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Jorge Vercillo é entrevistado no Impressões desta terça na TV Brasil

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Divulgação TV Brasil
Autor de hits românticos como "Ela une todas as coisas", "Final Feliz", "Monalisa" e "Homem Aranha", o cantor Jorge Vercillo bate um papo sobre política com a jornalista Roseann Kennedy no programa Impressões que a TV Brasil exibe nesta terça (25), às 23h.

Em turnê nacional com o show "Nas Minhas Mãos", o artista que está com 50 anos e conta que tem aproveitado as apresentações para estimular o debate sobre cidadania e a importância da participação popular na vida política do país.

Há 25 anos na estrada, o músico acredita que a troca de ideias é fundamental. "Cidadania é você entender que não é o dono da verdade", ensina. Para ele, a população também precisa ter ciência de que "os políticos são nossos empregados".

Vercillo deixou claro que, muito além da carreira artística, queria falar sobre o clima hostil nas redes sociais, a polarização partidária e os processos de mudança no país. "Eu tô falando muito nisso, nas entrevistas e nos shows, porque é onde eu posso ajudar", explicou.

No novo álbum, o artista gravou a música "Garra", em parceria com jogador de futebol Ronaldinho Gaúcho. A letra fala de corrupção, do jogo sujo de quem governa em causa própria e diz que isso tem de acabar. A dobradinha repercutiu nas redes sociais.

"Nas minhas redes eu aprendo muito, mas sem agressividade. Vamos trocar informação. Senão, tanta gente inteligente fica sendo mais burra do que um animal, que é muito mais inteligente" comparou.

Jorge Vercillo ressalta que o brasileiro é um povo maravilhoso, generoso e não é corrupto. "É um povo sobrevivente de uma chuva de meteoros. Mas existe toda uma artimanha, um sistema de poder, montado para emburrecer as pessoas. E é isso que a gente tem mudado" opinou.

O cantor avaliou que só o povo pode melhorar o Brasil e não os políticos. "Porque são pessoas que entram pra política na boa intenção, mas que se veem dentro de um sistema podre. O modus operandi, a maneira de se fazer política é muito arcaica no Brasil".

Durante a entrevista ao programa da TV Brasil, o convidado analisa que não é preciso muito para que o povo brasileiro consiga melhorar. "É só a população deixar dessa coisa infantil, inútil, dessa briga entre esquerda e direita".