A trama acompanha Ohm (Scott), um escritor que busca finalizar sua mais nova obra, enquanto navega pelo luto da perda dos pais. Para honrar o último desejo deles, o autor viaja até os confins da Irlanda, onde se hospeda em um hotel aparentemente comum, sem saber da fama que o local tem. Segundo as histórias, uma bruxa assombra o estabelecimento e o medo é tanto que a suíte de Lua de Mel se mantém fechada há anos.
Ao chegar, Ohm é confrontado com a atmosfera esquisita da pousada e passa a ter pesadelos com figuras obscuras, capazes de trazer à tona segredos há muito enterrados no fundo de sua mente. Porém, é apenas quando um desaparecimento abala a equipe do hotel que o escritor se percebe não só no centro deste mistério, como entende que, se quiser sair de lá vivo, ele não terá alternativa a não ser confrontar as forças desconhecidas e fazer as pazes com seu próprio passado.
REFERÊNCIA NO TERROR
Damian McCarthy não é estranho ao gênero: o diretor já tem alguns filmes de terror independentes aclamados em sua filmografia. ''Oddity: Objetos Escuros'', de 2024, e ''O Alerta'', de 2020, são dois de seus trabalhos que receberam mais atenção no circuito do terror, além de curtas como ''He Dies at the End'' e ''How Olin Lost His Eye''.
Em entrevista ao Screen Rant, McCarthy revela algumas de suas referências para HOKUM: O PESADELO DA BRUXA. "No geral, sempre volto a John Carpenter. 'O Enigma de Outro Mundo' e 'Eles Vivem', para esse [filme] em particular. Qualquer coisa que tenha um cara tentando sobreviver à noite'', lembra, pontuando seu interesse de encontrar momentos de leveza entre as sequências mais assustadoras.
"Para mim, esse filme não se leva tão a sério. É bem assustador, mas tem um quê de comédia e, claro, é também um filme divertido. Adam conhece muitos personagens estranhos no caminho, enquanto percorre a história", explica.
HOKUM: O PESADELO DA BRUXA é distribuído pela Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, e chega aos cinemas brasileiros em 30 de abril.
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