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Canal Brasil - Filmes em destaque da programação de 30 de abril a 06 de maio

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Destaques da programação Canal Brasil. (Imagem: Divulgação)
Conheça os filmes em destaque na programação do Canal Brasil de 30 de abril a 06 de maio.

É Tudo Verdade: Não Respire – Contém Amianto (2017) (71’)
Horário: SEGUNDA, DIA 30, ÀS 22H
INÉDITO E EXCLUSIVO
Apresentação: Amir Labaki
Direção: André Campos, Carlos Juliano Barros e Caue Angeli
Classificação: 10 anos

Sinopse: O amianto é um perigo com o qual milhões de pessoas convivem de perto sem saber dos riscos. Presente em telhas, caixas d’água e diversos outros aparatos da construção civil, a fibra mineral é altamente cancerígena para quem respira seu pó, causando problemas pulmonares irreversíveis e iminentes mortes de características extremamente dolorosas. O documentário de André Campos, Carlos Juliano Barros e Caue Angeli , membros da ONG Repórter Brasil, mostra como o amianto afetou milhares de funcionários de fábricas no país e no mundo e o lobby ferrenho de empresários para impedir a proibição da substância.

Seleção Brasileira – Pela Janela (2018) (87’)
Horário: TERÇA, DIA 01, ÀS 22H
INÉDITO E EXCLUSIVO
Direção: Carolina Leone
Classificação: 12 anos

Sinopse: Rosália (Magali Biff) é funcionária de uma fábrica de materiais elétricos da periferia de São Paulo pelas últimas três décadas. Aos 65 anos, o ofício entre fios, motores e soldas é a atividade exclusiva de sua vida – ela não tem filhos, amigos ou relacionamentos amorosos, tendo o irmão, José (Cacá Amaral), como única companhia de sua morosa rotina. Seu cotidiano resume-se a cuidar da casa humilde em que mora e ser sempre a primeira a chegar e a última a sair da linha de montagem. O dia a dia com praticamente nenhuma emoção sofre um grande baque quando a empresa passa por um processo de fusão e os novos sócios fazem uma série de exigências, entre elas, a demissão da idosa para a contratação de um homem mais novo. Em um momento de suposta calmaria em sua trajetória, a protagonista se vê em uma encruzilhada.

O desligamento da única atividade a preencher seu dia traz a protagonista para um momento de reaprendizado e redescoberta. Tocado pela solidão da irmã, José decide levá-la em uma viagem de carro a trabalho até Buenos Aires, capital argentina, como uma forma de oferecer alguma distração para um cotidiano monótono. A longa estrada até o país vizinho permite Rosália encontrar um novo sentido para a vida, restrita, durante décadas, unicamente ao trajeto entre sua casa e o trabalho. Sem perspectivas, a personagem principal é obrigada, aos 65 anos, a traçar novos planos e encontrar alguma ocupação para preencher seus dias. Com poucas palavras e olhares atentos, a mulher conhece um novo mundo ao mesmo tempo em que precisa lidar com a velhice e a proximidade da morte.

Deserto (2017) (100’)
Horário: QUARTA, DIA 02, ÀS 22H
Direção: Guilherme Weber
Classificação: 14 anos

Sinopse: Um grupo de artistas embarca em uma viagem apresentando um espetáculo por todo o sertão brasileiro. Mas, cansada da vida de nômade, a trupe decide se instalar em uma pequena cidade abandonada, e ali fundar a sua própria comunidade. Eles experimentam pela primeira vez uma outra forma de sociedade, mas para que consigam conviver em harmonia, essas pessoas terão que enfrentar os desafios de viver um novo estilo de vida.

Como Nossos Pais (2017) (106’)
Horário: QUINTA, DIA 03, ÀS 22H
Direção: Laís Bodanzky
Classificação: 16 anos

Sinopse: Laís Bodanzky encontra em diferentes manifestações artísticas influxo para o seu cinema. Bicho de Sete Cabeças (2000), seu primeiro longa-metragem de ficção, tem roteiro baseado em Canto dos Malditos, publicação autobiográfica de Austregésilo Carrano Bueno; e As Melhores Coisas do Mundo (2010) tem como mola propulsora a série de livros Mano, de Gilberto Dimenstein e Heloísa Prieto.

Em seu mais recente trabalho, Laís Bodanzky busca inspiração na canção homônima de Belchior para discorrer sobre os dramas de uma família em crise. Produzida pela Buriti Filmes, a produção estrelada por Maria Ribeiro, Paulo Vilhena e Clarisse Abujamra foi a grande vencedora do Festival de Gramado de 2017 ao conquistar os Kikitos de melhor filme, direção, montagem, atriz, atriz coadjuvante e ator.

Rosa (Maria Ribeiro) é uma jornalista de 38 anos em meio a uma série de conflitos familiares. O casamento com Dado (Paulo Vilhena), um antropólogo imerso em projetos ligados a causas ambientais e indígenas, está prestes a ruir. O trabalho também não lhe traz qualquer prazer e ela amarga um emprego sem perspectivas e méritos enquanto sonha em escrever uma peça de teatro, sua grande paixão profissional. O relacionamento com os pais, divorciados, também é tumultuado; as brigas com a mãe, Clarice (Clarisse Abujamra), são frequentes e ela demonstra maior afinidade com o pai, Homero (Jorge Mautner). O estopim para a crise acontece no momento da descoberta da infidelidade da mãe e da revelação que seu verdadeiro pai é Roberto Nathan (Herson Capri), um poderoso ministro do governo brasileiro.

Ó Paí, Ó (2007) (96’)
Horário:
SEXTA, DIA 04, ÀS 22H
Classificação: 12 anos

Sinopse: Em um cortiço do Pelourinho, em Salvador, tudo é compartilhado pelos seus moradores, especialmente a paixão pelo Carnaval e a antipatia pela síndica do prédio, Dona Joana (Luciana Souza). Todos tentam encontrar um lugar nos últimos dias do Carnaval, seja trabalhando ou brincando. Incomodada com a farra dos condôminos, Dona Joana decide puni-los, cortando o fornecimento de água do prédio. A falta d’água faz com que o aspirante a cantor Roque (Lázaro Ramos); o motorista de táxi Reginaldo (Érico Brás) e sua esposa Maria (Valdinéia Soriano); o travesti Yolanda (Lyu Arisson), amante de Reginaldo; a jogadora de búzios Raimunda (Cássia Vale); o homossexual dono de bar Neuzão (Tânia Tôko) e sua sensual sobrinha Rosa (Emanuelle Araújo); Carmen (Auristela Sá), que realiza abortos clandestinos e ao mesmo tempo mantém um pequeno orfanato em seu apartamento; Psilene (Dira Paes), irmã de Carmen que está fazendo uma visita após um período na Europa; e a Baiana (Rejane Maia), de quem todos são fregueses; se confrontem e se solidarizem perante o problema.

O Silêncio do Céu (2016) (102’)
Horário: SÁBADO, DIA 05, ÀS 22H
Direção: Marco Dutra
Classificação: 16 anos

Sinopse: Diana (Carolina Dieckmann) carrega consigo um grande trauma: ela foi vítima de um estupro dentro da própria casa. Mas ela prefere esconder o caso e não contar para ninguém. Mario (Leonardo Sbaraglia), seu marido, também tem seus próprios segredos – mistérios que, ocultos, estão matando aos poucos a relação do casal.

La Ciénaga – Entre El Mar Y La Tierra (2016) (98’)
Horário: DOMINGO, DIA 06, ÀS 22H
Direção: Carlos del Castillo
Classificação: 12 anos

Sinopse: Alberto (Manolo Cruz) foi diagnosticado ainda criança com distonia, uma doença degenerativa capaz de atrofiar todos os músculos do corpo e o impedir de se mover ou comunicar normalmente. Rosa (Vicky Hernández) fica desolada ao descobrir a patologia, mas cuida com bravura de todas as necessidades do filho. Mãe e filho moram na pobre comunidade ribeirinha de Ciénaga Grande, na costa colombiana, e vivem em uma pequena casa de palafita retirando do mar o sustento do cotidiano. Os dias do jovem são passados integralmente em uma cama respirando com a ajuda de aparelhos à beira do mar em que ele sonha mergulhar. A única companheira é Giselle (Viviana Serna), uma moça encantadora empenhada em encontrar uma solução para a enfermidade do rapaz.

O filme acompanha o cotidiano duro enfrentado por essa família. Rosa assume postura inabalável e mantém-se firme mesmo com todas as adversidades trazidas por um filho em situação clínica tão grave – ela dedica cada minuto de seu dia a cuidar do rapaz com extremo cuidado. A companhia de Giselle é o único alento na vida do rapaz, e logo um sentimento amoroso, ainda que impossível, começa a surgir. Com intensa carga dramática, o filme utiliza a doença do protagonista apenas como pano de fundo para tocar em seu verdadeiro objetivo: dissertar de forma árdua sobre a força do amor, seja entre mãe e filho, amigos, namorados, e, principalmente, pela própria vida, independentemente das dificuldades encontras pelo caminho.




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