Com Ana Paula Arósio e Fábio Assunção no elenco, ‘Os Maias' chega ao Globoplay no projeto de resgate de clássicos da dramaturgia

Divulgação Globo/Eliane Heeren

Minissérie de época, com referências e todo charme da cultura portuguesa – ainda que o período retratado remeta a uma fase de declínio da sociedade lisboeta – , 'Os Maias' traz todos os ingredientes de uma história irresistível. Lançada há 20 anos na TV Globo, a obra escrita por Maria Adelaide Amaral, livremente inspirada no romance homônimo de Eça de Queirós e escrita em colaboração com Vincent Villari e João Emanuel Carneiro e com direção de  Luiz Fernando Carvalho, chega ao Globoplay nesta segunda-feira, dia 15. 

Do texto à direção, ‘Os Maias’ é reconhecida pela crítica pela sua excelência e produção impecável. No elenco, veteranos reverenciados como Walmor Chagas, Stênio Garcia, Osmar Prado, Eva Vilma, Cécil Thiré e Sérgio Viotti e atores que em 2001 começavam a escrever seus nomes na história da teledramaturgia,  como era o caso de Ana Paula Arósio, Fábio Assunção, Matheus Natchergaele, Selton Mello, além de revelações como Simone Spoladore,  Giselle Itié e Isabelle Drummond.

A trama tem início quando Pedro da Maia (Leonardo Vieira), filho de Afonso da Maia (Walmor Chagas),  se apaixona por Maria Monforte (Simone Spoladore). Herdeiro de uma nobre família portuguesa, Pedro é um rapaz inseguro e frágil, o oposto de seu pai, que não apoia o romance apesar da felicidade do seu único filho por causa do passado nebuloso do pai de Maria, Manuel Monforte (Stênio Garcia), que era  um traficante de escravos que não pertence à alta sociedade de Lisboa. Apesar de liberal em suas convicções políticas, Dom Afonso é extremamente conservador quanto aos valores familiares. 

Mas nem mesmo a intervenção de Afonso é capaz de alterar o destino de Pedro e Maria. Os dois se casam e têm dois filhos: Maria Eduarda (Ana Carolina Herquet) e Carlos Eduardo (Samir Alves). O casal vive em harmonia até o dia em que um acidente provoca uma reviravolta. Durante uma caçada, Pedro fere o príncipe italiano Tancredo (Fabio Fulco) e, para se desculpar, leva-o para se recuperar em sua casa. Só que, Tancredo e Maria acabam se apaixonando e ela decide abandonar o marido fugindo com a pequena Maria Eduarda e deixando Carlos Eduardo para ser criado pelo pai.

Inconsolável, Pedro tira a própria vida e Dom Afonso é quem passa a criar o neto e se muda de Lisboa para a Quinta de Santa Olávia, outra propriedade da família, onde inicia uma nova vida. 

Na segunda fase da minissérie, após uma infância feliz ao lado do avô, Carlos, na fase adulta interpretado por Fábio Assunção, vai estudar Medicina na Universidade de Coimbra. Lá ele tem suas primeiras experiências amorosas e conhece os amigos João da Ega (Selton Mello) e Teodorico Raposo (Matheus Nachtergaele).

Aos 25 anos, após a formatura, Carlos retorna a Lisboa, mesmo período que Maria Eduarda (Ana Paula Arósio) chega à cidade acompanhada do marido, o comerciante brasileiro Castro Gomes (Paulo Betti), e da filha, Rosa (Isabelle Drummond). Apesar de tentar resistir de todas as maneiras, Carlos e Maria se apaixonam e se entregam ao sentimento. Até que esbarram com as barreiras impostas por Dom Afonso, que teme que o neto – ao se envolver com uma mulher casada - tenha o mesmo destino que o pai. 

Uma revelação, no entanto, é a responsável por separar os dois jovens.  

Anderson Ramos

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