CEO do PicPay detalha estreia histórica na Nasdaq e bastidores do IPO no ''É Negócio'' deste domingo (08)

Eduardo Chedid, CEO do PicPay, e Carlos Sambrana, jornalista do NeoFeed.
Divulgação: CNN Brasil

O programa "É Negócio" deste domingo (08), ás 20h45, recebe Eduardo Chedid, CEO do PicPay. O executivo liderou a primeira oferta pública inicial de ações (IPO) de uma empresa brasileira após um hiato de quatro anos, encerrando a "seca" do mercado nacional com uma estreia de peso na Nasdaq. Em conversa exclusiva com o jornalista Carlos Sambrana, que vai ao ar às 20h45 na CNN Brasil, Chedid conta os bastidores da operação que captou cerca de US$ 434 milhões e detalha o planejamento estratégico por trás do código 'PICS'.
  
''Eu acho que isso mostra, primeiro, uma confiança no PicPay, na história do PicPay. Não adianta você estar simplesmente hoje em dia num mercado bom. A história precisa estar muito convincente. A outra coisa é, acho que sim, está acontecendo uma lenta rotação global em que as empresas, os investidores querem diversificar um pouco mais seu portfólio e os países emergentes estão, vamos dizer, têm uma certa prioridade novamente para você diversificar uma parte do portfólio'', afirma Chedid.
 
Durante o programa, o executivo explica a diferença entre a tentativa de abertura de capital ensaiada em 2021 e o sucesso atual. Chedid revela que, embora a companhia tivesse volume quatro anos atrás, a maturidade financeira era outra. "Em 21 era uma empresa (...) com bastante volume, mas ainda não era uma empresa lucrativa. (...) Hoje em dia, se você for ver, o PicPay saiu de ser uma carteira digital para ser um banco digital completo, que já é lucrativo desde setembro de 22", afirma o CEO. Essa mudança de patamar reflete-se nos números: a empresa reportou lucro de R$ 313,8 milhões nos primeiros nove meses de 2025.
 
Para Chedid, o êxito na Nasdaq, que conferiu à empresa um valor de mercado de aproximadamente US$ 2,53 bilhões, é fruto da consistência: "A diferença é a execução desse plano que ainda estamos começando, mas que agora temos 5 anos de execução para comprovar".
 
O apresentador Carlos Sambrana destacou na entrevista que a procura dos investidores pelas ações foi quase 13 vezes superior à oferta disponível. Como fator favorável, além dos méritos internos, o CEO do PicPay apontou também a conjuntura do país, inserida em uma "lenta rotação global" de portfólios que volta a beneficiar emergentes. "O Brasil, pelas condições, que eu diria, não só macroeconômicas, mas também da fortaleza institucional (...), é um dos países emergentes que atrai mais investimentos", analisa Chedid, citando os recentes recordes do Ibovespa como prova desse otimismo.

Anderson Ramos

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