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| Bolívia Zica e Mauro Naves no quarto episódio da nova temporada do Rolê Zica, que retorna no formato videocast nesta nova fase do Desimpedidos / Crédito: NWB |
O Rolê Zica, em sua segunda temporada, atracou sua nau nafamosa cidade do Porto para trazer curiosidades, fatos históricos e apreciar um bom vinho com Mauro Naves, repórter e comentarista, que tem um forte vínculo com a cidade, tanto pelo lado familiar, como em coberturas internacionais que fez com a Seleção Brasileira. O público pode assistir a partir desta terça-feira (28), às 18 horas, no YouTube do canal do Desimpedidos.
Dessa vez, o convidado de Bolívia Zica confessou que precisa de uma taça de vinho para se acalmar antes de viagens de avião.Dentre tantos lugares famosos por seus vinhos de qualidade, Porto junta essa experiência com uma gastronomia que tem um dos pratos favoritos de Mauro Naves: o bacalhau. O passeio de barco no Rio Douro parando nas vinícolas, as pontes arquitetônicas, o centro histórico, a Livraria Lelo e a estação São Bento foram alguns dos pontos turísticos abordados pela dupla no estúdio.
Já o lanche típico, a francesinha, teve um alerta engraçado de Renato Albani: ''É uma delícia, mas coma já na porta do banheiro''. O humorista, por telefone, explicou como é fazer um show de stand up comedy para o público português.
No meio da conversa, Mauro Naves relembrou um amistoso entre Brasil e Panamá, que ocorreu no Estádio do Dragão e terminou em 1 a 1. Antes de jogar lá, o FC Porto jogava no Estádio das Antas, local onde Jardel foi muito feliz e bem-sucedido a ponto de ser cotado para a Seleção Brasileira na Copa de 98. Foi um período em que o ex-atacante cearense, que foi ídolo no Grêmio sobretudo por seus gols de cabeça e tinha a concorrência pesada de craques como Ronaldo e Romário na posição.
Jardel também entrou por telefone para relembrar dos dias de glória no Porto e como virou referência no time: “Cheguei e as pessoas achavam que ficaria no banco, pois tinha um ídolo, Domingos Paciência. As pessoas pensavam que precisava de um tempo para me adaptar, mas eu queria jogar. No primeiro jogo, 15 minutos e gol. Era gol atrás de gol e o Domingos se machucou, como iam me tirar do time? Fiz gol em ChampionsLeague, por quatro anos fui artilheiro do Campeonato Português. Teve um jogo que entrei e fiz sete gols em 45 minutos. Ele que precisou ter paciência”.
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