Animal Planet estreia a série inédita ''Sete Mundos, Um Planeta''

Divulgação AP

Atividades vulcânica e tectônica intensas moldaram o planeta como hoje o conhecemos. As forças geológicas, há milhões de anos, distribuíram as elevações da crosta terrestre e acomodaram os oceanos, formando os continentes como os conhecemos.

A partir desta quinta-feira, 24 de setembro, às 21h25, o Animal Planet exibe a superprodução da Unidade de História Natural da BBC Studios SETE MUNDOS, UM PLANETA (Seven Worlds, One Planet), uma viagem pelo globo com foco nas especificidades da vida selvagem nos diferentes continentes, narrada por Sir David Attenborough na versão original em inglês. A série já foi exibida este ano pelo canal Discovery.

São sete episódios de uma hora que revelam como a natureza se adaptou às condições climáticas e geológicas, evoluindo a biomas ricos e diversificados que são respostas da vida aos diferentes ambientes terrestres.  Antártica, Ásia, Austrália, África, Europa e Américas – do Norte e Sul, em dois episódios – formam os sete capítulos desse panorama pelos ecossistemas característicos de cada região. Entre os destaques do episódio que viaja pela América do Sul estão animais da fauna brasileira, como o macaco capuchinho e o peixe piraputanga.

A série destaca o comportamento de animais que se adaptaram às mais difíceis condições, sobrevivendo às planícies escaldantes da África e às águas congelantes da Antártica. Na Ásia, o maior de todos os continentes, a série mostra como a vida selvagem se faz presentes em condições que representam extremos: ali selvas densas e os Himalaias resistem à ação da humanidade – mas, por quanto tempo?

O adensamento populacional e a crescente industrialização são circunstâncias adversas para a vida selvagem, tão recentes quanto hostis, e que se estendem a todos os continentes. SETE MUNDOS, UM PLANETA, coloca em pauta os desafios enfrentados pelos animais em um mundo dominado pela humanidade. Contando histórias reais – de trágicas a engraçadas e comoventes – a série revela os aspectos fundamentais que tornam único cada um desses sete mundos.

A seguir, breves descrições dos dois primeiros episódios de SETE MUNDOS, UM PLANETA.

Episódio 1: Antártica

A Antártica é uma terra de espécies sobreviventes que enfrentam as condições mais hostis da Terra. 98% do continente são cobertos por gelo e ali praticamente nada pode viver. Até o mar congela, mas a foca-de-weddell consegue resistir, mantendo abertos orifícios no gelo e usando os dentes para moer o gelo. A Antártica só foi descoberta há 200 anos, mas os seres humanos tiveram um enorme impacto sobre o seu território gelado. A indústria baleeira matou mais de 1,5 milhão de baleias por lá, levando muitas espécies à beira da extinção. Desde a proibição da caça comercial, em 1986, as baleias estão retornando. Mas, devido às mudanças climáticas, o Oceano Antártico está aquecendo, o nível do mar vem subindo e o aquecimento da região mais fria do planeta terá profundas consequências para o clima global.

Episódio 2: Ásia

A Ásia é o maior continente do nosso planeta, estendendo-se desde o Círculo Polar Ártico até as florestas tropicais. Esses mundos extremos foram criados quando a Índia colidiu com a Ásia, há cerca de 30 milhões de anos, moldando o continente como o conhecemos hoje. Nas terras congeladas da península de Kamchatka, na Rússia, os ursos procuram vulcões ativos, apesar dos perigos. E na costa da Sibéria, um espetáculo dura apenas algumas semanas durante o verão:  dezenas de milhares de morsas chegam à praia formando um dos maiores grupos já registrados. Na China, macacos misteriosos vivem em florestas inexploradas, enquanto a paisagem desértica ​​do Irã abriga uma serpente rara. Nos planaltos áridos da Índia, lagartos de cores berrantes parecem mestres de kung fu em miniatura enquanto lutam para encontrar seus parceiros. Ao sul, o Himalaia bloqueia as nuvens, ajudando a criar as monções. Chuvas abundantes banham as florestas tropicais, cheias de vida – onde os filhotes de orangotangos aprendem a escalar as árvores mais altas e uma rara fêmea de rinoceronte de Sumatra canta sua canção triste e assustadora. Essas florestas correm risco.

Episódio 3: América do Sul

O episódio viaja por todo o subcontinente, passando pela costa, no deserto do Atacama, onde os pinguins abrem caminho por um campo minado de leões marinhos, ao alto dos Andes, onde ursos escalam árvores de 30 metros em busca de alimento. No extremo sul, predadores rondam a paisagem patagônica: uma mãe puma precisa levar a presa a filhotes. Na maior floresta tropical do mundo, a Amazônia, os machos  dos pássaros tangará fazem suas coreografias elaboradas. No sul do Brasil, as fontes de água doce borbulham cristalinas e os peixes piraputanga seguem a trilha dos macacos capuchinhos que se alimentam no alto das árvores: as frutas que os primatas deixam cair na água são uma refeição fácil para o peixe, mas a presença das sucuris gigantes exige alerta. No entanto, as florestas tropicais da América do Sul estão ameaçadas. Alguns pequenos fragmentos de floresta colombiana são o último refúgio de um dos macacos mais raros do mundo, os saguis-cabeça-de-algodão.

Anderson Ramos

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