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Curta! comemora o dia do professor com estreia de ‘Revolução da Escola 1918-1939’, documentário inédito na TV brasileira


Programação especial Dia do Professor. (Imagem/Divulgação)
O Dia do Professor é celebrado em 15 de outubro e o Curta! antecipa as comemorações com a estreia, na Quinta do Pensamento, 12, às 22h30, do documentário inédito na TV brasileira, "Revolução da Escola 1918 - 1939". O longa-metragem, produzido pelo Arte France, tradicional canal público franco-alemão, revela o movimento de pensadores como Maria Montessori, Célestin Freinet, Ovide Decroly e Alexander S. Neill na tentativa de, logo após a Primeira Guerra Mundial, introduzirem novos métodos mais focados no desenvolvimento natural dos alunos. Os intelectuais acreditavam em um mundo sem violência e buscavam o ensino centralizado nas crianças. A ascensão do fascismo, porém, derrubou a expectativa de revolução e afetou o método educativo usado pelas escolas até hoje.

Dirigido por Joanna Grudzinska, “Revolução da Escola 1918 – 1939” faz parte de um pacote de novas aquisições do Curta! de conteúdos do Arte France. A parceria, que frequentemente leva ao público do Curta! conteúdos qualificados, reitera o compromisso do canal em difundir as culturas nacional e internacional. 

Também na Quinta do Pensamento, às 23h30, o episódio inédito da série exclusiva “Imortais da Academia” fala sobre a cadeira de número 4 da Academia Brasileira de Letras e revela que o escritor, poeta e jornalista gaúcho Mário Quintana teve o pedido de candidatura negado por três vezes. O episódio destaca ainda outros importantes nomes da literatura dos pampas, como Carlos Nejar, um dos principais autores contemporâneos do Rio Grande do Sul e atual ocupante da poltrona; Alcides Maya, um regionalista dos pampas; e o patrono Basílio da Gama, mineiro autor de “O Uraguai”, um poema épico que se passa no Rio Grande do Sul. Produzida pela Giros e dirigida por Belisario Franca, “Imortais da Academia” conduz o público em um passeio pelo presente e pelo passado da ABL e é uma série financiada pelo Fundo Setorial Audiovisual, o FSA.

Na Segunda da Música, 9, às 23h15, o cantor Daniel apresenta sua versão de ‘Será’, sucesso com a banda ‘Legião Urbana’, na volta da série exclusiva “As Canções da Minha Vida”. Além dessa, Daniel realiza outras interpretações de músicas que inpiraram sua carreira e conta momentos que marcaram sua trajetória artística. “As Canções da Minha Vida” traz grandes nomes da música brasileira dos mais diversos gêneros, que revelam influências e inspirações que ajudaram a construir suas próprias identidades artísticas. A série é uma produção da Raccord Produções, com direção de Bruno Levinson, financiada pelo Fundo Setorial do Audiovisual.

A história do maior ícone da arquitetura moderna brasileira é destaque na Terça das Artes, 10, às 22h. O canal exibe “Oscar Niemeyer – A Vida é um Sopro”, documentário que conta de forma descontraída como ele concebeu seus principais projetos. O longa-metragem mostra, ainda, como Niemeyer revolucionou a arquitetura moderna, com a introdução da linha curva e a exploração de novas possibilidades de utilização do concreto armado. A produção conta com imagens de arquivo inéditas e raras e depoimentos de personalidades como os escritores José Saramago, Eduardo Galeano, Carlos Heitor Cony e o poeta Ferreira Gullar.

Na Quarta de Cinema, 11, véspera do dia das crianças, a faixa “A Vida é Curta” é dedicada a elas. Às 20h, “Cordilheira de Amora II” abre a sessão especial. O documentário de Jamille Fortunato, filmado com celular na Aldeia Amambai, no Mato Grosso do Sul, apresenta uma índia Guarani Kaiowá de 9 anos que transforma seu quintal num experimento do mundo. Na sequência, é a vez de “Vertières I, II, III”, de Louise Botkay. A diretora revisita a própria infância, ao voltar ao Haiti, país onde morou quando criança. Depois, é a vez de “Avós”. Em cena, Leo comemora seu décimo aniversário. De uma avó, ele ganha meias; da outra, cuecas. Do avô, Leo recebe uma velha câmera Super-8, através da qual relata a tentativa de trocar os presentes com as avós. Nesse meio tempo, descobre que Mônica Lewinsky é judia, que Clinton é o presidente da América, que os números nos braços dos avós são os responsáveis por ele ser gordinho e que a tal câmera velha não serve para mais nada. Encerrando a faixa, é a vez de “Silêncio e Sombras”. Premiado como o Melhor Curta de Animação Nacional no festival ‘Amaldiçoados’, em 2009, a produção foi livremente inspirada num poema de Goethe e narra de maneira poética o fim da infância e as incertezas da vida adulta.

Ainda na Quarta de Cinema, às 23h30, o episódio inédito da série “Luz & Sombra - Fotógrafos do Cinema Brasileiro” revela a trajetória de um dos mais experientes e premiados diretores de fotografia latino-americanos: Ricardo Aronovich. Nascido em Buenos Aires, onde realizou “Los Venerables Todos” (1962), Aranovich veio para o Brasil fotografar “Os Fuzis” (1964), de Ruy Guerra. Em solo brasileiro, fotografou ainda “São Paulo S.A” (1965), “Garota de Ipanema” (1967), entre outros. Na Europa, trabalhou com ícones do cinema como Alain Resnai, Costa Gavras, Ettore Scolla. Na gravação feita em Buenos Aires, Ricardo Aronovich relembra produções como “O Baile” (1983), “Missing” (1982) e “Providence” (1977), entre outras. 

Na Sexta da Sociedade, 13, às 22h30, a segunda e última parte de “1935, O Assalto ao Poder”. Dirigido por Eduardo Escorel e Claudio Kahns, o filme esmiúça o conturbado ano de 1935. Nele, três levantes militares, em três diferentes capitais brasileiras, tentaram derrubar o governo de Getúlio Vargas. Com base em imagens inéditas encontradas em arquivos europeus e norte-americanos, o filme conta com depoimentos de vários participantes do levante e intervenções dos historiadores Paulo Sérgio Pinheiro, Boris Fausto, José Murilo de Carvalho, Marly Vianna, Paulo Cavalcanti e Homero Ferreira, além do escritor Fernando Morais e do jornalista William Waack. 

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