Canal Like - Destaques da programação de 10 a 16 de outubro

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A semana do Canal Like (530 da Claro) conta com entrevistas, estreias e dicas super especiais! Dominique Magalhães se junta aos apresentadores Maytê Piragibe, Indira Nascimento, Hugo Bonemer e Anne Braune para trazer as melhores recomendações de programação e de cinema.

O domingo começa com uma dica para a família toda. O "Censura Livre" conta os detalhes de "Hilda", a série animada da Netflix que traz o universo do folclore escandinavo, às 16h. Às 21h, o "Mostras e Festivais" reúne as principais informações sobre a programação especial do CCBB de São Paulo em homenagem aos 80 anos de Betty Faria. 

Na segunda, mais um "Censura Livre" vai ao ar às 17h, direto do túnel do tempo para resgatar uma personagem marcante: Moranguinho. O destaque do programa é o novo filme da menina, "Moranguinho, o Céu é o Limite". Às 21h, Anne Braune conversa com os atores Letícia Lima, Gabriel Godoy, Dani Suzuki e Rômulo Arantes Neto, com as criadoras e showrunners Dani Valente e Mina Nercessian e com a diretora Anne Pinheiro Guimarães no "Entrevista Like em Casa" sobre a série "Desjuntados", disponível na Amazon Prime Video.

 

Ainda na segunda, o "Mostras e Festivais" reúne as principais informações sobre um dos prêmios mais importantes para a televisão: o Emmy Internacional, às 22h. O evento será dia 22 de novembro, em Nova York, e produções brasileiras concorrem em 5 categorias. Na quinta, a convidada de Dominique Magalhães no "Like a Live", às 20h, é a diretora Manuh Fontes. Elas conversaram sobre a escolha da carreira de Manuh, seus primeiros trabalhos, experiências internacionais, projetos atuais e o futuro do audiovisual no Brasil.

CENSURA LIVRE - HILDA

O Brasil tem um folclore riquíssimo com Saci Pererê, Curupira, Iara, Mula Sem Cabeça, Boitatá e por aí vai. Inesgotável, o tema foi explorado recentemente numa série de sucesso da Netflix, o suspense "Cidade Invisível". Essa cultura fantástica, no entanto, não é exclusividade brasileira, e outro dos folclores mais famosos e vastos do mundo é o escandinavo. Uma ótima porta de entrada para este amplo universo de trolls, gigantes e elfos é a série animada "Hilda", produção da Netflix que é o destaque do "Censura Livre" de domingo, dia 10, às 16h.

O público-alvo da animação é as crianças, mas adultos também têm muito o que aprender com as aventuras de Hilda, uma garotinha corajosa, solidária, determinada e bastante curiosa, que logo nos primeiros episódios precisa se adaptar à mudança da região isolada e florestal em que sempre viveu para a cidade de Trolburgo. Antes de conhecer a nova casa, ela estava habituada a conviver apenas com a mãe; a corça-raposa Túlio, seu fiel escudeiro, e as criaturas míticas da vizinhança. Os seres mágicos continuam fazendo parte de sua rotina após a alteração de endereço, mas surgem novidades como um grupo de escoteiros e amigos leais.

A animação tem duas temporadas até o momento e um total de 26 episódios com menos de meia hora cada. A trama vem de seis livros infantis do cartunista britânico Luke Pearson. É bacana como a animação apresenta a mitologia escandinava e aborda questões universais como amizade, colaboração, empatia, medo, adaptação e de forma geral os desafios da vida comum, mesmo tendo uma pegada surreal forte.

Canal Like: 530 da Claro
No ar domingo, dia 10 de outubro, às 16h
Assista também: terça, dia 12, e quinta, dia 14, às 16h

MOSTRAS E FESTIVAIS - BETTY FARIA 80 ANOS

A super estrela Betty Faria está comemorando 80 anos da maneira como todo grande artista merece. O Centro Cultural Banco do Brasil, de São Paulo, faz uma retrospectiva da carreira dela de 22 de setembro a 11 de outubro e uma parte da programação acontece de forma online, pela plataforma Eventim. O "Mostras e Festivais" de domingo, dia 10, às 21h, reúne mais detalhes sobre a celebração e as obras selecionadas para a mostra, 15 no total.

A ligação da jovem Betty com o mundo artístico era com a dança. Até conseguir a primeira e pequena participação no filme "O Beijo", justamente como uma dançarina de boate. Foi uma pontinha, mas abriu os portões do cinema pra atriz brilhar numa sequência de trabalhos que estarão na Mostra Betty Faria 80 Anos.

"Os Monstros de Babaloo" é uma produção de 1970, época em que Betty começava a despontar na carreira. O filme "O Casal", de 1975, levou mais de um milhão de espectadores aos cinemas sob a direção de Daniel Filho, com quem a Betty foi casada por quatro anos. 

A atriz trabalhou ainda com outros diretores prestigiados do cinema nacional, como Bruno Barreto em "A Estrela Sobe" e em "Romance da Empregada", que deu a Betty Faria o prêmio de melhor atriz no Festival de Havana. Cacá Diegues também dirigiu Betty, no papel de Salomé no clássico "Bye Bye Brasil", um dos filmes mais relevantes da nossa cinematografia, e em "Um Trem para as Estrelas", que fez parte da seleção oficial do Festival de Cannes e foi o representante brasileiro ao Oscar em 1987.

Canal Like: 530 da Claro
No ar domingo, dia 10 de outubro, às 21h
Assista também: terça, dia 12, e quinta, dia 14, às 21h

CENSURA LIVRE - MORANGUINHO, O CÉU É O LIMITE

O "Censura Livre" de segunda, dia 11, às 17h, vem direto do túnel do tempo para resgatar uma personagem marcante: Moranguinho. Mas, nessa viagem dos anos 80 até aqui, muita coisa mudou. O público vai poder conferir essa evolução no longa-metragem "Moranguinho, o Céu é o Limite". Na sua versão moderna ela continua charmosa, mas não usa mais a roupa de camponesa.

A nova Moranguinho não mora na terra mágica chamada Morangolândia, mas sim na Cidade das Frutinhas. Lá tem mercado, livraria, boutique, salão de beleza, escola de música, de dança e até um centro de doações de animais. A Moranguinho é cozinheira e dona do popular Café Tutti Frutti. A Ameixinha é dona do Estúdio da Dança e adora ensinar uns passinhos pras meninas. Já a Amora Linda tem uma livraria e anda sempre bem informada, contando mil histórias. Sobre a Azedinha, essa tem personalidade forte e não se dá com a irmã gêmea, a Uvinha. As duas são chefes de cozinha, mas uma gosta de cozinhar coisas azedas e a outra prefere os doces.

Quando a Moranguinho não está trabalhando na cafeteria, ela recebe os amigos, oferece ajuda e dá os seus conselhos. Não tem como deixar de se contagiar com o otimismo dela, que sempre vê as coisas pelo lado positivo. O filme "Moranguinho, O Céu é o Limite" se passa na época de colheita da Cidade das Frutinhas. Depois de uma grande tempestade o abastecimento de água é interrompido. Sem água, as frutas podem morrer e, sem frutas, não se fabrica o suco que mantém tudo funcionando. Ou as meninas se juntam para resolver o problema ou vão ter que se mudar de cidade. E quando se tem bons amigos que trabalham em conjunto, coisas mágicas podem acontecer! 

Canal Like: 530 da Claro
No ar segunda, dia 11 de outubro, às 17h
Assista também: quarta, dia 13, e sexta, dia 15, às 17h

ENTREVISTA LIKE EM CASA - DESJUNTADOS

A série brasileira "Desjuntados" está disponível na Amazon Prime Video e acompanha a história de um casal que está se separando e se vê forçado a dividir o mesmo apartamento por questões financeiras. Camila (Letícia Lima) é vendedora de uma empresa de beleza e Caco (Gabriel Godoy) é um engenheiro químico desempregado que está à espera de uma remuneração que nunca chega. Anne Braune conversa com os membros do elenco Letícia Lima, Gabriel Godoy, Dani Suzuki e Rômulo Arantes Neto, com as criadoras e showrunners Dani Valente e Mina Nercessian e com a diretora Anne Pinheiro Guimarães no "Entrevista Like em Casa" de segunda, dia 11, às 21h.

A preparação do elenco da série foi feita de forma remota e Letícia conta como foi esse processo. "Foi esquisitíssimo, foi dificílimo. Foi bizarro no começo. Eu, por exemplo, passava o dia inteiro ensaiando, porque eu tinha os ensaios com os outros personagens, então eu começava às nove horas da manhã e acabava às seis da tarde, sete da noite. E sentada o dia inteiro, claro, tínhamos intervalo, mas estava trabalhando emocionalmente o meu personagem só com o pedaço da tela do computador. Então foi muito limitado, eu acho que com esse recurso que a gente tinha a gente fez o melhor que pode, a gente aproveitou tudo que deu desse recurso".

Por estar na Amazon Prime Video, pessoas do mundo todo têm acesso à produção e Rômulo comenta sobre isso. "É muito interessante. Eles provavelmente não vão pegar essa coisa bairrista, social, esse comportamento, mas eu acho que de alguma forma eles vão sentir. Não vão entender 100%, não vão localizar, identificar tão bem, mas vão sentir esse astral, essa atmosfera que a gente está querendo contar sobre essa vida, essa realidade na Barra da Tijuca. É interessante porque vai para culturas muito diferentes da nossa". E Dani completa. "As relações humanas são universais, então todo mundo vai conseguir se identificar de alguma forma", diz.

Canal Like: 530 da Claro
No ar segunda, dia 11 de outubro, às 21h
Assista também: quarta, dia 13, e sexta, dia 15, às 21h

MOSTRAS E FESTIVAIS - EMMY INTERNACIONAL 2021

O Emmy Internacional aconteceu pela primeira vez em 1973, 24 anos depois dos "Emmys" originais. O evento foi desenvolvido com a intenção de premiar programas da televisão global, que não fossem produzidos ou exibidos nos Estados Unidos. O espírito da premiação se mantém até hoje: é legal porque abre a oportunidade para produções do mundo todo terem uma chance de ganhar um dos maiores prêmios do entretenimento global. A cerimônia será no dia 22 de novembro, presencialmente em Nova York, mas o "Mostras e Festivais" de segunda, dia 11, às 22h, já adianta as principais informações da festa. 

Esse ano, são 44 indicados, em 11 categorias diferentes, e a premiação abrange um número recorde de países: 24. O Brasil, com a sua tradição de excelência em conteúdo televisivo, é um participante carimbado nos Emmys internacionais. E nessa edição não poderia ser diferente, produções nacionais concorrem em cinco categorias diferentes.

“Cercados” concorre na categoria de melhor documentário. O filme mostra alguns dos desafios da cobertura da imprensa durante a pandemia no Brasil. “Amor de Mãe” foi interrompida em 2019, mas retornou em março de 2021, para fechar com louvor. Integrou a pandemia na narrativa, e concorre à melhor telenovela. “Diário de um Confinado” foi o projeto da pandemia do casal Joana Jabace e Bruno Mazzeo. A série de comédia, naquele melhor estilo “rir pra não chorar”, concorre na categoria série de curta duração".

Na categoria filmes e minisséries para TV, “Todas as Mulheres do Mundo” disputa o prêmio. A produção é uma releitura de um dos trabalhos mais famosos de Domingos de Oliveira, e uma homenagem a toda sua obra. Jorge Furtado e Janaína Fischer foram os incumbidos de fazer justiça aos filmes românticos e sensíveis de Domingos. Mas talvez a grande expectativa da noite esteja na categoria programação artística. O filme-show do Emicida “Amarelo - É Tudo Pra Ontem” foi um dos grandes destaques cinematográficos do ano passado no país. Ele já levou o Grammy Latino pelo álbum “Amarelo” na categoria de melhor álbum de “rock ou música alternativa” em língua portuguesa”. 

Canal Like: 530 da Claro
No ar segunda, dia 11 de outubro, às 22h
Assista também: quarta, dia 13, e sexta, dia 15, às 22h

LIKE A LIVE - MANUH FONTES

A convidada de Dominique Magalhães no "Like a Live" de quinta, dia 14, às 20h, é a diretora Manuh Fontes. Elas conversaram sobre a escolha da carreira de Manuh, seus primeiros trabalhos, experiências internacionais, projetos atuais e o futuro do audiovisual no Brasil.

Manuh conta sobre seu primeiro trabalho autoral, o documentário "Mise en scene - A Artesania do Artista", dirigido, escrito e produzido por ela. "É um trabalho muito importante para mim, como diretora, porque ele fala sobre o processo criativo dos artistas e é baseado na obra do filósofo Rainer Maria Rilke, que é um filósofo que eu amo muito. Para mim foi muito importante porque me ajudou também a resgatar o meu processo criativo como diretora. É um trabalho que tenho muito orgulho de ter feito parte".

A diretora fala também o que pensa sobre a realidade e o futuro do audiovisual no Brasil. "Eu acho que ele está em transformação, acho que as pessoas agora estão entendendo que a gente está sem incentivo, sem ter como fazer muita coisa. Isso vai gerar novas formas de se produzir, acho que vai mexer com todo mundo e as pessoas vão tentar resgatar de alguma maneira mecanismos que possam fazer as produções acontecerem. Sejam eles equipes mais enxutas, seja usar a luz natural, enfim, diversas maneiras de conseguir fazer com que arte não fique tão abafada. Mas, ao mesmo tempo, acho que independente desses mecanismos novos acontecerem, a gente precisa falar e discutir muito sobre isso, para que a gente possa voltar a ter voz e respeito do governo com a cultura do país, porque um país sem cultura não tem alma", afirma. 

Canal Like: 530 da Claro
No ar quinta, dia 14 de outubro, às 20h
Anderson Ramos

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