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ID e discovery+ estreiam temporada inédita de ''Sinais de um Psicopata''

Divulgação

A partir de terça-feira, 3 de maio, às 21h10, o ID e o discovery+ exibem a nova temporada da produção original SINAIS DE UM PSICOPATA (Signs of a Psycopath). São episódios inéditos, com estreia semanal e simultânea na TV e no streaming, que retomam evidências de casos reais para demonstrar o momento no qual as fantasias de assassinato e tortura se transformaram em ato homicida.

Das primeiras demonstrações de comportamento patológico, ainda na infância, aos crescentes episódios de falta de compaixão e empatia, a produção destaca quais são os principais SINAIS DE UM PSICOPATA – indícios de mentes que desafiam as convenções, desconsideram os sentimentos que chamamos de nobres, ludibriam e manipulam pessoas próximas com carisma calculado, colocando em xeque o pacto social.

Com a ajuda dos depoimentos de especialistas em psicologia forense e de materiais de arquivo – entre fotos e vídeos amadores, além de registros oficiais de interrogatórios e ligações para o serviço de emergência da polícia –  a série apresenta as circunstâncias de cada crime e dá a ideia do impacto imensurável gerado pelo encontro fatídico com um psicopata.

Psicopatas estão em todos os lugares: no trabalho, na vizinhança, redes sociais, perfis sedutores em sites de relacionamento e até mesmo dentro de casa. Muitos conseguem disfarçar e reprimir seus desejos homicidas sob comportamentos socialmente aceitos, mas nada garante que conseguirão conter o impulso de realizá-los.

O primeiro episódio da nova temporada retorna a 5 de agosto de 2009, quando Dalia Dippolito voltava da academia e recebeu de um policial, ainda na rua, a notícia de que seu esposo, Michael, havia sido morto a tiros dentro da casa dos dois. Imagens de arquivo mostram quando os oficiais comunicaram a esposa da vítima sobre o falecimento. Consternada, a jovem de 27 anos chora descontroladamente pela perda do homem com quem estava casada há poucos meses.

Seria uma tragédia, se Michael não tivesse sido vítima de uma emboscada planejada por Dalia. Levada para a delegacia, Dalia aparece nos vídeos reais que mostram o seu depoimento. Já nesse momento, a comoção inicial dá lugar a uma explicação muito racional do enredo que Dalia havia criado para o seu crime perfeito. Ela enfatiza uma série de motivos para que Michael fosse assassinado e especula possíveis autores, assinala a Dra. Chitra Raghavan, psicóloga forense que serve de fonte à série.

Mal sabe Dalia que a polícia estava a par de seu plano e que tem uma gravação da conversa durante a qual ela discute com um amigo a contratação de um assassino de aluguel. O diálogo com o assassino – que, na verdade, era um policial à paisana –também foi gravado. Em breve, ela será forçada confrontar a realidade e a encontrar a última pessoa que esperava ver viva.

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