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Terceira temporada de "Vivendo com o Inimigo" estreia no Investigação Discovery

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(Imagem/Divulgação)
As histórias reais contadas na terceira temporada de VIVENDO COM O INIMIGO (Evil Lies Here) são protagonizadas por pessoas que amaram assassinos e concordaram em narrar a dor que essa constatação lhes trouxe. Com estreia na terça-feira, 10 de julho, às 23h10 no Investigação Discovery, a nova safra reconstitui o drama de famílias que foram, inadvertidamente, abrigo para homicidas.

Cada episódio de uma hora aborda um caso diferente, utilizando dramatizações para reconstituí-lo sob a perspectiva daqueles que conviviam com os criminosos.  Fortes depoimentos servem de ponto de partida para a série, que também recorre imagens de arquivo, entre elas registros dos julgamentos e entrevistas com promotores e procuradores que estiveram à frente da acusação em cada caso.

Alguns desses familiares viram pistas de que algo estaria muito errado, mas não conseguiram entender a gravidade da situação a tempo. Outros, em negação, fecharam os olhos para o mal que tinham dentro da própria casa. Mas há também aqueles que foram atrás de justiça. Todos eles, entretanto, viveram o momento crítico do confronto com a verdade: aquela pessoa amada e em quem confiavam plenamente é um assassino monstruoso. Ao narrar os fatos de dentro desses lares prestes a se desfazerem, VIVENDO COM O INIMIGO cria uma trama de suspense e tensão em torno da descoberta aterradora dessas pessoas comuns que se viram envolvidas em casos de polícia.

O episódio de estreia baseia-se na história de Cindy Taylor. A mãe dela, Blanche Taylor Moore, está no corredor da morte desde 1990, quando o juiz a sentenciou à pena capital conforme mostram as imagens reais do tribunal recuperadas pela série.

Cindy conta como foi difícil lidar com as acusações e, pior, chegar à conclusão de que sua mãe, a quem apoiou durante todo o processo de investigação e julgamento, é uma assassina. Nas palavras de Cindy o espectador conhecerá Blanche, uma fervorosa e vaidosa católica que gostava de chamar a atenção e atrair olhares nas missas.

Em 1971, uma gripe comum de James, pai de Cindy, evoluiu misteriosamente para um quadro grave que o levou à morte. Em 1986, um dos ex-namorados de Blanche, Raymond Reid, também faleceu em circunstâncias suspeitas, após o fim do relacionamento que manteve com ela por 17 anos.

Em 1990, quando adoece o segundo esposo de Blanche, Dwight Moore, a polícia entra no caso. Cindy via Blanche impassível diante da perda de seus companheiros, mas jamais imaginou que sua própria mãe pudesse ser a assassina sorrateira que os vitimou e que esteve prestes a fazer sua terceira vítima fatal.




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