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Debora Ozório fala sobre Dora, sua personagem em 'Filhas de Eva'

Divulgação Globo/Estevam Avellar

No ar como Olívia, em 'Além da Ilusão', a partir de amanhã, dia 12, Debora Ozório poderá ser vista também em 'Filhas de Eva', interpretando a personagem Dora. A filha de Lívia (Giovanna Antonelli) e Kleber (Dan Stulbach) é uma adolescente que acredita na liberdade feminina e no poder de decisão das mulheres. Na festa de Bodas de Ouro de Stella (Renata Sorrah), após o pedido de divórcio, a jovem foi a única a apoiar a decisão da avó, apesar da confusão entre a família e do carinho que sente pelo avô Ademar (Cacá Amaral). Stella passa a ser uma "diva" de Dora, que se enche de orgulho por sua coragem.
 
Durante muito tempo, Dora alimentou o sonho de ser modelo, mas ao começar o ensino médio, passou a ter contato o movimento feminista e a defender a liberdade das mulheres e o controle sobre seus próprios corpos, o que, para ela, não combina com fotos posadas e amostras de beleza inatingível.
 
Inspirada pela coragem de Stella, Dora fica cada vez mais engajada e, junto com as amigas Mariana (Nina Tomsic) e Carol (Maya), participa de eventos e protestos em prol dos direitos femininos, enquanto disfarça a paixão que sente por Gui (Juliano Lobreiro), seu crush do colégio.
 
Como muitas adolescentes, a pressão do círculo social, as dúvidas e angústias desta fase da vida a fazem questionar suas decisões como também a levam a tomar atitudes impulsivas. Em um dos protestos dos quais participa, na frente da casa do deputado Sampaio, ela acaba presa por desacato e precisa da ajuda do avô Ademar para se livrar das questões penais. 
  
ENTREVISTA COM DEBORA OZÓRIO
 
Por conta de seus ideais e de seu posicionamento, a Dora tem algumas discordâncias com a mãe e acaba apoiando a decisão da avó de pedir o divórcio. Qual a importância dela para a Stella nesse momento? 
A Dora acaba sendo o ponto de acolhimento da avó nesse momento. Acho que tem um espelho entre elas. A Dora significa um ser livre para viver e a avó significa a mulher com coragem para fazer o que quiser, ambas falam sobre liberdade de ser e fazer o que
quiser. Acho que a importância dessa relação está na identificação, independentemente da diferença de idade.  
 
E para Lívia, quais aprendizados a personagem leva para a mãe na série? 
A Dora é o agora, e ela conflita com a mãe pela diferença de ideais, mas elas fazem isso no amor, na união. A força feminina é o grande aprendizado.  
 
A série passa por uma diferença geracional de como as mulheres de diferentes idades enxergam a pauta feminista. Na sua visão, como isso se reflete na vida real? 
Acho que é bem em comum com a maneira abordada na série. O feminismo é muito particular e pessoas são singulares, então é o processo de cada um. Acho lindo falar das diferentes gerações com conflitos pessoais diferentes, sentimentos diferentes, processos únicos, mas com o objetivo comum: poder ser quem se é, o que quiser ser. Na verdade, é isso!  
 
Após a estreia da série no Globoplay, chegou a receber algum feedback do público a respeito da personagem? 
A série foi muito bem recebida, envolveu muito os espectadores. Eu sou suspeita, mas é uma série linda! Recebi um feedback bem positivo do público e o mais legal foi a identificação das pessoas com a personagem independentemente da idade, o que se reflete na própria história.  
 
Qual a sua expectativa para a estreia na TV aberta?  
Estou muito feliz de estender esse trabalho para o público da TV Globo e a expectativa é alta. É uma série de sucesso! Estou feliz de fazer parte disso e prestigiar a estreia na TV aberta, junto à reta final de ‘Além da Ilusão’, com uma personagem cheia de coragem também. Bom poder representar mulheres fortes. 
 
Criada e escrita por Adriana Falcão, Jô Abdu, Martha Mendonça e Nelito Fernandes, com direção artística de Leonardo Nogueira e direção de Felipe Louzada e Nathalia Ribas, ‘Filhas de Eva’ vai ao ar às terças e quintas-feiras, depois de ‘Pantanal’.

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