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Cinemax exibe Integração com a natureza, novo episódio da série Missões de Vida

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Divulgação HBO
Preservar a natureza tem valor econômico e social. Esta é a mensagem de Integração com a natureza, novo episódio de Missões da Vida que vai ao ar no canal Cinemax segunda-feira, dia 27 de abril, às 18h55. Os personagens Suzana Pádua, fundadora do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPE) (Nazaré Paulista-SP) e Ernst Götsch, criador da Agricultura Sintrópica (Ilhéus—BA) provam que as pessoas podem trabalhar em uma produção agrícola integrada à natureza, sem depredar.

No ar, em 10 programas, com episódios inéditos exibidos no canal Cinemax, às segundas-feiras, às 18h55 e na HBO GO, Missões de Vida é resultado de uma parceria entre a HBO, a GRIFA FILMES e a NÓS.  Criada por Ana Cláudia Streva e Bruno Modolo, que assina o roteiro ao lado de Selma Perez e Paulo Mattos, a série é produzida por Roberto Rios, Eduardo Zaca, Patricia Carvalho e Rafaella Giannini da HBO Latin America Originals, e por Fernando Dias e Mauricio Dias, da GRIFA FILMES, e Ana Cláudia Streva, da NÓS. A direção é de Mauro Martins, Hélcio Alemão Nagamine e Carlos Baliú, com direção geral de Mara Mourão (dos premiados longas Doutores da Alegria e Quem Se Importa).

Integração com a natureza- Ernst Götsch e Suzana Pádua

Canal Cinemax: Segunda-feira, dia 27 de abril, às 18h55- NOVO EPISÓDIO- 5

Educadora ambiental desde 1988, Suzana Padua é Presidente do IPE - Instituto de Pesquisas Ecológicas, com sede em Nazaré Paulista, a 50 km da capital Paulista. Considerada uma das maiores ONGs ambientais do Brasil, com o título de OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), o Instituto foi fundado em 1992 e também conta com projetos no Pontal do Paranapanema, região no extremo Oeste do estado de São Paulo, no Baixo Rio Negro (AM), Pantanal e Cerrado (MS).

Doutora em desenvolvimento sustentável pela Universidade de Brasília e Mestre em educação ambiental pela Universidade da Flórida (EUA), Suzana percorreu uma longa trajetória de designer no Rio de Janeiro até o trabalho atual com a natureza. Tudo começou quando o marido, Cláudio Pádua, decidiu abandonar o trabalho de executivo e virar biólogo. Interessados inicialmente na proteção do Mico-Leão-Preto, o casal entendeu que a preservação envolvia a difundir importância da proteção da natureza como um todo. “A floresta em pé tem mais valor do que soja e gado”, explica Suzana.

Nascido na Suíça, o agricultor e pesquisador Ernst Götsch desenvolveu a agricultura sintrópica, técnica que imita os padrões de equilíbrio da natureza na seleção de espécies, que são plantadas juntas e se desenvolvem sem adubos químicos ou orgânicos, maquinaria pesada, pesticidas ou irrigação. Com resultados comprovados na recuperação rápida de solos pobres, a sintropia representa uma prática de preservação, organização, equilíbrio e sustentabilidade no plantio.

Götsch conta no Missões de Vida sua trajetória desde a infância cultivando frutas ao lado dos pais até as várias vezes em que foi expulso das escolas de agricultura por questionar os métodos de plantio. No Brasil, ele desenvolveu sua técnica e até foi chamado de “gringo bobo” pelos outros produtores por não cortar as árvores para vender madeira.  O resultado de sua perseverança na produção de cacau em meio à floresta tropical em Ilhéus (Bahia) atualmente se reflete em um produto de alta qualidade e sabor diferenciado, comprado por produtores de chocolate europeus. “Meu interesse é na pesquisa. O dinheiro da produção do cacau eu invisto na pesquisa”, diz Götsch.