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Murilo Benício comenta expectativa de rever mais um trabalho no 'Vale a Pena Ver de Novo'

Divulgação  Globo/Zé Paulo Cardeal

Protagonista de 'O Clone', onde deu vida a três personagens, Murilo Benício também integra o elenco de 'A Favorita', novela de João Emanuel Carneiro que começa a ser exibida hoje, dia 16, no 'Vale a Pena Ver de Novo', dividindo a faixa com as emoções finais da trama de Gloria Perez.
 
O ator protagonizou ainda 'Ti Ti Ti', exibida antes de 'O Clone' no 'Vale a Pena Ver de Novo'. É com muito orgulho que Murilo revisita seus trabalhos e se alegra com a sequência de novelas que participou sendo reexibidas. "Eu acho maravilhoso poder reconhecer a minha própria idade nessas reprises, há quanto tempo eu venho construindo essa carreira, há quanto tempo eu faço parte da TV Globo, e quanta coisa eu já fiz lá dentro. Isso é muito recompensador, e eu acho um barato, me dá uma dimensão da carreira que eu construí. Na hora que passa um ‘Vale a Pena Ver de Novo’, de épocas diferentes, dá uma dimensão muito gratificante de tempo de trabalho", revela o ator.       
 
Em 'A Favorita', Murilo interpreta Dodi, marido de Donatela (Claudia Raia), e ex-marido de Flora (Patrícia Pillar). O personagem, um novo rico que carrega muitos mistérios, atraiu o ator, que pediu para interpretá-lo. "Me chamaram para fazer parte de um núcleo cômico, e eu não quis, porque eu tinha gostado desse personagem, do Dodi. Eu lembro que o ator que faria o papel não estava mais disponível, então eu pedi para interpretá-lo. Eu queria fazer uma coisa diferente, vinha de personagens cômicos. Foi um personagem que pedi pra fazer, porque achei interessante", conta Murilo. 
 
Em entrevista, Murilo Benício comenta um pouco mais sobre o trabalho em 'A Favorita'. 
 
De volta a partir de hoje, dia 16, no 'Vale a Pena Ver de Novo', ‘A Favorita’ é escrita por João Emanuel Carneiro, com direção geral e de núcleo de Ricardo Waddington, direção de Paulo Silvestrini, Gustavo Fernandez, Roberto Vaz, Pedro Vasconcelos, Marco Rodrigo, Roberto Naar, Ary Coslov e Isabela Secchin. 

ENTREVISTA COM MURILO BENÍCIO
 
Você virou uma espécie de coringa do Vale a Pena Ver de Novo (risos). Depois de 'Ti Ti Ti', veio 'O Clone' e agora 'A Favorita'. O que acha disso? É bom estar muitas vezes no ar e rever trabalhos antigos?
Eu acho maravilhoso reconhecer a minha própria idade nessas reprises, há quanto tempo eu venho construindo essa carreira, há quanto tempo eu faço parte da TV Globo, e quanta coisa eu já fiz lá dentro. Isso é muito recompensador, e eu acho um barato, me dá uma dimensão da carreira que eu construí. Na hora que passa um ‘Vale a Pena Ver de Novo’, de épocas diferentes, dá uma dimensão muito gratificante de tempo de trabalho. 
 
Qual a sua expectativa para rever ‘A Favorita’? Do que você mais gostou no trabalho?
‘A Favorita’ foi onde eu conheci o João Emanuel Carneiro, que eu considero um dos grandes autores de telenovela do Brasil, e eu achava incrível aquela ideia de você não saber quem era o mocinho ou o bandido, algo muito revolucionário o fato de o espectador não saber isso, porque normalmente o espectador sabe tudo o que está acontecendo. Mas, dessa vez, o segredo era de uma pessoa só, era do João. Isso era incrível. Eu adorei o trabalho, a turma era maravilhosa, a gente se divertia demais, eu tenho memórias incríveis de ‘A Favorita’, sinto muitas saudades dessa novela.
 
O Dodi era um personagem diferente do que você vinha fazendo na época. Isso foi um diferencial para você? 
Fui chamado para fazer parte de um núcleo cômico, e não quis, porque eu tinha gostado desse personagem, do Dodi. Eu lembro que o ator que faria o papel não estava mais disponível, então eu pedi para interpretá-lo. Eu queria fazer uma coisa diferente, vinha de personagens cômicos. Foi um personagem que pedi pra fazer porque achei que ele muito interessante. 
 
'A Favorita' inovou ao subverter o folhetim tradicional ao ter a vilã revelada depois de muitos capítulos. Foi estimulante participar de uma obra com essas características?
Para mim essa foi a grande sacada do João (Emanuel Carneiro), ele fez uma coisa que acho que ninguém nunca mais fez e que ninguém nunca tinha feito – posso estar errado, porque parece que todas as histórias já foram contadas –, mas era uma situação tão nova, que eu achava aquilo o máximo. Você não sabe quem está falando a verdade, era um suspense, era um thriller, muito legal. Estou muito feliz que ‘A Favorita’ vai para o ar agora, é uma novela que vai surpreender mais uma vez. 

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