Rodrigo Fagundes conta como Nelito marcou sua carreira

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Foram muitas as referências de Rodrigo Fagundes para montar seu inesquecível Nelito, destaque na edição especial de 'Pega Pega'. “Misturei detalhes de personagens de filmes e séries que assisti, passando por Claude Troisgros e Batista, e o Audálio, mais conhecido como Poliana, de ‘Vale Tudo’ (Pedro Paulo Rangel)”, descreve o artista, que guarda de recordação a casaca do uniforme do personagem, o fiel mordomo e amigo inseparável de Pedrinho Guimarães, ainda com o pin do Carioca Palace.  
  
“Nelito tem uma importância gigante na minha carreira, porque considero minha estreia em novela, gênero que amo assistir. Tive muitas oportunidades de dosar comédia e drama no decorrer da trama”, explica Rodrigo. Durante o papo em que fala da trama e de seu personagem, o ator ainda relembra o carinho dos fãs na época da primeira exibição de ‘Pega Pega’ e brinca: “O público me abraçou de uma forma tão carinhosa, todos queriam levar Nelito para casa. E se me chamassem, eu iria mesmo”.   
  
‘Pega Pega’ é escrita por Claudia Souto, com direção artística de Luiz Henrique Rios, direção de Ana Paula Guimarães, Dayse Amaral Dias, Luis Felipe Sá, Noa Bressane, e direção geral de Marcus Figueiredo.  
   
Entrevista Rodrigo Fagundes  
  
Qual a importância do Nelito na sua carreira?   
Nelito tem uma importância gigante na minha carreira, porque considero ‘Pega Pega’ minha estreia em novela, gênero que amo assistir, e onde tive muitas oportunidades de dosar comédia e drama no decorrer da trama. Pude experimentar outras temperaturas de interpretação, até na comédia, numa trama envolvente, com graça e sofisticação do texto e direção, que nos davam um suporte e estímulo como nunca vi antes. E o público me abraçou de uma forma tão carinhosa, todos queriam levar Nelito para casa. E se me chamassem, eu iria mesmo. Qualquer momento dessa novela, revejo com muito prazer e saudade, foi muito especial.   
   
O que mais te marcou na época das gravações da novela? Qual a principal lembrança que ficou do trabalho?   
O entrosamento da equipe, elenco, direção e texto. Brincava que não éramos um elenco, mas uma trupe. Não tinha bastidor, tinha coxia. Fiz amigos que levarei para o resto da vida. Éramos felizes e sabíamos. Difícil só é ver cenas da dona Nicette, de quem fiquei muito amigo e faz uma falta imensa na minha vida. Estar perto de ídolos que cresci vendo na TV talvez seja a melhor lembrança que levo da novela, pois ficamos amigos e trocamos muito até hoje.   
   
Guarda alguma recordação do personagem, como peça de roupa ou objeto?   
Sim! A casaca do uniforme do Nelito de mordomo, ainda com o pin do Carioca Palace. Na época, perguntei se podia ficar com uma lembrança, pelo amor que tinha por esse trabalho. Está guardadinha aqui.   
   
Como você se preparou para interpretar o Nelito?   
Misturei detalhes de personagens de filmes e séries que assisti, passando por Claude Troisgros e Batista, e o Audálio, mais conhecido como Poliana, de ‘Vale Tudo’ (Pedro Paulo Rangel). Mais a preparação que fiz nos hotéis, vivências para aprender a fazer os ovos benedict do Pedrinho, e com o próprio Marcos Caruso. Através de improvisações, pude mapear um pouco como seria esse personagem tão rico que Claudia Souto escreveu pensando em mim. Isso é luxo! Fui muito feliz e Nelito até hoje é lembrado por quem me acompanha e curte meu trabalho. 
Anderson Ramos

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