A Diamond Films lança nesta quinta-feira, 26 de março, NUREMBERG, drama que promete ser um dos grandes títulos do ano. Adaptação do livro ''O nazista e o psiquiatra'', de Jack El-Hai, o longa do diretor James Vanderbilt (''Conspiração e Poder'') joga luz a uma história relevante sobre o legado da Segunda Guerra Mundial e a natureza humana com um grande elenco, liderado por Rami Malek (''Bohemian Rhapsody'') e Russell Crowe (''Gladiador'').
A seguir, confira 5 motivos para assistir ao filme:
1. Inspirado em fatos
A história do filme se passa imediatamente após o final da Segunda Guerra Mundial, quando o mundo estava descobrindo a real dimensão dos horrores perpetrados pelos nazistas e determinando como proceder e responsabilizar os comandantes do Terceiro Reich. Nesse contexto, é tomada a decisão sem precedentes de realizar um julgamento internacional pelos crimes de guerra e contra a humanidade – tribunal este que aconteceria na cidade de Nuremberg, na Alemanha. É neste momento que o psiquiatra norte-americano Dr. Douglas Kelley é enviado para cuidar da saúde mental dos acusados, dentre os quais Hermann Göring, o segundo no comando da Alemanha no período.
Embora se trate de um filme de ficção, a obra é amparada pelos fatos que se desenrolaram na época. A parte que se aprofunda nas relações complexas entre os prisioneiros e os representantes Aliados têm como base o registro feito pelo próprio Kelley e posteriormente publicado na literatura.
2. Elenco estelar
Além de Rami Malek e Russell Crowe como os protagonistas Kelley e Göring, o elenco inclui atores como Michael Shannon (''The Flash'') como o procurador-geral Robert H. Jackson; Leo Woodall (''White Lotus'' e ''Um Dia'') como Sargento Howie Triest; Richard E. Grant ("Saltburn"), dando vida ao procurador britânico Sir David Maxwell-Fyfe; Colin Hanks ("Anônimo 2"), vivendo o também psiquiatra Gustave Gilbert; John Slattery (''Spotlight''), como Burton C. Andrews; e o alemão Andreas Pietschmann (“Dark”) interpretando Rudolf Hess.
3. Adaptação de sucesso literário
O filme é baseado no livro ''O nazista e o psiquiatra'', de Jack El-Hai, que tem acesso aos registros do próprio Dr. Douglas Kelley relatando suas interações com os 52 prisioneiros nazistas em Nuremberg, em especial com Hermann Göring, e as complexas dinâmicas que se desenrolaram entre eles. Além disso, o autor mergulha em uma análise de conceitos, como ''bem'' e ''mal'', e os perigos que relações como a de Kelley e Göring podem desencadear. A primeira edição do livro foi publicada em 2016 e recebeu ótimas avaliações da crítica e do público, levando à sua reedição em 2025.
4. Trama relevante e atual
Ainda que trate de um episódio histórico que aconteceu há 80 anos, as temáticas abordadas pelo filme são extremamente atuais, abordando tópicos como os perigos de lideranças carismáticas na mobilização das massas para disseminação de discursos de ódio; a mentalidade dicotômica dividida entre ''bem'' e ''mal''; e as hipocrisias presentes em discursos durante conflitos.
5. Recepção da crítica internacional
Desde suas primeiras exibições, o filme vem recebendo atenção positiva de veículos relevantes que destacaram principalmente a atuação de Russell Crowe no longa. Para a Variety, Clayton Davis escreveu que esse é o ''melhor trabalho de Crowe desde A Luta pela Esperança'', produção lançada há 20 anos, em 2005. Já a People, em texto de Nigel Smith, afirmou que o papel de Göring poderia colocar o ator de volta à temporada de premiações pela primeira vez desde sua terceira indicação ao Oscar com Uma Mente Brilhante, em 2002.
Essa recepção não é surpreendente: na sua passagem por grandes festivais de cinema,como o TIFF, NUREMBERG foi ovacionado e chegou a receber quatro minutos de aplausos de pé dos presentes na sessão. O público internacional também o aprovou: no site Rotten Tomatoes, o “pipocômetro” que reúne a opinião da audiência acumula 95% de aprovação.
NUREMBERG estará em cartaz nos cinemas brasileiros a partir de 26 de março com distribuição da Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina.
