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Equipe do ‘Profissão Repórter’ mostra o drama de famílias que perderam membros e casas em algumas horas

Divulgação

Há pouco menos de três meses, a cidade de Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, vivenciou a maior tragédia de sua história. Uma forte chuva na tarde do dia 15 de fevereiro provocou deslizamentos de terra que transformaram a Cidade Imperial em um cenário de grande destruição, com centenas de mortos. A equipe do 'Profissão Repórter' acompanhou de perto a busca pelas vítimas e dramas das famílias que perderam tudo que tinham em algumas horas. Ao longo desse período, os repórteres Nathalia Tavolieri e André Neves Sampaio, e o repórter cinematográfico Leandro Matozo, registraram os esforços dessas pessoas para seguir em frente.    
 
"Cada lugar que vemos aqui era uma casa, um quintal onde uma criança brincava", diz o bombeiro Bruno Eduardo, em meio às escavações no Morro da Oficina, a área mais afetada da cidade. "A gente precisa ter a sensibilidade de olhar para um lugar que é só barro e entender que ali vivia uma família."
 
Uma das sobreviventes da tragédia foi Jussara, moradora do bairro Chácara Flora, que foi retirada com vida dos escombros. Durante duas horas, ela, a mãe e a filha ficaram soterradas. Mesmo depois do resgate, Jussara ainda aguardava notícias dos outros dois filhos. Este drama se repetiu por diversas famílias. Um total de 241 pessoas morreram depois do temporal que mudou para sempre a história de uma das cidades mais tradicionais do país.
 
O 'Profissão Repórter' desta terça-feira começa logo depois do 'No Limite'.

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