'Falas 2026' amplia espaço no horário nobre da TV Globo para documentários independentes

Foto: Globo/Pamela Anastácio

No dia 9 de março, na semana do Dia Internacional da Mulher, a Globo estreia o projeto 'Falas' 2026, iniciativa que há seis anos reafirma o compromisso da empresa com a sociedade brasileira ao fomentar obras que traduzem a pluralidade do país e trazem à cena protagonistas e realidades de pouca visibilidade. A cada ano, o projeto se apresenta em um formato diferente: dramaturgia, experimento social e humor foram alguns deles. Neste ano, uma parceria entre o Hub de Diversidade dos Estúdios Globo e a Globo transforma o projeto em uma plataforma de relacionamento contínuo com documentaristas de todo o Brasil. O primeiro especial é o 'Falas Femininas', que será exibido dia 9, após o 'BBB'
 
"O 'Falas 2026' nasce de uma nova provocação: ampliar a potência do projeto como plataforma de conexão não só com diferentes grupos da sociedade, mas também com quem produz as histórias que nos revelam — os documentaristas brasileiros. Neste ano, o projeto se reinventa ao oferecer uma janela mais valiosa na TV Globo, o prime time, para que documentários independentes alcancem um público maior", diz Marcos Britto, gerente de conteúdo da TV Globo.
 
Ao longo do ano, os times do HUB de Diversidade e de Aquisições realizarão uma triagem de títulos documentais para cada um dos seis especiais: Falas Femininas, Falas da Terra, Falas do Orgulho, Falas da Vida, Falas de Acesso e Falas Negras. Os conteúdos com maior potencial para a TV aberta serão apresentados a um comitê formado por executivos, criadores e talentos convidados, responsáveis pela avaliação dos documentários inscritos ou licenciados. O documentário selecionado, que será sempre uma produção nacional que aborda os temas relacionados aos especiais, será exibido no horário nobre da TV Globo. A iniciativa amplia o alcance de narrativas diversas, fortalecendo o impacto cultural e social dessas histórias ao chegar ao público da TV aberta.
 
Para Fernanda Neves, produtora executiva de documentários dos Estúdios Globo, que faz parte do comitê do 'Falas Femininas', a descoberta de que o projeto teria um espaço no horário nobre para exibir esse tipo de conteúdo reforçou o poder dessas narrativas reais de transformar olhares, gerar impacto, emocionar e informar. ''O documentário muda vidas e sociedades. Escolher obras para o horário exige buscar histórias consistentes, com personagens capazes de criar identificação, vindos de diferentes regiões do país, alinhadas ao compromisso da Globo de falar com e para todos os brasileiros em linguagem acessível'', avalia.
 
'Falas Femininas'
 
O Comitê de Curadoria do 'Falas Femininas' é composto por Monica Almeida, diretora de gênero Auditórios e Documentários dos Estúdios Globo; Kellen Julio, diretora do HUB de Diversidade dos Estúdios Globo; Leonora Bardini, diretora da TV Globo; Samantha Almeida, diretora de marketing da TV Globo; Fernanda Neves, produtora executiva de documentários dos Estúdios Globo; e Verônica Nunes, gerente de curadoria da TV Globo. A atriz Dira Paes é a porta-voz deste projeto para o público. O documentário escolhido é "Quando Elas se Movimentam", de Susanna Lira. A obra narra a trajetória de superação e conquista de direitos de três mulheres negras no Brasil: a juíza Antônia Faleiros, a atriz Luana Xavier e a pedagoga Angélica da Silva Pinto. A obra aborda lutas por igualdade, educação e ocupação de espaços de poder.
 
''Faço documentários há 30 anos e nunca imaginei ver um trabalho meu exibido em um horário tão especial na TV Globo. Contar a trajetória dessas mulheres foi uma bênção e torna este momento ainda mais especial para mim'', celebra Susana Lira.
 
Para Valéria Santana, gerente de diversidade e inovação em conteúdo dos Estúdios Globo, o projeto permite um diálogo direto com o mercado independente de documentários. ''A Globo tem uma força enorme na dramaturgia. Poder usar esse mesmo ''canhão'' para contar histórias reais e inspiradoras, como as dessas três mulheres, é extremamente gratificante. O 'Falas' é um projeto valioso, de forte posicionamento'', celebra.
 
Diretora de marketing da TV Globo, Samantha Almeida reforça a importância dos documentários. ''É uma conquista especial porque é o momento em que o Brasil inteiro se conecta. Ocupar essa janela com documentários independentes é reafirmar nosso compromisso com histórias reais de brasileiros, que transformam e humanizam. Dar visibilidade a vozes plurais em um espaço tão nobre amplia a força do conteúdo brasileiro, aproxima o público de narrativas inspiradoras e necessárias, e reforça nosso papel de promover reflexões que atravessam a sociedade, valorizando a diversidade e a profundidade das experiências que compõem o país'', conclui.
 
O documentário escolhido pelo Comitê de Curadoria do 'Falas Femininas' vai ao ar na Globo no dia 9 de março, logo após ‘BBB 26’. 

Anderson Ramos

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