INFINITE ICON: UMA MEMÓRIA VISUAL chega aos cinemas do Brasil em 29 de janeiro, com distribuição da SATO COMPANY. O longa é construído como um memorial audiovisual guiado pela música: uma experiência que mistura documentário, arquivo pessoal e filme-concerto para acompanhar Paris Hilton no caminho até um momento-chave de sua vida artística: seu retorno ao pop e a preparação para um show importante.
Dirigido por J.J. Duncan e Bruce Robertson, o longa atravessa alguns anos de imagens e questões pessoais da artista, abrindo espaço para polêmicas e feridas que moldaram a imagem pública de Paris Hilton. Entre elas, estão os abusos físicos, psicológicos e emocionais que sofreu durante a adolescência, quando foi enviada à força por seus pais para internatos e instituições do chamados ''troubled teen treatment''. Ela também comenta sobre a sextape vazada e seus desdobramentos, e como a cultura de celebridades dos anos 2000 ajudou a fabricar (e punir) a ''party girl'' que fez tanto sucesso.
Em um dos momentos mais honestos do filme, ela reflete sobre a pressão externa e a violência dos julgamentos públicos: ''Eu sabia, lá no fundo, que se eu escutasse todos aqueles comentários de ódio, eu nunca iria me recuperar. Então, decidi encontrar a luz dentro da escuridão. (...) Estou finalmente contando a verdade por trás de tudo… retomando a minha narrativa e a minha própria jornada'', conta
Com a participação de Nicole Richie, Meghan Trainor e Sia, a obra oferece um olhar raro sobre o mundo de Hilton e as amizades que moldaram sua trajetória. INFINITE ICON: UMA MEMÓRIA VISUAL é, acima de tudo, uma reflexão sobre sobrevivência, irmandade e o poder da música de transformar a dor em força.
