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Paulinho da Viola tem documentário afetivo roteirizado por Zuenir Ventura

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Divulgação Curta!
O cantor, compositor e instrumentista Paulinho da Viola tem a vida e a obra retratadas pelo documentário “Paulinho da Viola — Meu Tempo É Hoje”. Com roteiro de Zuenir Ventura, direção de Izabel Jaguaribe (Passageiros/2000 e Tudo é irrelevante, Hélio Jaguaribe/2017) e produção da Videofilmes, o longa traça um perfil afetivo do músico, mostrando sua rotina discreta e distante dos holofotes.

O sambista, dono de uma elegância natural e de uma fala sempre mansa, lembra suas influências musicais e apresenta seus mestres. Fala do tempo, de sua tentativa de viver e retratar o presente, da força do passado e da promessa de renovação do futuro.

Em uma das cenas, Paulinho é posto diante dessa dicotomia entre o antigo e o novo, ao tocar violão ao lado de seu pai, o violonista César Faria (que viria a morrer quatro anos depois do lançamento do filme) e de seu filho, João Rabello, também músico.

Os amigos de Paulinho tampouco ficam de fora desse retrato audiovisual e musical e, entre eles, estão alguns grandes nomes da música brasileira: Elton Medeiros, Zeca Pagodinho, Marisa Monte, Marina Lima e a Velha Guarda da Portela, sua escola de samba do coração. A exibição é na Segunda da Música 14/09, às 22h30.

Entrevista gravada com Eduardo Coutinho se torna documentário sobre o cineasta

O cineasta Eduardo Coutinho, falecido em 2014, é homenageado no documentário “Banquete Coutinho”. A obra e as reflexões desse grande mestre do cinema brasileiro são revistas através das lentes do diretor Josafá Veloso.

Josafá uniu uma entrevista exclusiva que havia feito com Coutinho, em 2012, a um vasto material de arquivo para dar origem ao longa. “Banquete Coutinho” é um documentário da Heco Produções, viabilizado pelo Curta! através do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) A exibição é na Quarta do Cinema, 16/09, às 22h.

Segunda da Música – 14/09

22h30 – “Paulinho da Viola — Meu Tempo é Hoje” (documentário)

"Paulinho da Viola — Meu Tempo é Hoje", documentário dirigido por Izabel Jaguaribe com roteiro do jornalista Zuenir Ventura, é um perfil afetivo do cantor, instrumentista e compositor. O filme mostra seus mestres e amigos, suas influências musicais e seus hábitos desconhecidos do grande público. Mas a grande revelação vem das reflexões do músico sobre um único tema — o tempo. Há ainda encontros musicais com Marina Lima, Elton Medeiros, Zeca Pagodinho, Marisa Monte e a Velha Guarda da Portela. Diretora: Izabel Jaguaribe Duração: 83 min. Classificação: Livre. Horários alternativos: 15 de setembro, terça-feira, às 02h30 e 16h30; 16 de setembro, quarta-feira, às 10h30; 19 de setembro, sábado, às 14h50 e 20 de setembro, domingo, às 22h20;

Terça das Artes – 15/09

20h – “Rodin em seu tempo" (Documentário)

Parte importante da efervescência cultural e intelectual da belle époque, Auguste Rodin concebeu obras envolvidas pela ousadia e genialidade de seu tempo. O filme traz não apenas a história do escultor, mas o espírito permanente que suas criações deixaram na sociedade.  Diretores: Claire Duguet e Leslie F. Grunberg. Duração: 52 min. Classificação: Livre. Horários alternativos: 16 de setembro, quarta-feira, às 00h00 e 14h; 17 de setembro, quinta-feira, às 08h00; dia 19 de setembro, sábado, às 20h20 e 20 de setembro, domingo, às 11h20.

Quarta de Cinema – 16/09

22h – “Banquete Coutinho” (Documentário)

“Banquete Coutinho” propõe olhar para os filmes de Eduardo Coutinho como uma grande obra indivisível. Teria um dos mestres do cinema brasileiro feito sempre o mesmo filme? A partir de um encontro filmado com o diretor em 2012 e vasto material de arquivo, o filme mantém acesas as inquietações do cineasta, falecido dois anos após a entrevista. Diretor: Josafá Veloso. Duração: 74 min. Classificação: Livre. Horários alternativos: 17 de setembro, quinta-feira, às 02h00 e 16h; dia 18, sexta-feira, às 10h; dia 19 de setembro, sábado, às 22h30 e 20 de setembro, domingo, às 15h20.

Quinta do Pensamento – 17/09

21h50 – “Cacaso na Corda Bamba” (Documentário)

Filho de uma família rural e destinado a trabalhar com criação de gado, Antonio Carlos de Brito encontrou na poesia um sentido para a vida, transformando-se em Cacaso. O artista multifacetado, que incendiou a juventude carioca em aulas e discussões sobre a arte, mudou a poesia brasileira, sendo um dos precursores do movimento marginal. Irônico e perspicaz, Cacaso foi responsável por reunir um grande número de artistas e intelectuais em projetos e parcerias, deixando um indiscutível legado literário e musical. Diretor: José Joaquim Salles Ph Souza. Duração: 88 min. Classificação: Livre. Horários alternativos: dia 18 de setembro, sexta-feira, às 01h50 e 15h50; dia 19 de setembro, sábado, às 11h35 e 20 de setembro, domingo, às 19h.

Sexta da Sociedade – 18/09

21h30 – “Meu Corpo, Minha Vida” (Documentário)

“Meu Corpo, Minha Vida” é um debate sobre a questão do aborto no Brasil. Vozes de ambos os lados expressam sua opinião: os que acham que o aborto deve ser descriminalizado e os que defendem a lei como está. O filme personaliza esse debate através do caso de Jandira Magdalena dos Santos, morta ao fazer um aborto clandestino, que recebeu cobertura nacional e internacional. Diretora: Helena Solberg. Duração: 75 min. Classificação: 14 anos. Horários alternativos: 19 de setembro, sábado, às 01h30; 20 de setembro, domingo, às 13hh50.

Sábado – 19/09

18h – “Caixas Mágicas” (Série) - Episódio: “Memórias Marinhas: Uma Leitura de Um Sábado em 30”

Luiz Marinho foi um artista voltado para o universo nordestino com uma proposta dramatúrgica transpassada por suas memórias. “Memórias Marinhas” investiga como o dramaturgo de Timbaúba construiu uma mitologia pessoal que expõe as contradições da sociedade patriarcal. Assim, o episódio discute como Marinho ficcionalizou, à sua maneira, as manifestações culturais de sua região, a Zona da Mata Norte de Pernambuco. "Memórias Marinhas" também aborda a relação entre o Teatro de Amadores de Pernambuco e a peça “Um Sábado em 30”, de Marinho, que esse grupo encenou ininterruptamente por 30 anos. Diretor: Hilton Lacerda e Letícia Simões Duração: 26 min. Classificação: 12 anos. Horários alternativos: 20 de setembro, domingo, às 9h.

Domingo – 20/09

20h50 - “A Alma da Gente” (Documentário)

Um grupo de jovens da periferia do Rio de Janeiro entra para o Corpo de Dança da Maré, coordenado pelo coreógrafo Ivaldo Bertazzo. Filmado em dois tempos, com um intervalo de dez anos, o documentário mostra os diferentes destinos dos personagens, marcados pela transformação através da arte. Diretores: David Meyer e Helena Solberg. Duração: 82 min. Classificação: Livre.


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