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"A Gota do Orvalho", quadro de Patrícia Carparelli
Divulgação Curta!

Nesta quarta-feira, dia 16, a ArtSampa abre as portas na OCA do Parque Ibirapuera, com mais de 60 expositores e centenas de obras de arte à venda. Parceiro da feira de arte, o canal Curta! terá um espaço de 10m², onde quatro artistas plásticos de sucesso farão trabalhos ao vivo, diante dos visitantes. A ideia é mostrar ao público da ArtSampa o que ocorre dentro dos ateliês desses artistas, uma etapa geralmente solitária e reclusa do processo de criação. A iniciativa, batizada de Ateliê Aberto, terá programação durante os cinco dias da feira. 

Na quarta, às 16h, Bel Barcellos fará um bordado sobre lona crua de 80cm x 50cm. Na quinta, às 14h, David Almeida levará uma prensa para mostrar como é feito um trabalho de monotipia. Na sexta, às 16h30, e no sábado, às 14h, Patrícia Carparelli pintará uma aquarela abstrata sobre uma tela de quatro metros de extensão e quase dois metros de altura. No domingo, às 16h, Roched Seba fará uma pintura de inspiração na natureza numa tela de 1m x 1m.

A parceria do Curta! com a ArtSampa também dá a todos os visitantes da feira um presente no momento da compra do ingresso: um cupom de gratuidade para o plano “ArtSampa 22 + Curta!On”, do Curta!On – Clube de Documentários, que pode ser acessado em https://tamandua.tv.br/planos/artsampa. A plataforma conta com mais de 600 produções, entre longas e séries. Alguns artistas convidados pelo Curta! estão criando coleções próprias dentro da plataforma com indicações de filmes e episódios de séries que acharam imperdíveis.

Saiba mais sobre os artistas que farão obras ao vivo no espaço do canal Curta! na ArtSampa:

Bel Barcellos - Dia 16, às 16h
Nasceu em Boston, em 1966. Passou a infância no Recife e, desde 1984, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Sua obra enfoca os aspectos emocionais e psicológicos que perpassam os ciclos da vida, discutindo as dualidades da existência, os sonhos, as angústias, os afetos e as nuances das relações humanas. Através da representação figurativa, suas pesquisas passaram por aguadas de acrílica, desenhos e transfers com grafite para, desde 2009, se firmarem no bordado como linguagem representativa de suas referências femininas, mantendo elos com sua ancestralidade.

"A obra que vou desenvolver na ArtSampa faz parte da série 'Muda'. È um bordado sobre lona crua, de 80 x 50cm. No fluxo constante da vida e do tempo, percebo nosso corpo como abrigo, por vezes firme, por vezes frágil diante das intempéries. Teço reflexões sobre a palavra muda e sobre seus múltiplos significados: silenciar, germinar e modificar. Como um ensinamento observado na natureza, as mudas nos apontam caminhos possíveis para renovação, transformação e crescimento", explica Barcellos.

David Almeida - Dia 17, às 14h
Bacharel em Artes Plásticas pela Universidade de Brasília, sua pesquisa se desenvolve por meio de múltiplas linguagens como desenho, objeto, fotografia, instalações, performance e, sobretudo, a pintura. Sua produção tem como eixo as problemáticas do espaço e do corpo em percurso, explorando a visualidade do espaço íntimo, do ateliê, da cidade e da paisagem natural.

"Eu pretendo levar um pouco do processo que eu iniciei no ano passado, de pinturas em papel produzidas a partir de uma técnica de monotipia. Eu utilizo mecanismos da gravura em metal para pintar. A chapa de cobre é usada como se fosse uma tela, e eu pinto nela com tinta a óleo. Depois, imprimo essa pintura em papel através da prensa. Isso gera uma relação paradoxal: o controle da pintura e a imprevisibilidade da gravura", conta Almeida.

Patrícia Carparelli - Dia 18, às 16h30 / Dia 19, às 14h
Nasceu em 1980, em São Paulo, onde reside até hoje. É formada em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo e faz pós-graduação em Arteterapia no Instituto Sedes Sapientiae. Entre suas exposições individuais, destacam-se Mar Expandido na New Gallery (SP) e Flume, no Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba (SP). 

"O material utilizado será tinta guache com água sobre uma tela de 4m x 1,70m. A materialidade da pintura dialoga com a reflexão sobre o tempo e o acaso gestual das pinceladas. A relação da escolha das cores terá função memorial, ou seja, de revelar memórias que me atravessam. O resultado das camadas e formas de cores resultam em paisagens oníricas, como uma travessia das emoções entre tempo e lembranças", aponta Carparelli.

Roched Seba - Dia 20, às 16h
Além de fazer pinturas com inspiração na fauna e na flora brasileiras, trabalha na realização de projetos ambientais, focados prioritariamente na questão animal, através do Instituto Vida Livre, do qual é presidente e fundador. 

Uma admiradora de seu trabalho é a renomada artista plástica Anna Bella Geiger, que escreveu um texto de apresentação em que destaca: "Estes são os seus 'modelos vivos-livres' - os tapires, os tamanduás-de-colete, as maritacas, as jararacas, as corujas! Lindo! Só para saberem, ele é responsável pelo Instituto Vida Livre, que resgata animais em perigo e os devolve à vida livre quando curados. Também, por se meter mata adentro diariamente, inclusive para encontrar os melhores pontos e clareiras para liberar esse povo, a floresta o envolveu de tal modo que as pinturas, quer dizer, as raízes e os topos das árvores, também passaram a ocupar o seu universo imaginário. Isso não é coerência, é inspiração pura".

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