TV Brasil estreia terceira temporada do seriado Parques do Brasil neste domingo

Divulgação

Com uma edição temática sobre o Parque Nacional do Pantanal Matogrossense (MT), o seriado Parques do Brasil estreia sua terceira temporada neste domingo (6), às 19h, na TV Brasil. A série ambiental é resultado de uma parceria da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que gere a emissora pública, com a Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). 

Exibida pela primeira vez na telinha em 2018, a produção documental apresenta episódios de 30 minutos. Com imagens de tirar o fôlego, Parques do Brasil revela histórias surpreendentes sobre a maior biodiversidade do planeta, nas principais áreas verdes do país. 

Depois da visita ao Parque Nacional do Pantanal Matogrossense, a nova temporada do programa leva o espectador até a Estação Ecológica da Serra das Araras e a Estação Ecológica de Taiamã, ambas no Mato Grosso, em episódios já confirmados.   

Primeira atração: Parque Nacional do Pantanal Matogrossense

No estado do Mato Grosso, colado à divisa com o Mato Grosso do Sul, fica o Parque Nacional do Pantanal Matogrossense. Criado em 1981, o local protege uma área de 135 mil hectares.

Os primeiros viajantes que estiveram nessa região pensaram ter encontrado um mar no interior da América do Sul. Um imenso labirinto, repleto de lagoas, planícies alagadas e corixos. Perto da fronteira do Brasil com a Bolívia, na confluência dos rios Cuiabá e Paraguai, encontra-se uma vasta planície onde o regime das águas dita as regras. 

Durante o primeiro bloco, o documentário narra uma expedição realizada em novembro, no início da estação chuvosa, quando o rio Paraguai ainda se encontrava no seu nível mais baixo. A produção atravessa a Transpantaneira, desce o rio Cuiabá, conhece a Serra do Amolar e vai até a Baía Gaíva, na fronteira com a Bolívia. 

Na volta, a equipe encontra uma família de ariranhas e sobe o Morro do Caracará. Dentro do parque, o programa faz um registro de alguns sítios arqueológicos, com inscrições na pedra criadas por povos pré-históricos.

No segundo bloco, a produção retorna ao local no mês de julho, em pleno inverno e período da seca. Nesta época, a vegetação está bem ressecada, mas o nível da água ainda é alto. Por conta disso, a equipe do programa consegue atravessar os corixos para conhecer lagoas paradisíacas e vislumbrar as vitórias-régias. 

Nesse trecho, o episódio apresenta histórias sobre as caturritas, o papagaio-verdadeiro, o baguari, o tuiuiú, a capivara, a onça-pintada, o jacaré-do-pantanal, a marreca-cabocla e o pato-do-mato. A volta pela Transpantaneira mostra a curicaca-real e a arara-azul-grande. 

Valorização da fauna e flora brasileiras

Gravados em alta definição, os documentários de Parques do Brasil são narrados em "off " como um diário de expedição. O seriado apresenta trilha sonora original e inédita para cada episódio, produzida a partir de referências dos aspectos regionais de cada lugar.

Uma das peculiaridades da série são as ilustrações que entram em meio à narrativa numa alusão às ilustrações dos viajantes-naturalistas. A produção acompanha elementos da fauna, flora, processos ecológicos, serviços ambientais e diferentes outras perspectivas de uma unidade de conservação.

A ideia da atração é contribuir na popularização do conhecimento científico sobre as unidades de conservação brasileiras, especialmente, os parques nacionais e a biodiversidade. O programa busca enfatizar a relação entre o meio ambiente, a saúde e a qualidade de vida da população.

A série da emissora pública destaca, ainda, a preservação e manutenção de serviços ecossistêmicos fundamentais para a vida humana, garantidos pelas unidades de conservação em todas as regiões do país.
Anderson Ramos

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