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Grupo Simba terão apenas 12 meses para criar novos canais destinados à TV paga


Apenas 12 meses para colocar na mesa os planos para os novos canais. (Imagem/Reprodução)
Após o fim da guerra que durou 5 meses,  O grupo Simba não terão muito tempo para festejar a volta dos canais Record, SBT e Rede TV, as operadoras de TV paga NET, Claro, Vivo, e SKY

Pelo contrário, as emissoras terão que começar a planejar a criação dos novos canais destinados a TV paga nos próximos meses. 

Segundo informações do jornalista Ricardo Feltrin, umas das condições impostas para fechamento do acordo entre as operadoras e o grupo na semana passada, que eles tem exatamente 1 ano para apresentar de dois a três canais. 

Antes  do fechamento do acordo, o grupo Simba não havia apresentado nada a respeito dos novos canais, embora que as fontes ligadas ao grupo tenham divulgado "extra oficialmente", nos últimos meses que, se quisessem, poderia lançar de "imediato" canais "na linha de shows", de "Novelas antigas e recentes", até um ''Canal do Chaves". 

Fontes ouvidas pelo jornalista, pessoas a par das negociações garantem que, desses, o único canal viável no curto e médio prazos é o de novelas.

Os demais não tem sequer a chance de nascer (Chaves),  ou dependem de muitos outros fatores, que envolvem direitos autorais de imagem e de música, e outros direitos conexos (shows). Ou então nem sequer despertam interesse das operadoras.

O que isso significa: que não adianta à Simba juntar um punhado de conteúdo qualquer e levar para Sky, Net e Claro e dizer: “está aqui”. Não. Porque quem vai dar a palavra final se o futuro canal interessa ou não são as operadoras.

O FUTURO E O BOLSO

Por fim, a Simba precisará ficar ainda mais esperta porque dentro de exatamente 4 anos o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), irá reavaliar a existência da joint-venture.

Em outras palavras, em meados de 2021 o órgão de defesa econômica vai avaliar novamente se a Simba está cumprindo as obrigações e responsabilidades que chamou para si quando recebeu autorização para ser formada.

Em português claro: os três sócios da Silba precisam a partir de agora enfiar a mão no bolso e criar uma nova estrutura de fato, com funcionários, e investir na compra ou produção de conteúdos que sejam de interesse das operadoras ( e também de seus telespectadores).

Seja R$ 18 milhões ou R$ 18 reais por mês (os valores acertados são desconhecidos ainda), o que é certo  é que pelo menos cerca de 30% do que as operadoras passarem a repassar à Simba mensalmente, a partir de agora, deverá se tornar investimento em conteúdo e programação. A joint-venture não pode enfiar o dinheiro em seu caixa e ir embora assobiando.

É um preço até pequeno que Record, SBT e RedeTV! pagarão por ter ignorado TV por assinatura nos últimos 25 anos.

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