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CNN Brasil completa 30 dias com mais de 500 horas ao vivo

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Reprodução
A CNN, o maior canal de notícias do mundo, estreou no Brasil no dia 15 de março. No primeiro mês, desde as primeiras horas, enfrentou o desafio de cobrir a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus: foram mais de 17 horas de jornalismo ao vivo por dia. Com isso, a CNN Brasil alcançou a marca de mais de 500 horas de noticiário ao vivo em seu mês de estreia.

“Estamos ao lado dos brasileiros neste momento difícil. A CNN Brasil nasceu no momento em que nosso país mais precisou de um canal de informação. Durante dois anos preparando esse projeto, sonhei muitas vezes em como seria a nossa estreia, mas nunca imaginei que seria exatamente no início da pior crise que a nossa geração já enfrentou. Colocar uma operação dessas para funcionar já é bastante complicado em condições normais, imagine com todas as dúvidas e preocupações causadas pela pandemia”, diz Douglas Tavolaro, CEO e founder da CNN Brasil.

Programação

Nesse primeiro mês, a programação jornalística foi direcionada à pandemia e seus desdobramentos. A grade do final de semana, que traria documentários e programas especiais, foi totalmente reformulada para exibir uma sequência inédita de “Breaking News”, oferecendo conteúdo informativo e prestação de serviços, ao vivo, também aos sábados e domingos.

 

Todos os apresentadores, repórteres, editores, produtores, cinegrafistas e demais profissionais técnicos da CNN, em todo Brasil e no exterior, trabalharam - e permanecem trabalhando - no limite para levar informação sem parar aos brasileiros. O jornalista Reinaldo Gottino é um exemplo da entrega do time do novo canal de notícias. Ele tornou-se o âncora da TV brasileira com mais tempo ao vivo no comando da cobertura da pandemia: foram mais de 140 horas.

Audiência Pay TV

A entrega dos profissionais e a aceitação da grade de programação foram refletidas nos índices de audiência alcançados neste período. Em apenas um mês de existência, a CNN Brasil consolidou a vice-liderança geral na TV paga em São Paulo, principal mercado do país, enfrentando concorrentes estabelecidos com mais de duas décadas no mercado.

Entre os dias 15 de março e 12 de abril, segundo dados consolidados do Kantar Ibope Media, a CNN alcançou a vice-liderança geral da TV paga na principal praça do país ao registrar 0,7 de média.

A CNN encerrou o período à frente de canais infantis, de filmes, séries, documentários, dedicados à beleza, bem-estar e a vida em família, música, humor e comédia, que registraram, no mesmo período e faixa horária, médias entre 0,6 e 0,4. O maior canal de notícias do mundo também superou outros dois concorrentes do mesmo segmento, que marcaram apenas 0,2 de média.

O programa “CNN Novo Dia”, exibido das 7h às 10h, marcou, ainda entre dias 15 de março e 12 de abril, na Grande São Paulo, média de 0,4. Apenas um décimo atrás do canal líder.

O “Live CNN” encerrou o período com 0,8 de média e também incomodou a concorrência no horário, que fechou com 1,1 de média. O programa “Visão CNN” cravou 0,7 de média, o “CNN 360º” ficou com 1,1 ponto, o “Expresso CNN” alcançou 0,8 e o “Jornal da CNN”, 0,6 de média.

E mais: durante quase 100 horas, o canal ocupou a liderança na Grande São Paulo em diferentes faixas horárias do dia. Segundo dados consolidados do Kantar Ibope Media, a CNN ficou em primeiro lugar entre os canais de jornalismo na Grande São Paulo por 5.965 minutos (3.186 minutos na liderança isolada e 2.779 minutos empatados). No Painel Nacional de TV, que abrange o resultado em 15 mercados do país, foram 909 minutos na liderança entre os jornalísticos (731 minutos na liderança isolada e 178 minutos empatados).

“Os resultados de audiências não são nossa maior conquista. O mais importante é a construção de relevância do canal e saber que a marca CNN está ganhando a confiança do público e se consolidando entre os brasileiros”, diz Tavolaro.

Plataformas Digitais

O desempenho das plataformas digitais da CNN Brasil também tem superado as expectativas. O site "cnnbrasil.com.br" já recebeu mais de 5 milhões de visitantes únicos. As redes sociais dobraram de tamanho: passaram de 1 milhão para mais de 2 milhões de seguidores desde a estreia. Foram mais de 150 mil downloads de podcasts. Além disso, mais de 2,5 milhões de pessoas acompanharam a programação da CNN ao vivo pelo streaming. Somando o site e perfis em redes sociais, o canal teve mais de 20 milhões de pageviews no período. 

“Somos multiplataforma de verdade. Estamos avançando em oferecer ao público e às agências de publicidade produtos e serviços com a marca CNN nas mais diferentes telas. A vantagem é que já nascemos digitais. Temos conteúdo e programas que nem vão para a TV, rodam só na internet. No nosso aplicativo ‘CNN BRASIL GO’ vamos oferecer todos nossos produtos on demand”, acrescenta o CEO.

Pluralidade de Conteúdo

Neste primeiro mês, a CNN também se notabilizou por abrir espaço para o debate plural. Todas as vozes e ideias tiveram espaço. O maior exemplo é o quadro “O Grande Debate”, que já se tornou um sucesso na TV e nas redes digitais. Debatedores de campos ideológicos distintos falam sobre os principais temas do dia. O quadro ganhou destaque com as participações de Gabriela Prioli, Caio Coppolla, Augusto de Arruda Botelho, Thiago Anastácio, Renata Barreto e Gisele Soares.

E não foram apenas os debatedores do canal que deram opinião. Autoridades dos três poderes, especialistas e personalidades, referências e influenciadores nas mais variadas áreas da sociedade marcaram presença na CNN e externaram ao público seus conhecimentos, experiências e contribuições em tempos de pandemia.

Em apenas 30 dias, a CNN já entrevistou o presidente Jair Bolsonaro; o presidente do Senado, Davi Alcolumbre; o presidente da Câmara,  Rodrigo Maia; o presidente do STF, ministro Dias Toffoli; os ministros Paulo Guedes, Sergio Moro e Damares Silva; os governadores Wilson Witzel, João Doria, Flávio Dino, Rui Costa, Romeu Zema, Helder Barbalho e Ronaldo Caiado; os prefeitos Bruno Covas e Nelson Marchezan; os ex-candidatos a presidente Fernando Haddad, Ciro Gomes e Guilherme Boulos, a ex-candidata a vice-presidente Manuela D’Ávila; o presidente da Fiesp, Paulo Skaf; os ex-ministros Maílson da Nóbrega; os ex-presidentes do Banco Central, Ilan Goldfajn e Gustavo Loyola; além dos principais líderes empresariais e CEOs do Brasil.

Âncoras, repórteres e comentaristas marcaram presença nacional e internacional durante esse período. Destaque para o furo de reportagem do analista Caio Junqueira, que noticiou, com exclusividade, a conversa mantida entre o atual ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, e o anterior, o deputado federal Osmar Terra, que criticavam a permanência do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Desafios em tempos de coronavírus

Como as demais empresas brasileiras, a CNN também enfrentou grandes desafios com o coronavírus. Dos 450 funcionários diretos da emissora, 180 foram afastados das sedes e passaram a trabalhar de casa, a maioria por precaução, mas alguns porque foram contaminados, como a apresentadora Mari Palma, que antes de completar o primeiro mês do programa “Live CNN" precisou cuidar da saúde. Mari já está recuperada e de volta ao comando da atração. Para compensar os profissionais afastados, a CNN Brasil contratou mais de 80 temporários, para reforçar a equipe e garantir que a informação continue chegando ao público.

“A pandemia da COVID-19 é, infelizmente, uma realidade dura e devastadora.  Estamos solidários a todos os que perderam familiares e amigos por causa da doença. Esperamos que o atual período seja curto dentro das possibilidades e que a economia do país e a saúde dos brasileiros sejam preservadas da melhor maneira possível. Todos temos que nos adaptar. A sociedade pós-coronavírus deve criar padrões melhores de comportamento e reforçar os laços de solidariedade. De nossa parte, seguiremos em cima dos fatos levando informações e prestando serviço à população”, finaliza Douglas Tavolaro.