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Programa Especial deste sábado na TV Brasil fala das novas modalidades paralímpicas

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Divulgação TV Brasil
A edição inédita do Programa Especial deste sábado (18), a ser exibida às 9h30 na TV Brasil, é dedicada às novas modalidades dos Jogos Paralímpicos Tóquio 2020, evento esportivo que foi adiado para 2021 em virtude da pandemia de coronavírus.

Neste episódio, Fernanda Honorato, primeira repórter com Síndrome de Down do país, entrevista Débora Menezes, campeã mundial de parataekwondo, e Diego Morine, técnico de Débora. Fernanda também conversa com os atletas de parabadminton, Vitor Tavares e Julio Godoy, medalhista de ouro do Parapan-Americano, além de Artur Nogueira, Coordenador-Geral do esporte. Todos os entrevistados explicam detalhes sobre suas respectivas modalidades, além de falarem sobre a importância do esporte e as expectativas para a Paralimpíada.

Durante a entrevista ao programa, a campeã mundial Débora Menezes conta como o esporte mudou sua vida. “Eu nasci com uma deficiência congênita no braço direito. Por conta da minha deficiência, encontrei no esporte toda bagagem que precisava para me socializar, conversar com as pessoas, em busca dos meus objetivos. Minha deficiência não me atrapalhou em nada, muito pelo contrário, me deu toda força para seguir no dia-a-dia com a minha caminhada”, destaca a atleta.

Sobre as regras do parataekwondo, o treinador de Débora, Diego Marine, explica: “Algumas coisas são um pouquinho diferentes do taekwondo convencional. Basicamente, o objetivo central é a gente fazer a pontuação. Não pode ter chute abaixo da cintura, nem rasteira, nem nada do tipo. Ao atleta é permitido empurrar, porém não pode segurar, não pode efetuar nenhum tipo de pegada”. 

Já Vitor Tavares, que tem nanismo, é atleta de parabadminton e ressalta a importância da modalidade ser incluída nos Jogos Olímpicos. “A gente consegue ver que ele (parabadminton) entrando agora nos Jogos de Tóquio, o esporte está crescendo. Então, quanto maior o esporte se torna, melhor para todos os praticantes”, avalia Vitor.

Integrar a seleção brasileira de parabadminton já é uma conquista para Júlio Godoy, medalhista de ouro do Parapan-americano Lima 2019, na dupla WH1-WH2 masculino: “É um reconhecimento. Você entra em uma modalidade esportiva, treina, treina, treina, compete. E o foco de qualquer atleta é chegar ao nível de seleção. Aí, quando você vê a primeira convocação é muito gratificante, porque você treinou e vê que tudo o que fez vale a pena”.

Ainda durante o programa, o Coordenador-Geral de parabadminton, Artur Nogueira, que tem deficiência física, explica à Fernanda Honorato as regras do esporte. “A modalidade funciona da seguinte forma: é um esporte de raquete e uma peteca jogado em simples e em duplas. A principal regra do jogo é não deixar a peteca cair e passá-la sempre para o lado do adversário", diz ele.