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'Globo Repórter' desta sexta revisita as belezas da Capadócia Nordestina

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Divulgação Globo/André Pessoa
Um sertão ainda desconhecido, apesar de estar a apenas 30 quilômetros da segunda maior cidade do Piauí. Os enormes paredões de arenito esculpidos pelo vento, que chegam a 100 metros de altura e têm mais de 380 milhões de anos, lembram as célebres formações da Turquia, inspiração para o nome da versão brasileira. O ‘Globo Repórter’ desta sexta-feira, dia 15, revisita as belezas da Capadócia Nordestina. “Encontramos, no meio do deserto nordestino, uma casa com duas senhoras, de cerca de 80 anos, que vivem absolutamente sozinhas. São as guardiãs do sertão e vivem sem energia elétrica ou água encanada”, conta o repórter Francisco José, um entusiasta das belezas e curiosidades do Piauí.

No meio da caatinga, perto da Serra da Capivara, a descoberta de uma colônia com pelo menos 60 onças de várias espécies, muitas delas ameaçadas de extinção. Outra iniciativa registrada pelo programa preserva a fauna nordestina em Crato, no Ceará: um grupo de caçadores de aves ameaçadas pela caça e pelo tráfico ilegal de animais silvestres trocou a espingarda por máquinas fotográficas para participar de um concurso.

Em uma reserva de proteção ambiental em José de Freitas, a 40 quilômetros de Teresina e com mais de mil hectares de mata inteiramente preservados, é possível encontrar espécies da Mata Atlântica, da Floresta Amazônica, do cerrado e da caatinga. “Um viveiro natural da fauna brasileira”, conta Francisco José, que cita como exemplos uma das menores aves do mundo, a Miudinha, e uma das aves mais raras do planeta, o Soldadinho do Araripe.

O programa também mostra que a energia eólica está transformando a paisagem da Chapada do Araripe. Mais de 500 torres com 80 metros de altura foram instaladas no sertão, na divisa de Pernambuco, Ceará e Piauí, e resultam em renda extra a muitos sertanejos.

O ‘Globo Repórter’ vai ao ar na noite de sexta-feira, dia 15, logo após a novela ‘Fina Estampa’.