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Andréa é eliminada do 'No Limite'

Divulgação Globo/Fábio Rocha

No jogo social do 'No Limite', ela se destacou como a última mulher sobrevivente na tribo Estrela. Andréa fez boas alianças e soube se relacionar ao longo de toda a temporada, mas com suas amigas fora da competição, no programa de ontem (5), a sua maior esperança de seguir no game era ganhando o colar da imunidade. Na prova final, entregou tudo de si e, mesmo não conseguindo vencer, se emocionou com a sua garra. Com Clécio imune, no Portal, ela recebeu todos os votos da tribo e foi eliminada.  
 
Na entrevista a seguir, Andréa comenta a sua participação no jogo, fala de suas alianças e deixa a sua torcida. 
 
Como foi participar do ‘No Limite’, valeu a pena? 
Valeu muito! Foi uma experiência única. Em relação a desenvolvimento pessoal, me acrescentou bastante na questão do autoconhecimento, internalizou ainda mais os meus princípios e valores. Tenho certeza de que, depois do programa, pode vir qualquer coisa que eu vou encarar, porque ali é realmente para a gente superar os nossos limites. 
  
Quais aprendizados você leva dessa experiência? 
Um dos grandes aprendizados que vou levar é o controle mental, saber lidar com as questões que foram ativadas ao longo da trajetória para manter a cabeça firme, sempre focada, e não desistir. Então, acredito que, frente a essa vivência, saí, sim, uma pessoa muito mais forte e evoluída. Não só na questão pessoal, mas, principalmente, na espiritual, que foi uma experiência muito incrível nisso também. 
  
Se arrepende de algo no jogo? 
Naquele momento em que o Janaron e o Rodrigo estavam com a imunidade, me arrependo de ter falado para o Lucas que ele seria o alvo. Eu não queria, deixei claro para ele que não seria a minha opção de voto, mas a maioria da minha aliança ia preferir deixar o Clécio na competição. Me arrependo de ter falado isso sem saber o que iria acontecer na dinâmica, porque ele ficou magoado e isso acabou refletindo mais para frente no jogo. Acabou que ele foi para a tribo Lua e nem precisou ter esse momento. 
  
No início do jogo, você era bem próxima de Pedro e Tiemi, mas em um certo momento começou a se aliar mais com as meninas. Qual era a sua estratégia? 
A minha estratégia se deu depois que eu vi uma movimentação do Pires com o Pedro. Na época, a aliança era de sete pessoas, foi quando saiu o Vand, a Patrícia e o Leo, e eu vi que não estava sendo interessante para mim porque o Pires trouxe a possibilidade de a Flávia ser uma das próximas opções de voto, e era uma pessoa que eu não queria votar. Então, vi que a aliança não estava sendo confortável para mim. Acabou que teve muita divergência de comunicação entre o Pedro, eu, Tiemi e Ninha. Ficou um reboliço, então fui para onde, de fato, me senti segura em relação a ir adiante no jogo, no quantitativo daquele momento. A minha estratégia sempre foi sobreviver e, tudo o que estava ao meu alcance, eu estava fazendo. Principalmente nas relações interpessoais, porque, se tem Portal, precisa ter aliança. Acredito que isso foi uma das coisas que fez, sim, com que eu chegasse mais longe na competição. 
 
Se arrepende dessa aliança com as meninas?  
Não me arrependo de ter feito aliança com as meninas. Na verdade, acredito que isso influenciou absurdamente na reta final, frente a tudo o que estava acontecendo lá, as articulações. Acredito que foi uma excelente escolha e, se não fosse por isso, talvez eu não tivesse chegado tão longe. 
 
Você chegou a ter dificuldade em algumas provas, mas nessa última você se emocionou e disse que conseguiu mostrar a que veio. Conte um pouco como foi esse momento.  
Me emocionei bastante porque foi uma prova em que eu estava na expectativa do “top 6” ser eliminatórias. Naquele dia, acordei diferente, preparada para o tudo ou nada, e foi uma prova em que eu consegui dar mais do que eu podia. Foi realmente emocionante, como se eu tivesse acumulado ao longo das provas individuais para, naquele momento, tirar tudo de mim e fazer acontecer. Eu senti, de fato, a garra que eu tenho para correr atrás das minhas coisas, foi bem emocionante. 
  
Na sua opinião, qual das provas foi a mais difícil? E a que você sentiu menos dificuldade?  
A prova mais difícil foi a da cartinha, sem dúvidas. Era uma cartinha da minha mãe e eu estava sentindo muita saudade nessa reta final, mexeu muito com o meu emocional. Desde quando eu vi o Fernando falar o nome dela, de alguma forma, mexeu comigo e me desequilibrou. Eu estava tentando não pensar nas pessoas aqui fora, mas naquele momento foi bem difícil. Não lembro de uma prova específica que tenha sido de menor dificuldade, mas sempre gostava bastante das provas que envolviam agilidade, que tinham salto, impulso. Abrir cadeado também era muito tranquilo porque era só ter paciência ali para não quebrar a chave; com desatar nós, também. 
 
Qual foi o maior desafio que precisou enfrentar? 
Os maiores desafios foram o frio, a falta de comida muitas vezes, e também perceber que as pessoas estavam me subestimando, ter gatilhos acionados. Precisei trabalhar muito a minha mente para seguir em frente.  
 
O que foi mais desafiador: as provas ou o acampamento? 
Uma das coisas mais desafiadoras foi o frio. Eu sofria muito com isso, mas depois que consegui sobreviver às primeiras duas noites mais difíceis, vi que conseguia encarar qualquer outra, e que teria que brigar com o frio para poder estar ali. Então, assim, os desafios eram as adversidades da natureza e também lidar com o meu emocional. Ali era uma oportunidade absurda de mudar a minha vida, então o psicológico também foi desafiador. 
 
Aqui fora, se surpreendeu com o jogo de alguém? 
Não me surpreendi, acredito que consegui fazer uma leitura das pessoas. Para mim, foi como eu tinha visualizado mesmo. 
 
Para quem fica a sua torcida? 
Ali no final falei sobre o Clécio e o Lucas, mas o Charles ganhou o meu coração. No fundo, todos são merecedores, e que vença o melhor. É óbvio que estou com o Nordeste: Lucas e Clécio, que estavam comigo na tribo Sol, e agora também o Charles, pelo desempenho dele na competição; ele também é merecedor desse prêmio. 
 
'No Limite' tem exibição às terças e quintas, após ‘Pantanal’, com apresentação de Fernando Fernandes, direção de gênero de variedades de Boninho, direção artística de LP Simonetti e direção geral de Angélica Campos. O reality é mais uma parceria da Globo com a Endemol Shine Brasil, com base no ‘Survivor’, um formato original de sucesso. Ana Clara apresenta o ‘A Eliminação’ aos domingos, após o ‘Fantástico’.         

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