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Shirley é a quinta eliminada do 'No Limite'

Divulgação Globo/Fábio Rocha

Shirley chegou com muita garra. Logo nos primeiros momentos do 'No Limite', assumiu uma posição de liderança na tribo Lua e pegou para si a responsabilidade de preparar as refeições do acampamento. No segundo programa, protagonizou um dos primeiros desentendimentos do grupo e, se vendo ameaçada, fortaleceu alianças e deu o seu melhor nas provas. Ainda assim, no programa da última terça-feira (17), Shirley foi considerada o elo mais fraco da sua equipe e levou a maioria dos votos no Portal. 
 
Na entrevista abaixo, após deixar a competição, ela repercute a sua saída, as estratégias que adotou, as alianças e os desafios da convivência em grupo. 
 
Quais as maiores dificuldades que você viveu no programa? 
A maior dificuldade que eu tive foi com o momento de dormir, a pior parte para mim. Eu tremia, os ossos doíam de tanto frio. E os mosquitos, os de lá são cruéis, parecem uma furadeira entrando na pele. Não dá para ter sossego, eles não deixam ninguém em paz a partir das 17h. Mas, com o tempo, você começa a acostumar com algumas coisas. 
 
Logo no início do jogo, você se propôs a fazer a comida para a tribo e chegou a se emocionar na primeira refeição que fizeram juntos no acampamento. Cozinhar foi uma estratégia, em algum momento? 
É o meu jeito mesmo, a comida faz parte da minha vida, adoro cozinhar. Mas terminou fazendo parte do jogo também. Eu sou muito chata com questões de higiene na hora da comida, então falei: “Vou tomar conta dessa parte para ficar mais segura”. Eu me emocionei muito depois da Prova do Privilégio porque, como eram poucas as coisas que a gente tinha, tudo o que chegava era algo grandioso. Realmente me emocionei. 
 
Ainda nesse início, você e Adriano protagonizaram um dos primeiros desentendimentos da tribo. Qual avaliação você faz do que aconteceu? 
Em um primeiro momento, fiquei muito assustada com a reação do Adriano. Porque eu perguntei se poderia fazer uma oração de agradecimento e ninguém se manifestou contra. Mas depois conversamos e ficou tudo bem entre a gente  
 
O seu voto na Kamyla pegou muita gente de surpresa. Qual era a sua estratégia naquele momento? 
Eu realmente só vim a entender as estratégias depois que saí do jogo. Eu estava esperando o Rodrigo se posicionar. Quando ele disse que os meninos votariam na Kamyla, conversei com ela porque não queria me indispor. Mas eu me arrependi. Já sabia que ela ia sair, então, eu poderia ter votado em qualquer outra pessoa. Mas na hora fui pelo Rodrigo. 
  
A tribo Lua chega, agora, em uma sequência de três derrotas nas Provas de Imunidade. Onde o grupo está errando? 
Na verdade, eu vejo que o maior erro do grupo é muita autoconfiança. Eles estão confiando muito na força bruta, acham que as mulheres não têm força. Só que eles eliminaram uma das pessoas mais inteligentes do grupo. É confiar demais no próprio braço, não tem trabalho em equipe. Se fosse só uma questão de força, o Ipojucan venceria tudo sozinho. Mas não é só isso. 
 
Na sua percepção, quais são os critérios que a tribo está escolhendo na hora do voto?  
O critério que eles estão usando é "tirar os mais fracos", como eles mesmo falam. O Rodrigo tem que montar uma estratégia por conta própria. Ele não queria que a gente saísse, mas a coisa foi afunilando de tal forma que ele está se vendo sem saída. Ele vai ter que trabalhar para se proteger. Ele é um cara muito correto, acredito muito nele, mas ele precisa se proteger, é um jogo. 
 
Quem você considerava os seus maiores aliados no jogo? Comente a sua relação com eles. 
Os meus maiores aliados foram Guza, Roberta e Rodrigo. A Kamyla também. Apesar de o Rodrigo ter votado em mim, eu entendo. Eles me deram muita força e eu confiava muito neles. 
 
Quais aprendizados você leva dessa experiência? 
Caramba, muitos. Não imaginava que eu fosse tão forte. Ainda estou assimilando tudo, passa um filme na cabeça de tudo o que rolou nas provas, nos depoimentos, coisas que eu tinha que ter falado... Aprendi muito e, realmente, não imaginava que eu era tão forte. 
 
Para quem fica a sua torcida? 
A minha torcida é do Rodrigo, vou torcer por ele até o final do jogo. 
 
'No Limite' tem exibição às terças e quintas, após ‘Pantanal’, com apresentação de Fernando Fernandes, direção de gênero de variedades de Boninho, direção artística de LP Simonetti e direção geral de Angélica Campos. O reality é mais uma parceria da Globo com a Endemol Shine Brasil, com base no ‘Survivor’, um formato original de sucesso. Ana Clara apresenta o ‘A Eliminação’ aos domingos, após o ‘Fantástico’.  

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