixonados, não conseguem dar seus próprios passos por serem reféns da mãe, que os tratam como crianças indefesas. Estou amando fazer o programa, considero o Multishow o salvador da pátria do humor nacional. O fato de ter tantos comediantes talentosos e tantos programas que exploram esses artistas é fundamental”. Gil Coelho fala de suas inspirações e curiosidades sobre Bené: “Assisti alguns filmes e novelas com personagens no estilo Don Juan e também referências de cômicos triângulos amorosos. Foi uma surpresa quando descobri que o Bené tocava cavaquinho, há 10 anos eu tocava esse instrumento, mas em cena é tudo brincadeira, a performance é para ficar engraçada”.

Os personagens de Teuda Bara, Zezeh Barbosa e Ataíde Arcoverde interagem bastante entre si e estão sempre envolvidos nas confusões do palhaço Rique e de Violeta. Com grandes trabalhos no teatro, Teuda fala sobre a experiência do projeto: “Televisão é bem diferente de teatro, o processo é mais rápido, ainda mais em seriados de humor, onde improvisamos bastante. A Dona Fausta é mandona e possessiva, ela pega no pé do filho e fica atormentando o Seu Lupércio. Minha dobradinha com o Ataíde está ótima, ele é maravilhoso, assim como todos do elenco”. Consagrado na carreira de humorista, Ataíde revela as referências que buscou para seu personagem: “Me inspirei na peça O Avarento, de Molière, para fazer o Seu Lupércio. Um homem bravo, avarento e ranzinza, que só pensa em seus tostões. A relação dele com o pessoal na vila é muito boa até o ponto em que todos paguem o aluguel, já que ele é o proprietário de todas as casas”. Zezeh Barbosa, também experiente no ramo da comédia, interpreta uma cartomante trambiqueira e explica os motivos de achar sua personagem especial: “É a primeira vez que faço uma personagem da África, por isso ela é tão significativa para mim. Eu amo o visual exótico da Madame Zaluê, o turbante, as sobreposições de roupas e acessórios e as pinturas no rosto, inspiradas em tribos africanas”.

Segundo João Fonseca, um dos diretores do programa, o entrosamento do elenco é um dos pontos fortes do projeto: “Estamos fazendo uma comédia sem pretensões, o objetivo é divertir. Exploramos toques e características de circo e muito humor físico. É um prazer poder trabalhar com esse elenco maravilhoso. Temos um grupo extraordinário de atores com bagagens diferentes, do teatro, cinema e TV. Eles se completam muito em cena. Temos muitas ideias, cacos surgem durante as gravações e a maioria a gente incorpora no trabalho. É uma criação coletiva, o programa é realmente deles”.

Para incorporar o personagem, Paulo Gustavo teve que aprender alguns números de mágica, que serão vistos ao longo dos episódios. Fazer um lenço voar, mudar de cor e sumir, engolir um balão inflável e também bolas de pingue-pongue estão entre as peripécias do palhaço Rique. Acertar os truques não foi tarefa fácil e os erros de gravação também poderão ser vistos no programa.

“O tema circense está no imaginário coletivo e traz uma pegada lírica e suave para a trama, assim como o público que queremos atingir, que gosta de ver histórias simples, engraçadas e com personagens divertidos. Para ampliar e agregar esse ambiente lúdico, convidamos o renomado ilusionista Andrély para ensinar diversos truques para o Paulo Gustavo usar em cena e o resultado está bem interessante. Quando se tem uma estrela da comédia como o Paulo no papel de protagonista o projeto se transforma e se torna diferenciado, pois ele é mestre em manter uma esfera cômica o tempo inteiro presente”, declara o também diretor Pedro Antônio Paes.

Com aproximadamente mil metros quadrados, o cenário de “A Vila” foi projetado pelo Diretor de Arte Zé Carratu e criado especialmente para a trama. Não possui referências com nenhum local existente. É formado a partir da fachada das casas dos personagens, além do trailer de Rique, um bar, uma praça de lazer e um cemitério. As extremidades do cenário ainda permitem variações dependendo do roteiro, os espaços podem se transformar em um antiquário, um hotel ou uma casa abandonada por exemplo. As gravações também contaram com uma plateia de 150 pessoas a cada episódio.

“Neste projeto, apesar de estarmos em um estúdio de mais de 1.000 metros quadrados, temos toda a ambientação cênica em áreas externas da Vila. Isto é um diferencial do projeto”, finaliza Christian Machado.


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