A força do dendê e o conto da Fada: ''É Ouro! – O Brilho do Brasil em Tóquio'' recorda as façanhas de Hebert Conceição e Rayssa Leal

Divulgação globo

O dendê, popularmente conhecido como “ouro baiano”, já fazia parte da história de Hebert Conceição muito antes de ele conquistar uma medalha dourada na última edição dos Jogos Olímpicos. Um campeão explosivo e desenvolto. Ao voltar de cada competição, pedia para a mãe, dona Iêda, preparar um prato carregado no tradicional azeite. O boxeador é protagonista do sétimo episódio de ''É Ouro! – O Brilho do Brasil em Tóquio'', série original Globoplay produzida pelo Esporte da Globo, com os bastidores das conquistas brasileiras no maior evento esportivo do planeta. Um capítulo extra mostra como Rayssa Leal se tornou, com 13 anos, a mais jovem medalhista olímpica do Brasil, ao faturar a prata na competição de skate street. Os dois episódios estão disponíveis no Globoplay a partir desta quinta-feira, dia 23.  
 
A relação entre Hebert e a mãe é um dos destaques do episódio dedicado ao segundo ouro olímpico do boxe nacional, que também traz imagens do primeiro Campeonato Brasileiro que o baiano disputou, e venceu, em 2013. Imagens do retorno do atleta a Salvador e a primeira refeição preparada pela mãe: a tradicional moqueca baiana regada no dendê, claro. "Sempre que chego de viagem a primeira coisa que peço para a minha mãe é um prato com dendê", explica o pugilista, fã do Olodum, e que teve ainda outro momento inesquecível no Japão: ao retornar para a Vila Olímpica, encontrou-se com o conterrâneo Isaquias Queiroz, que no mesmo dia havia conquistado a medalha de ouro na canoagem.  
 
Já Rayssa Leal comprovou em Tóquio o talento que o Brasil conheceu nas redes sociais em setembro de 2015, quando ela apareceu em um vídeo fantasiada de fada, dando show em cima de um skate com apenas 7 anos. Um fenômeno de carisma e talento. Chegou como a atleta mais jovem a representar o Brasil em uma edição de Jogos Olímpicos. Saiu de lá como a medalhista mais nova do esporte nacional. "Nunca parem de sonhar. Nós podemos transformar o mundo e o esporte", diz Rayssa na série documental.
 
Além dos episódios da Hebert Conceição e Rayssa Leal, disponíveis a partir desta quinta-feira, já estão no Globoplay as histórias das medalhas de ouro de Italo Ferreira (surfe), Ana Marcela Cunha (maratona aquática), Rebeca Andrade (ginástica artística), Isaquias Queiroz (canoagem), seleção masculina de futebol e da dupla Martine Grael/Kahena Kunze (vela). “É Ouro! – O Brilho do Brasil em Tóquio” é a terceira produção do Globoplay em parceria com o Esporte da Globo – já foram lançados ‘Doutor Castor’, sobre a vida de Castor de Andrade; e ‘Predestinado’, sobre a trajetória de Gabriel Barbosa, o Gabigol. O projeto tem direção geral de Rafael Pirrho, que também assina a direção e roteiros dos episódios ao lado de Daniel Falcão (Ítalo Ferreira e Isaquias Queiroz), Felipe Brisolla (Rebeca Andrade), Guido Nunes (Hebert Conceição), Henrique Arcoverde (Ana Marcela Cunha), Marco Antonio Araujo (Martine Grael/Kahena Kunze) e Rafael Freitas (Rayssa Leal). No episódio sobre o futebol, Rafael Pirrho divide a direção com Eric Faria; e o roteiro, com Marcel Lins e Márcio Iannacca. O argumento é de Carol Oliveira.
Anderson Ramos

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