Combate ao racismo é tema do 'Esporte Espetacular' deste domingo

Divulgação Globo

A imagem de uma criança chorando, desolada no gramado, após um jogo em um torneio regional em Caldas Novas, em Goiás, em 16 de dezembro do ano passado, ganhou grande repercussão. Neymar e Gabriel Jesus foram dois jogadores que gravaram vídeos de apoio ao garoto, que não chorava pelo resultado, mas pelo que aconteceu durante o jogo. "Fecha o PRETO, fecha o PRETO!". Segundo Luiz Eduardo, de 11 anos na época, essas foram as orientações do treinador da equipe adversária ao seus atletas, quando ele tocava na bola. Quase um ano depois deste episódio que levantou mais uma vez a discussão sobre ações antirracismo, o 'Esporte Espetacular' viajou a Uberlândia, no Triângulo Mineiro, para saber como está o garoto que acabou se tornando mais um exemplo de como o preconceito racial infelizmente ainda faz parte de uma triste realidade não só no Brasil, mas no mundo. Este é o tema de uma reportagem especial para mostrar exemplos de profissionais ligados ao esporte que se engajam nesta causa. 
 
No próximo sábado, 20 de novembro, é celebrado o Dia da Consciência Negra. Além de Luiz Eduardo, expoentes do esporte no combate ao racismo, como o treinador Roger Machado e o ex-goleiro Aranha, são alguns dos personagens entrevistados pelo repórter Luiz Teixeira no material que será exibido na manhã deste domingo, no 'Esporte Espetacular'. Ele também ouviu representantes do Superior Tribunal de Justiça Desportiva para saber quais medidas estão sendo tomadas para agir com mais rigor e severidade contra qualquer forma de preconceito racial no futebol brasileiro.
 
O programa deste domingo também terá uma homenagem especial ao repórter Marcos Uchoa, que se despediu esta semana da Globo após mais de 34 anos de dedicação ao jornalismo e ao esporte. O apresentador Lucas Gutierrez revistou momentos históricos do profissional que cobriu dez olimpíadas, oito Copas do Mundo e oito guerras. 
 
Vem dos Estados Unidos, através do repórter Guilherme Roseguini, uma história envolvendo a modalidade mais antiga dos Jogos Olímpicos. Por conta das mudanças forçadas impostas pela pandemia, as seis mais tradicionais maratonas do mundo - Londres, Berlim, Chicago, Boston, Tóquio e Nova York - foram comprimidas este ano num espaço de seis semanas. A americana Shalane Falagan decidiu que cumprir todas elas e retomar a carreira após três anos de inatividade. Medalhista olímpica de prata na prova dos 10 mil metros nos Jogos de Pequim, em 2008, ainda resolveu criar um desafio extra: completar cada uma dessas seis maratonas em menos de três horas. 
 
O ‘Esporte Espetacular’ deste domingo começa logo após o ‘Auto Esporte’. 
Anderson Ramos

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