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Canal Like - Destaques da programação de 22 a 28 de novembro

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Divulgação

Especiais, dicas imperdíveis e muito mais no Like (530 da Claro). A atriz e pesquisadora Indira Nascimento é a nova apresentadora do canal, ao lado de Maytê Piragibe, Hugo Bonemer e Anne Braune. E, desde outubro, o Like estreou nova grade, com programas de entrevistas e de dicas comandados por um time que reflete a diversidade do canal e do audiovisual brasileiro: Krishna Mahon, Dominique Magalhães, Chico Adnet e Filippo Pitanga. 

A semana está movimentada e o domingo começa com Anne Braune, que traz as principais novidades da TV por assinatura, do VoD e do streaming no “Agenda Like”, às 10h. Às 18h, Chico Adnet conversa com Roberto Menescal no “Música e Cinema”. Depois de uma edição especial online, o Festival Varilux de Cinema Francês retorna ao formato presencial nos cinemas. Anne Braune bateu um papo com Christian Boudier, curador e diretor do evento, e com Olivier Nakache, diretor de um dos filmes em cartaz, “Mais que Especiais”. Vai ao ar na segunda, dia 23, às 20h. Logo depois, às 22h, Indira Nascimento bate um papo com o diretor Jeferson De e com a atriz Mariana Nunes. O “Entrevista Like em Casa” é sobre o filme “M8: Quando a Morte Socorre a Vida”, que chega aos cinemas com Juan Paiva, Raphael Logam e participações especiais de Lea Garcia, Zezé Motta, Ailton Graça e Lázaro Ramos. A entrevista também vai ao ar nesta sexta, 20, às 22h, e nos horários alternativos: quarta, dia 25, e sexta, dia 27, às 22h.

Na terça, dia 24, às 15h, tem mais entrevista exclusiva com Vitor Búrigo e seu “CINEVITOR”. Os convidados da vez são Andrea Beltrão e Esmir Filho, que vão falar sobre o filme “Verlust”, destaque nos cinemas.

AGENDA LIKE

Estreias, especiais, maratonas! O domingo começa com Anne Braune e o “Agenda Like”, às 10h, que traz as principais novidades da TV por assinatura, do VoD e do streaming.

“Shawn Mendes in Wonder” estreia na Netflix na segunda. O documentário acompanha a jornada do artista ao estrelato e mostra algumas consequências físicas e emocionais relacionadas à ascensão que o levaram a repensar sua vida pessoal e profissional.

Na terça, tem “Bear Grylls: Desafio na Ilha do Tesouro”, reality que se passa em uma ilha deserta. Bear Grylls retorna ao Discovery na série inédita, que mescla reality de sobrevivência com caça ao tesouro. Já Amy Adams e Glen Close estrelam a nova produção da Netflix “Era uma Vez um Sonho”. J.D. Vance é um ex-fuzileiro naval do sul de Ohio e atual estudante de direito de Yale, que está prestes a conquistar o emprego dos sonhos. Mas, por causa de uma crise familiar, é forçado a voltar à vida que tentava deixar para trás. Agora, ele precisa enfrentar a complexa dinâmica familiar, incluindo uma relação complicada com a mãe, Bev (Amy Adams). Impulsionado pelas lembranças da avó Mamaw (Glenn Close), que o criou, J.D. percebe que, para realizar seus sonhos, tem que abraçar suas raízes.

O NOW estreia na quarta a nova versão de “Ilha da Fantasia”. O enigmático Sr. Roarke transforma em realidade os sonhos secretos de seus convidados de sorte em um luxuoso e remoto resort tropical. Com Lucy Hale, Michael Peña e Michael Rooker. Na quarta é Dia Internacional de Combate à Violência Contra as Mulheres, e o ID exibe uma programação especial que visa conscientizar o público sobre a urgência de trazer atenção para esse tema. “Vidas Destruídas” reconstitui as investigações de um crime sob a perspectiva de três pessoas diferentes, que tiveram suas trajetórias entrelaçadas.

Quinta tem estreia na Netflix, “Mosul”, uma verdadeira história de heroísmo contra todas as probabilidades. Depois de perder suas casas, famílias e a cidade para o Estado Islâmico, um grupo de homens decide lutar para recuperar tudo isso. O jovem policial iraquiano Kawa é resgatado de um tiroteio pela equipe da SWAT de Nínive e logo é recrutado para o esquadrão rebelde, um grupo de dez homens liderados pelo sábio major Jassem.

Estrelado por Zoey Deutch, “Como Sair de Buffalo” é destaque na sexta no canal TNT. Na comédia, Peg Dahl é uma jovem que sonha em ir para a universidade, ganhar dinheiro e deixar sua vida para trás. Inteligente e contundente, quando finalmente chega a aceitação da universidade que deseja cursar, percebe que não poderá arcar com os custos dos estudos. Ela decide começar a procurar formas de financiamento que a levem à prisão e encontra um cobrador de dívidas que mudará sua vida para sempre.

No sábado, o Combate exibe ao vivo a volta de um dos titans da luta para o ringue. Depois de 15 anos com as luvas penduradas, Mike Tyson enfrenta Roy Jones Jr. em um embate que promete ficar na história do boxe. No Telecine Premium, também tem retorno com um personagem emblemático dos filmes de terror. Na nova versão de “Brinquedo Assassino”, Chucky faz parte da linha de bonecos Buddi, produzidos pela Kaslan Corporation, uma empresa que investe cada vez mais em tecnologias inteligentes. Desta vez, ele consegue se conectar a outros dispositivos eletrônicos, como aparelhos celulares, drones e carros automáticos. Na HBO, tem a nova e aterrorizante versão de um dos maiores clássicos de horror japonês, “O Grito”.

“Revista Rolling Stone: 50 Anos de Histórias da Música” é destaque no domingo do National Geographic. A produção promove um mergulho nas últimas décadas da música americana, na política e na cultura popular, através da história da revista, que entendia que o Rock’n’roll era mais do que música.

Serviço:
Canal Like: 530 da Claro
No ar domingo, dia 22 de novembro, às 10h
Assista também: terça, dia 24, e quinta, dia 26, às 10h

MÚSICA E CINEMA: ROBERTO MENESCAL

Um dos fundadores do movimento Bossa Nova, Roberto Menescal é o convidado especial de Chico Adnet no “Música e Cinema” de domingo, dia 22, às 18h. Em cada episódio, o apresentador vai receber convidados para mostrar como as duas artes se encontram.

A entrevista começa com Menescal contando sobre sua juventude, quando morava no Rio de Janeiro e passava as férias em Vitória. O compositor relembra sua relação com o mar e com a praia, ambiente importante para o nascimento da Bossa Nova. “A praia era nosso clube e, as músicas, claro que saíram dali.”, comenta.

Sua relação com o cinema também é marcante, o artista participou de trilhas sonoras de filmes como “Vai Trabalhar, Vagabundo” e “Bye Bye Brasil”. Sobre o segundo, Menescal compartilha bastidores de como foi o convite para o trabalho. “Cacá Diegues marcou um jantar comigo e com o Chico (Buarque), sem sabermos. Quando eu cheguei na casa do Cacá, que era meu vizinho, tava o Chico. Cacá sentou com a gente para jantar e falou ‘Queria uma música de vocês para o filme que eu estou fazendo’. Nós nunca tínhamos feito nada juntos, eu só tinha produzido o disco dele, o ‘Construção’. Eu fiz a música no dia seguinte, mais afoito assim, e mostrei para o Cacá. Ele falou assim ‘Não mexe em uma nota, tá?’”, conta.

Serviço:
Canal Like: 530 da Claro
No ar domingo, dia 22 de novembro, às 18h
Assista também: terça, dia 24, e quinta, dia 26, às 18h

ACONTECE: FESTIVAL VARILUX 2020

Depois de uma edição especial online, o Festival Varilux de Cinema Francês retorna ao formato presencial nos cinemas. Anne Braune bateu um papo com Christian Boudier, curador e diretor do evento, e com Olivier Nakache, diretor de um dos filmes em cartaz, “Mais que Especiais”. Vai ao ar na segunda, dia 23, às 20h, no Like.

Ao todo, são 18 longas na seleção de produções, sendo 17 inéditos. O evento conta ainda com uma homenagem aos 60 anos da Nouvelle Vague com o clássico “Acossado” (1960), de Jean-Luc Godard e roteiro de François Truffaut.

Sobre a situação que o mundo vive agora, com os cinemas reabertos recentemente, Christian explica que tudo está sendo feito com segurança e responsabilidade. “O público pode ir, pode aparecer, que vai conferir que esses cinemas são extremamente responsáveis, que não tem perigo”. Durante a conversa com Anne, o diretor também destaca a variedade temática entre os 18 filmes escolhidos do evento: “Demonstrar que o cinema francês não é apenas intelectual, autoral, com filmes cabeça, como chamam aqui. É realmente um cinema muito diversificado, com animação, ação, comédias, comédias dramáticas”.

“Esperamos que as pessoas sejam impactadas, emocionadas, e, talvez, pensem ‘A minha vizinha, agora eu entendo melhor a questão dela. Eu tinha medo do filho, me afastava, não pegava elevador com ele. Talvez agora eu entendo mais.’ Nós tentamos mostrar algo que as pessoas conhecem, mas ignoram”, comenta Olivier Nakache ao expressar suas expectativas com a mostra de seu filme “Mais que Especiais”, que tem o autismo como um dos temas principais. Conhecido também pela obra “Os Intocáveis”, o cineasta reforça a importância de festivais como o Varilux. “Eu acho incrível que tenha essa iniciativa, que permanece para dar esperança para a gente, que as pessoas vejam filmes, porque temos que reensinar as pessoas a verem cinema”.

Serviço:
Canal Like: 530 da Claro
No ar segunda, dia 23 de novembro, às 20h
Assista também: quarta, dia 25, e sexta, dia 27, às 20h

ENTREVISTA LIKE EM CASA: M8: QUANDO A MORTE SOCORRE A VIDA

Com direção de Jeferson De, “M8: Quando a Morte Socorre a Vida” chega aos cinemas no dia 3 com um timaço de atores negros, como Mariana Nunes, Juan Paiva e Raphael Logam. A produção conta ainda com as participações especiais de Lea Garcia, Zezé Motta, Ailton Graça e Lázaro Ramos. Para mergulhar na produção, Indira Nascimento conversou com o cineasta e com a atriz Mariana Nunes, que interpreta Cida no filme. O Like exibe a entrevista nesta sexta, 20, às 22h, e em horários alternativos: segunda, dia 23; quarta, dia 25; e sexta, dia 27, às 22h.

“Acredito que o filme vem respondendo muitas das nossas demandas enquanto público e comunidade negra. Responde ao nosso desejo por assistir filmes que contemplem a nossa narrativa, os nossos corpos, nossa subjetividade. Filmes que deem protagonismo para mulheres negras, para pessoas negras. Que sejam feitos não só por atores pretos, mas também por equipe e cabeças de equipe negras”, reforça Indira.

Em “M8: Quando a Morte Socorre a Vida”, Juan Paiva é Maurício, um estudante de medicina que acabou de ingressar em uma renomada universidade federal. Na sua primeira aula de anatomia, ele conhece M8 (Raphael Logam), um corpo que serve para estudo dos alunos. Maurício se vê envolvido com M8 e começa uma saga para desvendar sua identidade, enfrentando suas próprias angústias.

Mãe de Maurício, Cida é um dos pilares da produção, e Mariana Nunes comenta sua personagem. “Vejo que a Cida é um personagem suporte para o Mauricio, que é feito lindamente pelo Juan. É meio que uma cama que está ali, presente em silêncio, observando, pontuando. O roteiro ajuda muito a construir a Cida, me dá essa moral, porque ela aparece em pontos de pequenas viradas, pequenos marcos dessa trajetória dele, até que acontece um ponto máximo que desenrola tudo”, explica Mariana. Indira elogia a personagem e revela que, ao ver o filme, identificou muitas mães negras na Cida.

Durante o programa, Indira pergunta a Jeferson De como foi a escolha do elenco, em que ele reuniu grandes nomes. “Antes de tudo, é um filme que eu gostaria de ver no cinema, e me foi dada a oportunidade de fazê-lo, de construí-lo. Ainda faltou gente para caramba nesse filme”, comenta. O cineasta completa: “É um filme, acho que virão outros. Queria Seu Tony Tornado, Grace Passô. E é um pouco a ansiedade de reunir todo mundo em um filme e, no próximo, mais gente ainda. Mas é acima de tudo pela admiração e o respeito por essas pessoas!”.

Serviço:
Canal Like: 530 da Claro
No ar segunda, dia 23 de novembro, às 22h
Assista também: quarta, dia 25, e sexta, dia 27, às 22h

CINEVITOR: ESMIR FILHO E ANDREA BELTRÃO

Na terça, dia 24, às 15h, tem entrevista exclusiva no Like com Vitor Búrigo e seu “CINEVITOR”. Os convidados da vez são Andrea Beltrão e Esmir Filho, que vão falar sobre o filme “Verlust”, destaque nos cinemas.

“Muito curioso que o filme, que trata também de confinamento, chegue agora, quando estamos todos confinados. Aquela família está confinada na praia e aparece aquela criatura inexplicável que encalha ali. Essas pessoas que são tão livres para amar quem elas querem, transar com quem elas tiverem vontade, na minha opinião, estão emocionalmente encalhadas e vazias. Vivendo um fracasso pessoal, cada um na sua”, comenta Andrea Beltrão, que interpreta Frederica.

No longa, a personagem é uma grande empresária que, isolada na praia, prepara uma festa de réveillon aguardada por todos. Enfrentando dificuldades no casamento, que afetam diretamente sua filha adolescente, Frederica ainda precisa conciliar seu tempo administrando a vida e carreira da artista Lenny (Marina Lima).

“‘Verlust’ é alemão e significa perda, mas nunca quis traduzir porque acho que ‘perda’, no português, vem carregada de muitos significados negativos. Acho que o interessante de ‘verlust’ é conter o ‘lust’, que é o prazer no estado máximo e a perda irreparável desse prazer. Então, a perda e o prazer estão interligados e acho que vem para um lugar de reinvenção”, explica Esmir Filho.

Serviço:
Canal Like: 530 da Claro
No ar terça, dia 24 de novembro, às 15h
Assista também: quinta, dia 26, às 15h


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