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‘Profissão Repórter’ desta terça-feira faz expedição até a aldeia Pinuya, no Acre, para ver de perto a experiência com o chá indígena

Divulgação Globo

Vem crescendo a procura pelo turismo internacional da ayahuasca, na Amazônia. É o que mostra o 'Profissão Repórter' desta terça-feira, dia 30, que vai desvendar os motivos que levam brasileiros e estrangeiros a procurarem pelo chá indígena em Tarauacá, cidade localizada a cerca de 300 quilômetros de Rio Branco, capital do Acre. O programa fez uma expedição até a aldeia Pinuya, onde conheceu Selma Biruani, líder espiritual e estudante de Pajé. No passaporte, Biruani exibe carimbo de 20 países. Isso porque ela é a única mulher da aldeia a viajar e conduzir rituais com ayahuasca pelo mundo. Selma e o grupo de mulheres indígenas conduzem a cerimônia, que se estende por toda a madrugada, e é uma marca forte no cronograma de oito dias de vivência na aldeia do povo Huni Kuïn. 
 
O sucesso é tão grande que, há quatro anos, Victor Pontes abriu a agência Ayshawã, que oferece pacotes de vivência em aldeias para turistas. O empreendimento já atendeu – além dos brasileiros – espanhóis, ingleses e holandeses. Quem acompanhou esta jornada foram os repórteres Sara Pavani e Thiago Jock. Além do ritual com o chá, a comunidade indígena também apresenta a cultura e todas as medicinas naturais que a floresta oferece.   

Divulgação Globo

A ayahuasca também é uma alternativa para tratamento nos centros urbanos. A repórter Nathalia Tavolieri conheceu algumas pessoas que optaram por utilizar o chá para tentar se livrar da depressão e dependência química. Uma delas é Paulo Henrique, que está há dez anos sem usar crack. O ex-motorista foi ao fundo do poço e, depois de um pedido da mãe, experimentou a ayahuasca. Atualmente, ele atua no Centro Ayahuasqueiro Jiboia Sagrada, na Zona Norte de São Paulo, e conduz rituais à base do chá indígena. Segundo ele, cerca de 5 mil pessoas já passaram pela instituição e foram apresentadas ao chá.
 
Caio Bezerra, diagnosticado com depressão após o falecimento do pai, também aderiu ao tratamento. Após procurar o centro de estudos universalistas Lar Estrelar, localizado em Juquitiba, no interior de São Paulo, o médico começou a tomar doses pequenas do chá durante 21 dias. "A partir daí iniciei um processo de cura", diz Caio que, na sequência, passou a frequentar rituais de forma mensal. 
 
O ‘Profissão Repórter’ desta terça, dia 30, vai ao ar depois de ‘Cine Holliúdy’. 

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