Podcast 'Geopizza' chega ao Globoplay com temas geopolíticos apresentados de forma leve e contemporânea

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No embalo do ditado popular que diz que toda história acaba em pizza, o podcast 'Geopizza', programa que mistura geopolítica e a história do Brasil e da humanidade chega ao Globoplay aprofundando as questões históricas relacionadas ao contexto contemporâneo mundial, passando por transformações urbanas e civilizações pouco abordadas. Com apresentação do publicitário Rodrigo Zottis e do especialista em audiovisual Alexander Desmouceaux, a proposta é trazer temas do cotidiano, apresentar curiosidades e aprofundar os contextos do passado que ajudam o público a entender melhor as questões da atualidade. 
 
Com 55 episódios já disponíveis no Globoplay e programas inéditos quinzenais, o 'Geopizza' nasceu do desejo de levar um conteúdo de qualidade, que, ao mesmo tempo, é educacional e se aplica à rotina dos ouvintes. “Acredito que, quanto mais informação aprofundada e referenciada as pessoas tiverem ao seu alcance, menos desinformação teremos na sociedade. E, com a chegada do 'Geopizza' ao Globoplay, espero que possamos atingir cada vez mais ouvintes de todo o Brasil e do mundo”, diz Rodrigo. 
 
Entre os temas, estão capítulos da história do país mais conhecidos do grande público, como o “O Ciclo do Ouro e a Formação do Brasil”; recortes regionais, como “Porto Alegre: Fundação e Urbanização”; e movimentos sociais, culturais e comportamentais, como “A Luta LGTQIA+ no Brasil”, “A Empresa Mais Valiosa que Já Existiu” e “Dos Cortiços às Favelas”.  
 
O 'Geopizza' também passeia por outros países e por grandes ciclos históricos, como “Império Inca”, “A Era de Ouro da Índia” e “O Genocídio Belga no Congo”; e traz episódios que conversam com a pauta do momento, apresentando sua associação com movimentos que já ocorreram na história. “A Revolta da Vacina” e “As Maiores Epidemias da História” são bons exemplos disso. 
 
Os episódios de 'Geopizza' são quinzenais e estão disponíveis no Globoplay e nas principais plataformas de áudio. 
   
Entrevista com Rodrigo Zottis 
 
Por que o nome Geopizza? 
Rodrigo: É derivado de "Geopolítica" - embora muitos acreditem que veio do nome "geografia". "Pizza" é uma referência ao ditado "essa história vai acabar em pizza". Como o mundo é cheio de histórias que "terminaram em pizza", nada mais justo que o nome Geopizza. 
 
Como surgiu a ideia do projeto?
Rodrigo: Desde o fim do Ensino Médio, me interessei bastante por pautas sociais, principalmente sociologia. Aliado a isso, fiz muitos amigos na História, o que só fez meu interesse e estudo sobre a área crescer ao longo do tempo. Particularmente, também me tornei fascinado por arquitetura e urbanização com um olhar mais sociológico e histórico. A urbanização de muitas cidades do Brasil, ou a falta dela, diz muito sobre nossa sociedade. Quando me tornei ouvinte de alguns podcasts, aprendi muito sobre geopolítica e história enquanto fazia minha rotina, andando de ônibus, limpando. Achei que também poderia levar a minha visão sobre esses assuntos a um público maior através de um programa de áudio. 
 
O podcast é focado em qual público?  
Rodrigo: É para um público mais curioso, seja de estudantes ou de outras áreas. Nossos ouvintes são de várias áreas de formação, mas o que une todos eles é a vontade de aprender mais sobre a própria história de uma forma mais palatável. 
 
Como vocês trabalham o conteúdo para torná-lo mais atrativo para o público?  
Rodrigo: Sempre monto o roteiro do podcast baseado em livros ou dissertações que leio, mas escrevo todos os parágrafos como eu, Rodrigo Zottis, os descreveria, tornando, assim, o assunto mais pessoal e dinâmico entre apresentador e ouvinte. Diálogos e até piadas também estão no roteiro, então o trabalho também envolve uma habilidade de atuação minha e do meu co-host, Alexander. 
 
O que difere o 'Geopizza' dos demais podcasts? 
Rodrigo: O 'Geopizza' é conhecido por se aprofundar muito nos temas que aborda. Não gostamos de produzir informações "resumidas" nem de basear nossas pesquisas em poucas fontes de matérias da internet. Sinto que houve um distanciamento dos brasileiros dos livros, dos debates sociais e de obras acadêmicas. Virou sinônimo de algo complexo e distante da realidade de muita gente. Criou-se a ideia que é possível aprender muitos "fatos" sobre tudo, sem muito estudo, sem "perder tempo", na internet, pois cada vez vivemos o dia com mais pressa. Entendo como esse pensamento surgiu e se popularizou, mas acredito que o que falta seja apenas uma adaptação desses conteúdos para que mais gente se interesse por eles. É a isso que o Geo se propõe: adaptar outras obras para o nosso mundo de mídias sociais e pandêmico. 
Anderson Ramos

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