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Helena Ranaldi comenta sobre seu trabalho em 'A Favorita'

Divulgação TV GLOBO / Kiko Cabral

'A Favorita' marcou a trajetória profissional de Helena Ranaldi pela curva dramática de sua personagem, Dedina. Na trama de João Emanuel Carneiro, a professora é casada com Elias (Leonardo Medeiros), mas acaba se envolvendo fortemente com Damião (Malvino Salvador), amigo do marido. De esposa dedicada, ela protagoniza um grande escândalo na pequena cidade de Triunfo, e tem um final trágico. "Dedina vive o conflito de manter uma relação extraconjugal com um amigo do marido e isso foi bem marcante. A trajetória da personagem é importante para um ator. Essas mudanças no desenho dramatúrgico e todo o escândalo que isso gera na vida dela, até o final trágico, foram muito estimulantes para mim. Adoro interpretar personagens mais dramáticos", conta Helena.        
 
Em entrevista, Helena Ranaldi comenta um pouco mais sobre o trabalho em 'A Favorita'. 
 
No ar no 'Vale a Pena Ver de Novo', ‘A Favorita’ é escrita por João Emanuel Carneiro, com direção geral e de núcleo de Ricardo Waddington, direção de Paulo Silvestrini, Gustavo Fernandez, Roberto Vaz, Pedro Vasconcelos, Marco Rodrigo, Roberto Naar, Ary Coslov e Isabela Secchin. 

ENTREVISTA COM HELENA RANALDI 
 
Relembre um pouco a trajetória de sua personagem, a Dedina, na trama.
Dedina vive o conflito de manter uma relação extraconjugal com um amigo do marido e isso foi bem marcante. A trajetória da personagem é importante para um ator. Essas mudanças no desenho dramatúrgico e todo o escândalo que isso gera na vida dela, até o final trágico, foram muito estimulantes para mim. Adoro interpretar personagens mais dramáticos
 
Foi essa curva dramática da personagem o que mais te marcou neste trabalho?
Sim, sem dúvida. E o final dela, bastante trágico.
 
Qual a cena ficou mais presente na sua memória até hoje?
Foi quando a Dedina é expulsa de casa e jogada na sarjeta pelo marido.
 
Você está revendo a novela? Gosta de assistir trabalhos antigos? Ou é muito autocrítica e prefere não assistir?
Estou revendo, sim. Sempre que posso, porque é um horário mais difícil. Eu sou bastante autocrítica, mas gosto de rever os trabalhos antigos, me dá uma saudade, inclusive dos colegas. Sempre que posso dou uma olhadinha em algum trabalho meu que está reprisando.
 
Quais são seus projetos atuais?  
Produzi um longa-metragem que teve as filmagens finalizadas em junho. É minha primeira produção no cinema; eu já venho produzindo teatro em São Paulo há alguns anos, mas em cinema é a primeira vez. Trata-se da transposição de um texto teatral que eu produzi também e participei como atriz, ‘Cordel do Amor Sem Fim’, da dramaturga Cláudia Barral. Vamos iniciar agora a pós-produção do filme: edição, montagem, colorização, sonorização, etc… Depois disso a ideia é fazermos a inscrição do filme em alguns festivais. Estou em um momento de muito trabalho, mas tenho certeza de que vai ser um filme muito bonito, que vai na contramão de tudo o que a gente está vivendo, um filme que fala sobre amor e esperança.

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