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Glória Maria revela truques de beleza, no próximo ‘Superbonita’ desta segunda


Glória Maria revela troques de beleza. (Imagem/Divulgação)
O próximo episódio do “Superbonita”, que vai ao ar nesta segunda-feira (18), às 21h, no GNT, traz convidadas especiais para um bate papo descontraído sobre tipos de pele e a beleza da diversidade. No sofá, Karol Conka recebe Glória Maria, que conta mais da sua trajetória, os desafios internos e externos que enfrentou em busca do seu espaço e de como hoje se sente bem e completa na própria pele. Fora dos estúdios, a drag queen Shizue Morimoto e a hair stylist Brunna Fabricio dividem suas histórias de transformação e autoconhecimento.

A repórter e apresentadora Gloria Maria, hoje ícone de coragem e força, conta como foi ser uma das primeiras mulheres negras a aparecer em um telejornal. “Quando entrei na TV Globo, fazia as reportagens, mas só aparecia a minha mão nas entrevistas. Quando os repórteres começaram a aparecer, eu fui uma das últimas porque tinha pavor. Estava tão acostumada com aquela reação estranha das pessoas com relação aos pretos, que eu tinha medo da maneira que os telespectadores iriam reagir ao me ver. Tive que fazer terapia para ter coragem de estar em vídeo”, diz.  
            
Shizue Morimoto trabalhou como arquiteta por 17 anos, mas foi com a maquiagem que ela se descobriu e deixou a Palloma Maremoto fluir. “É muito bom quando você pode dar uma pausa de você mesmo para ser outra pessoa completamente diferente. Você se descobre de outras formas. Usei o Palloma para me empoderar”, conta ela, que hoje se traveste de drag queen. “Foi assistindo um reality show que entendi que drag é uma expressão mais plural e menos limitada. Fiquei muito impressionada em como era possível transformar uma pessoa através da maquiagem. Comecei a me montar por causa disso”, completa. No "Superbonita", vamos conferir a preparação de Shizue para receber a maquiagem artística.

Hoje, a hair stylist  Bruna Fabricio vê suas sardas como sua marca registrada, mas nem sempre foi assim. “Comecei a ter sardas aos 6 anos. Na época, era bem gordinha e não gostava das sardas porque as outras crianças faziam bullying. Aos 14 anos, passei a me preocupar ainda mais e pedi a minha mãe para ir ao dermatologista. Até hoje faço tratamento para reduzir as manchas”, conta ela ao confessar que demorou a se aceitar.      

Ainda no episódio, a psicanalista Ana Paula Gomes e as dermatologistas Juliana Neiva e Katleen Conceição comentam as questões levantadas pelo tema. Já a influenciadora digital Jeh Lopes dá sua dica para realçar a pele.

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