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Chef francês Olivier Anquier é o entrevistado do Conversa com Roseann Kennedy da TV Brasil

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(Imagem/Divulgação TV Brasil)
Entre idas e vindas, o chef francês Olivier Anquier está há quase 40 anos no Brasil e fala de seu novo momento empreendedor. Com três restaurantes e uma padaria ele recebeu a equipe do programa Conversa com Roseann Kennedy para um bate-papo na cozinha de seu apartamento, no centro de São Paulo. 

Para ele, a região tem características urbanas, com alma e coração da cidade. É por ali que ele anda nas ruas cruzando com gente de todos os lugares, diferentes origens e níveis sociais. Conversa com Roseann Kennedy vai ao ar na segunda, dia 3, às 21h15, na TV Brasil.

Aberto ao mundo, Olivier abraça caminhos pouco evidentes. O padeiro-celebridade, que apresentou durante anos um programa de TV no canal a cabo GNT, onde mesclava boas receitas e destinos pelo mundo, hoje está firme no setor da panificação e aposta no segmento com o 'Mundo Pão do Olivier', seu mais novo empreendimento localizado na praça da República.“Percebi que eu tinha me impregnado dessa filosofia de família que eu carregava e que durante vinte anos eu apresentei aos meus telespectadores brasileiros com o Diário do Olivier”.

Olivier é a terceira geração de padeiros da família. Lembra que sempre ajudava o pai na cozinha aos domingos e com 16 anos descobriu a magia de saber cozinhar. Com bom humor e olhando em volta o seu lugar preferido da casa, revela em tom de brincadeira: “As cozinhas das casas francesas, são a alma da casa. Acontece tudo aqui, as alegrias, as tristezas é tudo aqui. Até o tapa na orelha (risos), é tudo aqui...”

 Diz que percebeu desde cedo o quanto uma pessoa pode ser diferente, quando demonstra ter talento culinário. “Quando você sabe cozinhar você é diferente, você se destaca. Eu descobri isso.”

 Além da culinária, Anquier fala de sua paixão pelo Brasil e relembra sua viagem de três meses pelo litoral do país quando sonhava em viver uma grande aventura e pensava em construir uma pousada na praia. Esse trajeto o levou a Jericoacoara, no Ceará. “Em vez de uma pousada, a realidade me fez fazer o meu primeiro restaurante.”

 O chef que iniciou sua vida no Brasil como turista, chegou a seguir a carreira de modelo por nove anos, se encantou com a cidade maravilhosa e firmou-se em São Paulo, se diz fascinado pelo povo e pela cultura brasileira. “O que me fez ficar foi justamente as pessoas, a maneira de enxergar a vida que o brasileiro tem. Eu achei (o Brasil) muito mais próximo da minha personalidade, daquilo que eu queria da minha vida.” E mesmo nascido na França, Olivier diz que tem alma brasileira. “Eu não me sinto, eu sou (brasileiro). Eu cheguei francês, hoje eu sou brasileiro de origem francesa. É um pouquinho diferente.”




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