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| Foto: Globo/Fábio Rocha |
Um personagem que entrou para a história da teledramaturgia e marcou a carreira de Marcelo Serrado retorna à TV em 'Três Graças' a partir do capítulo desta sexta-feira, dia 30. Crodoaldo Valério, o Crô, mordomo de humor afiado que agitava os capítulos de 'Fina Estampa', exibida em 2011, e protagonizou dois filmes para o cinema devido ao sucesso estrondoso na novela, surge em mais uma obra de Aguinaldo Silva, impactando a rotina de diversos personagens.
A primeira aparição de Crô acontece no quarto do hospital onde Ferette (Murilo Benício) está internado. Apresentando-se como voluntário da instituição e com seu jeito extravagante, ele chama Ferette de ''faraó'' e oferece apoio, deixando-o completamente atônito diante da situação inesperada. Zenilda (Andréia Horta), que acompanha o marido, fica perplexa ao retornar ao quarto e perceber o quanto Ferette ficou agitado com a forma com que o voluntário tentou ajudá-lo.
Milionário desde que recebeu a herança de sua antiga patroa em 'Fina Estampa', Crô também surgirá na galeria de arte, interessado na estátua das Três Graças, e fará uma visita a Josefa (Arlete Salles), que conheceu durante uma viagem à Europa. Gerluce (Sophie Charlotte) se diverte com a presença dele no casarão, enquanto Arminda (Grazi Massafera), que chega em seguida, também interage com o ex-mordomo e fica apreensiva quando ele faz ameaças veladas sobre seu passado.
Marcelo Serrado conta como está sendo a experiência de reviver o personagem e reativar a parceria com Aguinaldo Silva. ''Está sendo inesperado reviver esse personagem tão icônico e querido pelo público. As gravações foram muito divertidas, o elenco estava muito feliz e empolgado como eu! Demos muitas risadas juntos'', conta. ''Crô é meu papel de maior sucesso na carreira. Já tive muitos personagens fortes, mas esse foi além do que poderia imaginar um dia. Só agradeço e reverencio essa parceria com o Aguinaldo Silva'', completa.
Criada e produzida pelos Estúdios Globo, 'Três Graças' é uma novela criada e escrita por Aguinaldo Silva, Virgílio Silva e Zé Dassilva, com direção artística de Luiz Henrique Rios e produção de Gustavo Rebelo e Silvana Feu. A direção de gênero é de José Luiz Villamarim.
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