Lollapalooza 2026 começa nesta sexta (20) com transmissão multiplataforma na Globo, Globoplay, Multishow e Bis

Foto: Reprodução

Amanhã terá início a maratona de shows do Lollapalooza Brasil 2026, a 13ª edição do evento. De Interlagos para todo o Brasil, a experiência completa do festival estará nas telas da Globo nos dias 20, 21 e 22 de março. Com uma transmissão multiplataforma, o público confere cobertura ao vivo a partir das 14h30 desta sexta-feira (20) pelo Multishow e pelo Canal Bis, além dos assinantes do plano premium do Globoplay.

Quem não é assinante também poderá acompanhar os quatro palcos do Lollapalooza Brasil pelo sinal aberto no Globoplay, que irá se revezar entre Multishow e o Canal Bis a cada 30 minutos. A TV Globo trará flashes durante a programação e, nas madrugadas de cada dia de evento, vai ao ar uma seleção com os principais destaques das apresentações. Já na semana seguinte, a emissora apresenta um especial, reunindo o que de mais icônico passou pelos palcos de Interlagos.

Chinaina, Dedé Teicher, Guilherme Guedes, Laura Vicente e Magá Moura comandam a cobertura no Multishow, Canal Bis e Globoplay, levando ao público toda a energia de Interlagos, curiosidades sobre os artistas, bastidores e entrevistas exclusivas. No dia 20, Isa Buzzi, artista acelerada do Alerta Experimente, também estará no festival como apresentadora convidada na transmissão do Multishow. Já na TV Globo, Kenya Sade comanda os especiais com os principais destaques de cada dia diretamente do Autódromo de Interlagos.

No Multishow e no Canal Bis, a programação ao vivo conta com performances de artistas como Sabrina Carpenter, Deftones, Chappell Roan, Skrillex, Tyler, The Creator, Lorde, Lewis Capaldi, Turnstile e Doechii. Enquanto o Multishow exibe o que acontece nos palcos 1 e 2, o Canal Bis mostra as atrações dos palcos 3 e 4. A transmissão completa estará disponível no Globoplay, para assinantes do plano Premium, que também terão acesso à transmissão em 4k do Multishow por meio de um sinal extra.

O LollaBR também está no digital da Globo. No g1 e globo.com, o público encontra matérias de serviço sobre o festival, com informações sobre a programação e como se preparar para curtir os shows no Autódromo de Interlagos, curiosidades e entrevistas de artistas da edição deste ano, notícias em tempo real do evento, vídeos e fotos de melhores momentos, reviews das apresentações e a repercussão nas redes sociais. Já o gshow mostra a movimentação dos famosos nos camarotes, apresenta as tendências de moda que dominam os looks dos artistas e do público, além de trazer bastidores do LollaBR e enquetes sobre os destaques.

Nas redes sociais, a estratégia de influência amplia o alcance da cobertura com narrativas que geram identificação e proximidade. Samanta Alves, carioca raiz, encara uma jornada de "conversão paulistana" como correspondente do Globoplay, circulando por diversos pontos do Autódromo. Paralelamente, Julia Alvarenga revela os bastidores e os acessos exclusivos do ‘Tour dos Assinantes’, do Globoplay.

Confira o pingue-pongue com os apresentadores LollaBR na Globo:
 
KENYA SADE

Como especialista em grandes festivais, qual sua avaliação sobre o line-up do LollaBR 2026? O que ele diz sobre o momento atual da música global? 
Kenya Sade: O Lollapalooza é um festival muito atual que tem como objetivo trazer artistas que dialogam com a contemporaneidade. Tem um olhar sensível para fazer uma curadoria do que tá bombando lá fora dos artistas da nova geração. Este ano os artistas como um todo estão muito alinhados, temos grandes fenômenos da nova era pop como Sabrina Carpenter, Chappell Roan, KATSEYE. Pela primeira vez uma banda de K-Pop irá tocar no Lolla, o RIIZE. Além de trazer grandes nomes do rap da atualidade, como Doechii, Tyler The Creator. Um festival pra quem é apaixonado por música!

O que mudou na forma como o público consome esses eventos e como a nossa transmissão acompanha isso?
Kenya Sade: O consumo de festivais passou por muitas mudanças, hoje o público está em busca de experiências imersivas, maior interação com o artista. Além disso, o público não vai apenas para ver os artistas, mas pela experiência completa, que inclui ativações de marca, gastronomia, cenografia, vivenciar tudo que o festival tem a oferecer. Na TV aberta temos a missão de democratizar os acessos, levar até o público de casa estes shows e passar toda a experiência do festival a partir de tela. A música é uma linguagem universal que conecta diferentes públicos. 

Na sua visão de curadora, quais são os shows imperdíveis deste ano?
Kenya Sade:  Doechii, Chappell Roan, Tyler The Creator, Sabrina Carpenter  e Lorde
 
Como está o coração para comandar pela quinta vez a transmissão na TV Globo, resumindo a energia de Interlagos para milhões de pessoas?Kenya Sade: Eu tenho um sentimento de gratidão e um senso de responsabilidade grande. Poder levar toda a experiência do festival pra casa de milhares de brasileiros é um sonho realizado! Poder levar um pouco de leveza até as pessoas é o que me faz feliz.

CHINAINA

Como está a expectativa para encarar a maratona de mais de 30 horas de transmissão ao vivo no Multishow, Canal Bis e Globoplay?
Chinaina: Este é o meu décimo ano fazendo transmissões com o Multishow e eu comecei exatamente no Lollapalooza, em 2016. Então, é algo com o qual a gente já está muito acostumado, tanto com o tempo de transmissão quanto com o tempo no ar, mas o friozinho na barriga é sempre garantido porque, se não tiver esse frio, não tem a menor graça. Todo ano é uma descoberta nova, com artistas novos que a gente conhece, e eu só sei que o tempo passa voando. São muitas horas no ar, mas quando percebe o dia já acabou, você já está em casa, toma um banho e já precisa voltar no dia seguinte. Quando chega o domingo e tudo termina, a gente fica até meio triste por não ter mais show, nem festival, mas é muito gostoso de fazer. Realmente, eu acho que a gente fica tão focado e concentrado que nem percebe o tempo passar. Quando escuto essa pergunta sobre serem tantas horas de transmissão, penso: 'Uau, será mesmo? Acho que a galera está errada, porque passa rápido demais'

De que forma sua vivência como músico ajuda a traduzir para o público as nuances técnicas e a energia que rola em cima do palco?
Chinaina: Acredito que o fato de ser músico antes de ser um apresentador de TV me dá uma certa vantagem por já conhecer aquele cenário de backstage, de saber como um show funciona, como é montado um show. Ao mesmo tempo, sou amigo de muitos dos artistas que se apresentam nos festivais, então fica muito mais fácil porque a gente já se conhece de outros backstages, então a galera já vem com o coração aberto para dar entrevista. Até quando tem problemas técnicos no festival, consigo explicar isso de uma forma didática para quem está em casa entender. E aí conseguir explicar isso para o público, acho que é uma vantagem que eu tenho pelo fato de ser músico.

Quais são os seus top 3 shows imperdíveis deste Lolla?
Entropia
Mundo Livre S/A
Cypress Hill

Você que também é músico, tem algum artista que queira ver em especial?
Chinaina: O artista que eu quero mais ver é o meu filho, Entropia. Ele toca no domingo, no palco eletrônico. É um orgulho para mim, porque eu acompanhei o crescimento desse moleque. Eu sou um cara que vem da música, mas do rock e da música brasileira. Ele foi para uma outra área que eu nunca nem cheguei perto, que era a música eletrônica. E, cara, ele vai muito bem nesse caminho. Então, ele toca no Teto Preto, ele faz parte da Mamba Negra, é DJ residente. Já tem várias turnês europeias. Estava na hora de ele tocar para um público maior, sabe? Então, foi muito legal ver ele tocando, ver que ele vai se apresentar no Lollapalooza. E que outras pessoas estão de olho no meu moleque. Então, o papai está muito feliz com isso. Vou chorar lá.

DEDÉ TEICHER

Como está a expectativa para encarar a maratona de mais de 30 horas de transmissão ao vivo no Multishow, Canal Bis e Globoplay?
Dedé Teicher: Uma coisa  posso te dizer: eu já trabalho com as transmissões ao vivo no Multishow há mais de 10 anos e toda transmissão, mas especialmente todo grande festival como o Lollapalooza, sinto muita ansiedade, muita expectativa. Fico meio nervosa nos dias antes, porque a gente fica preocupada com todas as informações que a gente precisa ter, com aquela apreensão se vai chover, se não vai chover, quem vai dar entrevista, quem não vai dar entrevista, se vai dar tudo certo... Enfim, a cabeça vira um turbilhão, mas acho que faz parte também do fato de se preparar. Porque, além da maratona física e mental que é, também é muita emoção, porque a gente é muito envolvida com música. Então, acho que faz parte. Como dizem, o melhor da festa é esperar por ela, tem um pouco dessa energia. 

Com sua experiência de anos em festivais, como você enxerga a evolução da conexão emocional entre os artistas e os fãs? Há diferença entre as gerações?
Dedé Teicher Existem diferenças entre as gerações porque a forma de as pessoas consumirem música ao longo dos anos tem se transformado. E isso inclui a forma como os artistas se relacionam com os fãs. A internet já não é mais uma novidade, mas acho que tem evoluído e, mais uma vez, se transformado muito. É um nível de sinergia que os fãs têm com os artistas hoje em dia, sendo que muitos deles também são muito jovens. Muitos artistas do Lollapalooza são pessoas que nasceram já depois dos anos 2000. Então, os fãs deles têm a mesma idade, um pouco mais, mas também tem uma carga muito grande de pessoas mais novas que, de fato, leem o mundo de uma outra maneira. Eu acho que o legal do festival é justamente misturar tudo isso.

Quais são os seus top 3 shows imperdíveis deste Lolla?
Dedé Teicher: Olha, muitas vezes a gente vai para um festival, são tantos shows, que a gente acaba se surpreendendo com algum que talvez a gente não tivesse ali com todos os olhos em cima. Mas confesso que estou com o meu coração pulsando especialmente para assistir ao Edson Gomes; vai ser totalmente emblemático ele sendo o headliner do Palco 3. Estou muito a fim de ver o Tyler, The Creator também, e vou puxar a sardinha para a Agnes Nunes, uma artista super jovem, que representa muito bem a nova geração da música brasileira. É um show super especial para ela, então estou feliz de estar lá perto para ver.

Você é baterista: tem algum ídolo da bateria que deseja ver ou algum outro músico em especial?
Dedé Teicher: Eu, como baterista, mais do que estar focada na performance de alguém, porque eu aprecio todos os estilos de tocar bateria, acho que a gente está falando de uma gama de artistas que tem muitas propostas e muitos deles, inclusive, nem partem de uma bateria tradicionalmente falando; são muitos beats e outras formas de encarar a parte rítmica. Eu gosto de ver exatamente essas soluções, principalmente a galera que mistura uma coisa mais orgânica da bateria com uma leitura mais eletrônica das coisas. Eu acho que esse lugar me fascina.

GUILHERME GUEDES

Como está a expectativa para encarar a maratona de mais de 30 horas de transmissão ao vivo no Multishow, Canal Bis e Globoplay?
Guilherme Guedes: Estou muito animado. Participei de todas as transmissões do Lollapalooza desde o primeiro, em 2012, e esta é uma das minhas transmissões preferidas. É muito divertido, ao mesmo tempo que representa um desafio profissional muito grande. E a cada ano que passa a gente vai ganhando mais experiência e ficando mais confiante.  E essa é uma das edições mais interessantes para mim, em termos de line-up e variedade de artistas e estilos musicais, então estou bem animado.

Como o seu olhar de jornalista e crítico musical contribui para contextualizar a importância desses nomes internacionais no cenário atual?
Guilherme Guedes: O fato de trabalhar e de ter um histórico como jornalista, como crítico e tudo, me ajuda muito a ter um olhar mais racional e analítico sobre tudo aquilo e, com isso, levar informação para quem está assistindo. No Lollapalooza, a gente tem muitos artistas que às vezes são pouco conhecidos do grande público, muitos artistas novos que estão aparecendo agora, então ter esse olhar um pouco mais analítico me ajuda a enxergar quais informações devem chegar ao público e de que maneira. E assim, falar de música é sempre um desafio porque não tem como a gente não se emocionar, né? É óbvio que a gente gosta mais de um estilo ou de outro, mas esse olhar mais jornalístico me ajuda a trazer uma visão um pouco mais imparcial de tudo e deixar o público também decidir o que eles gostam, o que eles não gostam e por aí vai.

Quais são os seus top 3 shows imperdíveis deste Lolla?
Em primeiro lugar, estou muito animado de ver o Tyler, The Creator. É um artista que acompanho já há muitos anos e nunca tive a oportunidade de ver um show dele. Inclusive, no ano passado, quando fui fazer a cobertura do Grammy Latino, estendi a minha viagem para ver o festival dele em Los Angeles e, quando cheguei lá, o festival foi adiado por causa da chuva, então não consegui ver. Então, quero muito ver esse show finalmente. Quero muito ver a Doja Cat também, que é uma artista brilhante e uma das mais importantes dessa geração, fazendo essa mistura do hip-hop com um lado mais pop também, mais performático. Então, é uma artista que ainda vai dar muito o que falar e tenho certeza que a gente vai ver em outras edições e outros grandes festivais aqui no Brasil. E em terceiro lugar é o show do Yousuke Yukimatsu, que é um DJ japonês que vai tocar lá no Palco Perry. Vi sets incríveis dele na internet.

LAURA VICENTE 

Como está a expectativa para encarar a maratona de mais de 30 horas de transmissão ao vivo no Multishow, Canal Bis e Globoplay?
Laura Vicente: O Lolla é meu festival favorito de transmitir e é muito legal porque sempre acontece no início do ano, né? Então, também dá um pouco o tom de como vai ser o restante do ano. São 30 horas de música, mas tenho muito prazer em fazer o Lolla, com a maior parte da minha playlist ali, entre sons novos e sons que a gente vai descobrir. O Lolla é um festival que tem muito pop alternativo e indie pop, que é o meu gênero favorito de música. Ah, vamos lá, né? Estamos estudando um monte e preparando todos os materiais para fazer a melhor entrega possível dessa transmissão.

Como sua trajetória em coberturas ao vivo te ajuda a captar e transmitir o 'calor' da grade para quem está em casa?
Laura Vicente: A gente tem um papel muito importante e muito bonito nessas transmissões ao vivo, que é justamente trazer os festivais para quem não pôde estar lá. Seja porque mora em outro estado, seja porque não conseguiu comprar ingresso, por diversas razões. Este é um dos motivos mais legais da nossa transmissão acontecer: trazer os shows, as entrevistas, informações importantes e descontraídas também, o que faz parte, entregando esse pacote completo. Nesses mais de dez anos fazendo isso, fui aprimorando e entendendo cada vez mais desse universo, sempre pensando em qual é a melhor maneira possível de trazer o que está acontecendo no festival para as pessoas. Então, às vezes isso é através de uma entrevista super exclusiva em cima do palco, às vezes é comentando sobre coisas que aconteceram durante o show na plateia, que não necessariamente apareceram na transmissão. Mas tudo é para trazer essa visão humana, essa visão da experiência de estar ali e tentar sempre transparecer isso na transmissão, levando o festival para todos os lugares.

Quais são os seus top 3 shows imperdíveis deste Lolla?
Laura Vicente: Olha, é muito difícil escolher só três shows desse line-up para falar, mas o número um é inegável: a Lorde. É uma artista de quem sou muito, muito, muito fã. Digo que não sou 'muito fã' de ninguém, de acordar cedo, colar a barriga na grade, ficar ali e fazer camiseta. Mandei fazer uma camiseta da Lorde porque não achava uma do jeito que queria e precisava da camiseta da minha diva exatamente do jeito que queria. Estou muito ansiosa para ver a Sabrina Carpenter no palco, adoro o pop que ela faz. Essa turnê, Short n' Sweet, é muito interessante, ela tem rodado muito com ela por aí, então vai chegar com esse show muito redondinho para cá, o que vai ser uma delicinha de assistir. E o terceiro lugar é muito difícil, mas vou de Doja Cat também. Um show muito aguardado, muito esperado... Enfim, uma artista que explodiu nos últimos tempos e que tem uma presença de palco incrível. Traz sempre shows muito explosivos e está trazendo um show novo, repensado para essa turnê; ela apresentou esse show no Chile, na Argentina e agora vai trazer para o Brasil.

Para você, o que o Lolla traz de tão especial e que é uma característica só dele?
Laura Vicente: O Lolla é muito especial justamente por ter essa proposta de apresentar novos artistas. Uma das coisas mais mágicas de um festival é você ir, às vezes, para assistir ao show de um artista e aí se deparar com outras apresentações ou outros sons de que você gosta. Para mim, essa é uma das coisas mais mágicas que acontecem no festival. E o Lolla é um retrato disso. Também tem vários artistas no line-up para os quais você olha e fala assim: 'ah, não conheço, não conheço, não conheço'. E aí, quando você para para ouvir, tem várias músicas que você conhece, sabe? Então, essa perspectiva da descoberta uma das coisas mais interessantes e o que faz o Lolla tão especial.

MAGÁ MOURA

Como está a expectativa para encarar a maratona de mais de 30 horas de transmissão ao vivo no Multishow, Canal Bis e Globoplay?
Magá Moura: A minha expectativa para o festival está altíssima, como sempre. Toda vez que sou chamada para uma transmissão, fico muito animada e, ao mesmo tempo, muito ansiosa, porque é muita responsabilidade sermos os responsáveis por levar essa energia, por levar informação, por levar tudo o que está acontecendo num festival tão grande, tão importante. E o Lolla é o meu festival favorito que acontece aqui no Brasil, porque ele é jovem, ele é moderno, com uma curadoria muito variada e muito maravilhosa. São sempre artistas que estou ouvindo muito. Tem toda a questão de moda, festival é um ótimo momento para a gente expressar tudo o que a gente é sem medo. É um lugar de ousadia também, de observar, de pegar tendências...Tendências também musicais, porque tem artistas que a gente não conhece; às vezes passa num palco, ouve alguma coisa e fala: 'Nossa, o que é isso aí?', e descobre uma nova banda, um novo artista. E, enfim, eu amo. Amo muito poder estar envolvida nesse festival desta forma, como trabalhadora e, principalmente, uma trabalhadora que é apresentadora. Então, para mim, sempre é um mix gigante de emoções. Não vejo a hora de sentir aquele frio na barriga, estou muito animada!

Quais são os seus top 3 shows imperdíveis deste Lolla?
Magá Moura: Ai, meu Deus. Vamos lá. Top 1: Doja Cat, né? Nunca veio para o Brasil. Nunca vi um show dela, só pela internet. Sei que ela entrega muita energia, entrega muito look, entrega muita beleza e dança tudo. Para o Brasil, ela ainda vai trazer mais surpresas; é um show imperdível. Também pelo Tyler, que vai se impressionar muito com o público brasileiro. Ele já veio antes com o Odd Future, mas não veio com o Tyler sozinho ainda. Ele vai se impressionar muito com a energia, com todo esse molho que só nós brasileiros temos, e vai ser um showzaço porque ele é um artista excelente. O show da N.I.N.A vai ser um showzaço. Ela vem passando por várias transições na vida pessoal que, obviamente, influencia 100% na vida artística. Então, esse show no Lollapalooza vai ser essa consagração desse momento de resiliência, porque ela é uma mulher preta, resiliente, talentosíssima e, por acompanhá-la nas redes sociais, vejo que expõe muito suas dores, seus amores, suas vitórias. Ela estar no Lollapalooza, num palco gigante, fazendo um show de rap, sabe? Uma mulher preta, periférica, gorda, carioca, maravilhosa. Então, assim, estou animadíssima para esse show.

ISA BUZZI
 
Sendo uma artista da nova geração, como é trazer esse olhar de quem "está na cena" para o papel de apresentadora convidada?
Isa Buzzi: Existe uma magia muito especial no fato de eu ser uma artista nova, que está chegando agora, de uma nova geração, que conversa com um novo público e, ao mesmo tempo, ter sido convidada para estar num festival tão clássico quanto o Lollapalooza. Especialmente ali da transmissão da Sabrina Carpenter. Este ano a gente tem um line-up que conversa muito com esse público novo, com essa geração nova. Então, estou me sentindo muito feliz de fazer parte de tudo isso e acredito que o olhar de quem está na cena, o olhar de entender a sensação do palco, entender a parte técnica, entender o friozinho na barriga de estar ali, é muito interessante. Mas também tem um olhar de quem é fã, de quem admira os artistas. Acredito que é justamente por estar nesse lugar, de ser uma artista nova na cena, entender a parte técnica, mas também olhar para tudo isso com uma curiosidade de quem está chegando agora e admirar tudo o que acontece ali, que vai agregar muito. Vai trazer uma linguagem muito especial para essa apresentação e acho que vai criar um clima muito maneiro para quem estiver assistindo.

Quais são seus artistas favoritos desta edição? Poderia citar três?
Isa Buzzi: Nossa, é dificílimo escolher três artistas desta edição. O line-up está caprichadíssimo, mas se fosse fazer um top 3, em primeiro lugar, com certeza, Sabrina Carpenter. Eu amo a Sabrina, sou apaixonada nela desde a época da Disney. Acho linda a forma como ela se reinventou. Toda essa estética nova, tudo o que ela tem feito, as letras, o pop, é incrível. Acho que ela vai ser uma grande estrela desta edição do Lolla e acredito que os fãs vão surtar muito com o show dela. Estou muito curiosa para assistir. Em segundo lugar, a Chappell Roan, não tem como passar batido por ela. É muito lindo ver artistas de uma nova geração chegando e se destacando; para mim, é muito inspirador. E acho que a Chappell, além de tudo, tem um pop com um toque ácido, e eu amo isso, acho fantástico. E, por último, a Addison Rae, que é uma pessoa que também já se reinventou bastante e acredito que ela chegou em um ápice. Estou muito curiosa para entender o show dela. Nunca assisti, então vou entrar com um olhar de quem realmente quer conhecer mais do trabalho dela, mas eu amo as músicas e acredito que vão me surpreender bastante.

Anderson Ramos

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