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Documentário sobre o tempo estreia com exclusividade no Canal Curta!


Documentário sobre o tempo estreia com exclusividade no Curta!. (Imagem/Divulgação)
Quanto tempo cabe nas horas, nos minutos e nos segundos do tempo contemporâneo? No documentário inédito na TV, “Quanto tempo o tempo tem”, que estreia com exclusividade no Curta!, na Sexta da Sociedade, 17, às 22h35, a cineasta Adriana Dutra parte dos próprios conflitos com o tempo para investigar as principais linhas da consciência humana sobre o tempo. O cineasta Walter Carvalho assina a fotografia do longa, ao lado de Bacco Andrade. Em “Quanto tempo o tempo tem”, os diretores propõem uma reflexão sobre o tempo a partir das análises, dos comentários e das reflexões dos entrevistados. Personalidades como a escritora e poeta Nélida Piñon, os jornalistas Arthur Dapieve e Arnaldo Jabor, a monja Coen Sensei, o sociólogo italiano Domenico De Maso, o filósofo francês André Comte-Sponville, e o físico, astrônomo e professor Marcelo Gleiser participam do longa-metragem.

Na Terça das Artes, 14, às 23h, depois de ganhar sessões em importantes festivais de cinema do Brasil e da Europa, estreia no Curta! “Tudo é projeto”, documentário sobre a vida e a obra de um dos arquitetos mais respeitados do Brasil e do mundo, Paulo Mendes da Rocha. O longa-metragem parte do olhar e das entrevistas da filha, Joana Mendes da Rocha, que divide a direção com Patricia Rubano, para apresentar as ideias e as opiniões, por vezes consideradas polêmicas, sobre urbanidade, natureza, humanidade, arte e técnica do profissional de quase 90 anos de idade. “Tudo é projeto” foi produzido com exclusividade para o Curta! pela Olé Produções com o apoio da CASA DA ARQUITECTURA e coprodução da Opa! E financiado pelo Fundo Setorial do Audiovisual (PRODAV 06/2013).

Na Quarta de Cinema, 15, Dia da Proclamação da República, a faixa “A Vida é Curta” apresenta uma seleção de filmes políticos. Às 20h, “Meia hora com Darcy”, de Roberto Berliner, abre a sessão. O filme apresenta uma conversa do cineasta com o antropólogo e político Darcy Ribeiro.  Com a habitual veemência e paixão, Darcy Ribeiro discorre sobre diversos assuntos. Após a morte de Darcy, Berliner decidiu apresentar o depoimento histórico em tempo real, sem cortes. Na sequência, é a vez de “Índios no Poder”, de Rodrigo Arajeju. O documentário fala sobre a candidatura do cacique Ládio Veron ao Congresso Nacional em 2014, quase 30 anos depois de Mario Juruna, único parlamentar indígena da história do Brasil.

Ainda na Quarta de Cinema, às 23h30, o episódio inédito da série “Luz & Sombra - Fotógrafos do Cinema Brasileiro” revela a trajetória de um dos mais importantes e poéticos diretores de fotografia do Brasil: Walter Carvalho. No programa, os diretores Betse de Paula e Jacques Cheuiche conversam com Walter Carvalho sobre sua trajetória de sucesso,e suas aclamadas parcerias com grandes diretores, como por exemplo, Walter Salles Jr., Sandra Werneck e José Luiz Villamarin entre outros. Diretor que tem no currículo alguns dos filmes mais aclamados do cinema nacional, entre eles, “Central do Brasil” (1998), “Abril despedaçado” (2001), “Madame Satã” (2002), “Amarelo Manga (2002)”, Walter Carvalho fala sobre o seu processo de trabalho e revela parte de sua criatividade.

Na Quinta do Pensamento, 16, às 23h30, a série exclusiva do Curta!, “Imortais da Academia” chega a cadeira de número 9 da Academia Brasileira de Letras. No episódio, poesia, lirismo e romantismo desde o título do programa: “A saudade imortal de um sol de estio”. O autor do verso é o poeta Antônio Francisco da Costa e Silva, pai do atual ocupante da cadeira 9, o também poeta, ensaísta e diplomata, Alberto Vasconcellos da Costa e Silva. A saudade perpassa não apenas a vida e a obra de pai e filho, como também de outros dos acadêmicos da cadeira 9. O episódio fala, ainda, sobre a trajetória de Gonçalves de Magalhães, autor daquela que é considerada a obra inaugural do romantismo brasileiro, "Suspiros poéticos e saudades", e sobre Marques Rebelo, escritor brasileiro que retrata em sua obra a memória e a nostalgia de um Rio de Janeiro que desapareceu. Produzida pela Giros e dirigida por Belisario Franca, “Imortais da Academia” conduz o público em um passeio pelo presente e pelo passado da ABL e é uma série financiada pelo Fundo Setorial Audiovisual, o FSA.

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