Ad Code

Mônica Martelli conta sua vida, carreira e relação com Paulo Gustavo no 'Conversa com Bial' desta segunda

Divulgação Globo

Mônica Martelli, que tem como um dos destaques da carreira a peça “Os homens são de Marte...e é pra lá que eu vou”, ficou por 12 anos em cartaz e foi vista por cerca de 2,5 milhões de pessoas. O sucesso foi tanto que o texto ganhou adaptação para um longa e uma série e retorna aos palcos com a continuação “Minha vida em Marte”, e a atriz está no 'Conversa com Bial' de hoje, dia 13, para dividir passagens importantes da trajetória profissional e vida pessoal.
 
“Minha vida em Marte” estreou em 2017, mas teve exibições interrompidas devido à pandemia. Agora, a atriz volta com o espetáculo, com início de temporada em Porto Alegre. “Estava com muita vontade de retornar, ali [o palco] é o meu lugar; é o lugar que me alimenta e que me dá prazer”, comemora. O programa retoma momentos importantes da carreira de Mônica, como a estreia na TV Globo, no programa ‘Chico Total’, comandado por Chico Anysio. O curioso é que apesar de Mônica revelar que seus textos não são escritos para a comédia, a atriz acabou ganhando espaço no gênero “Desde sempre as pessoas falavam que eu tinha um jeito engraçado, então tudo o que eu faço vai para o humor. Acho que pelo meu jeito mesmo de falar”, conta.
 
Além de falar sobre sua vida pessoal, com destaque para questões relacionadas à idade – ela traz que tudo em sua vida aconteceu após os 40 anos: o reconhecimento profissional, a maternidade, a separação e o apaixonar-se novamente -, ela relembra, com emoção, a relação com Paulo Gustavo, amigo com quem dividiu cenas nos longas baseados em suas peças, e seu período de luto, após o falecimento do ator: “Eu já sabia das fases do luto, só que eu achei que eram lineares, e não é assim. Primeiro você nega, aí no outro dia você pensa ‘estou melhor’, no dia seguinte você volta, e fica pior. É muito instável [...]. Mas não tem aceitação. Quando alguém me pergunta ‘Mônica, você sente muita saudade?’ eu penso ‘saudade?! Saudade é uma palavra que não dá conta do que sinto. Saudade é pouco. A falta é diária”, coloca.
 
Com direção artística de Monica Almeida, o ‘Conversa com Bial’ vai ao ar na TV Globo de segunda a sexta, após o ‘Jornal da Globo’. O programa também é exibido no canal internacional da Globo e em simulcast no Globoplay. As entrevistas também podem ser acompanhadas no podcast ‘Conversa com Bial’, disponível no Globoplay ou em qualquer plataforma de áudio.

Postar um comentário

0 Comentários

Ad Code