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Um romance online esconde uma rede de golpistas, no episódio inédito de Amores que Enganam

Divulgação

Amores que Enganam, primeira produção original do Lifetime na América Latina, é composta de dez episódios com histórias independentes, de mulheres em situações reais e experiências de sofrimento, traição e desengano. Cada episódio traz um elenco diferente, formado por reconhecidos atores latino-americanos. O novo episódio estreia dia 3 de setembro, ás 22h40, só no Lifetime.

O próximo inédito, O virtual não é real, é estrelado pelos mexicanos Ivonne Montero, (Ladrão Que Rouba Ladrão, Assassinato em Série), Pepe Gámez (Falsa Identidad, Paixão Proibida) e Michelle Santané (Mariachis).

Angie (Ivonne Montero) é uma empresária bem-sucedida, dona de uma clínica de tratamentos de beleza. Há alguns meses, por meio de um site de namoro, ela se comunica com Max (Pepe Gámez), que se apresenta como médico que trabalha para a organização Médicos Sem Fronteiras, viúvo e com uma filha de oito anos.

Apesar dos conselhos e advertências de suas amigas, sobretudo da sagaz Rebeca (Michelle Santané, Mariachis), Angie avança com a relação e chega inclusive a emprestar ao namorado uma grande quantia em dinheiro. Depois de uma longa espera, chega enfim o tão esperado encontro real. Max a pede em casamento e ela aceita. Mas Rebeca não deixa de investigar e descobre que Max é um impostor, parte de uma gangue de golpistas que atrai mulheres com enganos e manipulações. Ela sabe que a vida de sua amiga está em perigo.

Com um elenco composto por atores do Brasil, Argentina, México, Colômbia, Venezuela, Cuba, Costa Rica e Estados Unidos, a série estreou com um episódio estrelado pelos brasileiros Sophia Abrahão, Duda Nagle e Julia Gama. Uma coprodução do Lifetime com Casablanca Brasil, Vip 2000 TV e Yahayra Films, a série foi gravada em 4K, em 66 locações, entre Guadalajara, México, e Miami, Estados Unidos. Para esta primeira temporada, foram utilizadas 800 peças de vestuário, 250 extras e 66 atores. Amores que Enganam é protagonizada e produzida por mulheres, sendo 70% dos departamentos de produção dirigidos por mulheres. Classificação indicativa: 14 anos

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