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Inspira.mov Brasil recebe o músico e ator Paulo Miklos, na TV Cultura

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Divulgação TV Brasil
O músico e ator Paulo Miklos é o entrevistado do Inspira.mov Brasil que vai ao ar neste domingo, 5 de maio, às 23 horas, na TV Cultura. Com direção de Kenya Zanatta e produção executiva de Fernando Dias e Mauricio Dias, da premiada produtora GRIFA FILMES, a série tem 13 programas e patrocínio da 3M do Brasil. No ar aos domingos, Inspira.mov Brasil apresenta as ideias inovadoras e os comportamentos inspiradores de personalidades das mais diversas áreas. 

No programa desta semana, dia 5, Miklos conta como sua relação com o teatro e a música começou ainda na infância. Atualmente no ar na novela O Sétimo Guardião, da TV Globo, ele revela que fez aula de teatro na época da escola e que aproveitava a oportunidade para se vestir de forma extravagante. A música entrou em sua vida ao acompanhar com a família os festivais da canção do final dos anos 60, início dos 70.  O artista lembra curiosidades sobre os 34 anos de carreira no grupo Titãs. Também conta da sua experiência solo. 

Paulo Miklos- Diferentes formas de expressão artística

“A música tem uma potência transformadora incrível”, afirma Paulo Miklos. Ele se lembra que ainda criança ficava encantado com o poder das canções ao assistir aos festivais ao lado da família. Apaixonado pela música, ele se divertia nas aulas de piano, mas perdeu o instrumento, retirado pelo pai, quando começou a ir mal na escola: “Eu fiquei tão triste que minha avó me deu uma flauta transversa”. O novo instrumento acabou abrindo a possibilidade de levá-lo para reuniões com amigos e parceiros. O encontro com os integrantes do Titãs foi no ambiente escolar e o grupo surgiu das brincadeiras de uma apresentação no centro de São Paulo. 

Miklos relembra como sua saída dos Titãs foi tranquila: “São colegas da vida inteira”.  A rigidez da agenda de shows foi um dos motivos para optar pela carreira solo. Em seu disco solo lançado logo depois da saída, ele teve a oportunidade de parceiras com os ídolos Erasmo Carlos e Guilherme Arantes, e também com os novos talentos Emicida e Céu. 

A atuação abriu para ele novas possibilidades artísticas e, desde a estreia, em 2001, no filme O Invasor, de Beto Brant, dedica-se a estudar e aprender. Um desafio recente foi interpretar, no teatro, o cantor e trompetista norte-americano Chet Baker (1929-1988).